
Comprou um computador novo e quer que ele fique igualzinho ao antigo, com todos os seus programas, configurações, contas e arquivos? A palavra que quase todo mundo usa é «clonar». Ou, se você já mexe com computador há um bom tempo, «fazer um ghost» do PC.
Parece o jeito óbvio: copiar o disco inteiro, de torre para torre ou de notebook para notebook, e o computador novo vira o antigo. Mas quando o computador novo é outra máquina, o clone do disco traz junto justamente a única coisa que você não quer – o Windows antigo – e é aí que as coisas dão errado.
Este guia responde às perguntas mais comuns sobre clonar um computador e mostra como chegar ao resultado que você realmente quer, sem clonar nada. Se preferir ir direto à opção automática, mais simples, clique aqui para ver a transferência automática que substitui o clone.
Resposta curta: dá para copiar o HD, mas em outro computador o clone muitas vezes dá problema. Ele leva junto o Windows antigo, com drivers e ativação feitos para o hardware antigo, e sobrescreve o Windows que veio no computador novo. Para deixar o PC novo igual ao antigo, transfira seus programas, configurações e arquivos para o próprio Windows dele.
Clonar um computador é fazer uma cópia completa do disco dele. Tudo o que está no disco antigo vai para o novo do jeito que está: seus arquivos e programas – mas também o próprio Windows antigo, com os drivers, a ativação e as configurações que pertencem ao hardware do computador antigo.
«Fazer ghost» é a mesma ideia. O nome vem do Ghost, o software de imagem de disco (vendido como Norton Ghost para usuários domésticos) que os departamentos de TI usaram durante anos para copiar o disco de um computador para muitos outros.
E um clone não mescla nada. Ele substitui o que havia no disco de destino – que, num computador novo, é o Windows que veio com ele, configurado pelo fabricante exatamente para aquele hardware.
Não de forma confiável. O Windows fica configurado para o hardware em que foi instalado, então um clone levado para outro computador pode não iniciar, roda com os drivers errados, pode perder a ativação – e apaga o Windows que veio no computador novo.
Às vezes um clone até inicia bem no hardware novo – o Windows melhorou bastante nessa adaptação –, mas você continua rodando o Windows do computador antigo, com toda a bagagem que ele acumulou, numa máquina para a qual ele nunca foi configurado.
Às vezes, mas é uma loteria. Um Windows clonado espera encontrar a controladora de disco e o chipset do computador antigo. Se os do computador novo forem diferentes demais, ele para numa tela azul – muitas vezes «INACCESSIBLE_BOOT_DEVICE» – em vez de iniciar.
E, quando dá boot, o trabalho não acabou: você vai caçar drivers para o hardware novo, um dispositivo de cada vez, e limpar as ferramentas do computador antigo.
Muitas vezes, não. A licença do Windows fica vinculada ao dispositivo: nas palavras da própria Microsoft, depois de alterações importantes de hardware, «o Windows não encontrará mais uma licença correspondente ao dispositivo». Trocar o computador inteiro é a maior alteração de hardware que existe.
E se o Windows antigo veio pré-instalado, a licença dele fica com o computador antigo, não com o novo. Enquanto isso, o Windows do próprio computador novo – já ativado para aquele hardware – é exatamente o que o clone sobrescreve.
Não como uma simples cópia do disco. A política da Microsoft para duplicar uma instalação do Windows exige prepará-la com o Sysprep antes de fazer a cópia (veja a política da Microsoft sobre instalações duplicadas do Windows). O Sysprep remove as partes específicas daquele computador, inclusive os drivers instalados.
Os departamentos de TI que trabalham com imagens de disco criam, para isso, uma imagem limpa e preparada, e depois movem o perfil e os dados de cada usuário separadamente (com ferramentas como o USMT, que move perfis de usuário, mas não programas). Um simples clone do disco que você usa todo dia pula tudo isso.
Vale a pena clonar quando o hardware continua o mesmo. O caso clássico é trocar o disco dentro do mesmo computador – por exemplo, substituir um HD antigo por um SSD mais rápido. Mesmo computador, mesmo hardware: o Windows clonado se sente em casa.
Já quando você passa para um computador novo, o hardware é justamente o que muda – e é aí que a transferência é a ferramenta certa.
Um clone copia o disco inteiro, Windows incluído, e substitui o que havia no computador novo. Uma transferência leva seus programas, configurações, contas e arquivos para o próprio Windows do computador novo, e deixa o Windows, os drivers e a ativação dele como estão.
Em outras palavras, um clone transforma o disco do computador novo numa cópia do antigo; uma transferência faz o computador novo parecer o antigo – que é o que a maioria das pessoas quer dizer com «clonar», para começo de conversa.
Sem clonar, o jeito de deixar o computador novo igual ao antigo por conta própria é reconstruí-lo, peça por peça:
Dá para fazer? Dá. É fácil? Nem tanto. Leva dias, não horas, e é exatamente assim que as coisas ficam para trás – o programa que você usa uma vez por ano, a pasta que não estava em Documentos, a configuração que você só percebe quando ela some.
É por isso que as pessoas pensam logo em clonar. A melhor resposta é deixar um produto de transferência dedicado fazer tudo isso por você – mantendo o Windows do computador novo e levando todo o resto. Continue lendo para ver como.
A forma mais fácil de deixar um computador novo igual ao antigo é usar uma ferramenta de transferência dedicada – o Zinstall WinWin. Sem clone, sem imagem de disco, sem abrir o computador.
Ele transfere todos os seus programas, junto com seus perfis, contas, configurações, personalização e todos os arquivos do computador antigo – automaticamente. O que ele não copia é o Windows antigo: o computador novo mantém o próprio Windows, com os drivers e a ativação que vieram com ele.
E ele não copia só arquivos ou perfis; os aplicativos são instalados automaticamente no computador novo e configurados exatamente como no antigo. Você não precisa instalá-los nem configurá-los por conta própria.
Também não exige nenhum conhecimento técnico. Se você sabe baixar um arquivo da internet, sabe usá-lo – e pode economizar muito tempo e evitar muita dor de cabeça na hora de passar tudo do PC antigo para o PC novo.
É isso!
Quando a transferência terminar, o computador novo terá seus programas, configurações, contas e arquivos – no Windows dele, limpo e novinho. Nada do que já estava no computador novo é sobrescrito, e o computador antigo não sofre nenhuma alteração.
O computador novo vai parecer sua casa de sempre.
Não. O Zinstall entrega o resultado que você esperaria de um ghost – o computador novo fica com a cara do antigo –, mas não é uma imagem de disco. Seus programas, configurações, arquivos e perfis de usuário são transferidos; o Windows em si, não, porque o computador novo já tem o dele, e é o certo para aquele hardware.
Drivers de sistema, antivírus e impressoras também não são transferidos. Instale-os do zero no computador novo, para que combinem com o hardware dele.
Não sem perder o Windows 11: um clone copiaria o Windows 10 do computador antigo por cima do Windows 11 do computador novo. Já uma transferência funciona entre versões – seus programas, configurações e arquivos vão do computador com Windows 10 para o Windows 11 do computador novo.
Veja como transferir tudo para um computador novo com Windows 11 para o panorama completo.
Com o Zinstall, passar de um computador para outro exige uma única licença, e ela cobre os dois computadores – o antigo e o novo –, então você não paga duas vezes. Você pode ver o preço atual na página do Zinstall WinWin.
Se os computadores não puderem ser conectados entre si, ou se o disco do computador novo for menor do que o que você está transferindo, o Zinstall Migration Kit Pro resolve esses casos – via disco USB, sem rede, ou para um SSD pequeno. E se você preferir não fazer nada disso sozinho, nossos técnicos podem fazer a transferência inteira por você, remotamente, com a opção Full Service. Em qualquer caso, se travar em algum ponto, você fala com um humano – por e-mail, telefone ou chat.
Não com uma transferência: manter uma cópia diária do PC num segundo computador é trabalho de backup, e funciona melhor feito como backup. Você pode repetir a transferência entre os mesmos dois computadores quantas vezes quiser, mas uma transferência nunca sobrescreve o que já está no computador novo, então não mantém um segundo computador sincronizado com o primeiro.
Se o que você quer é um computador reserva pronto para assumir, use o Zinstall FullBack. Ele mantém um backup automático e sempre atualizado do computador inteiro – programas, configurações, e-mails e arquivos. Se o computador principal falhar, você restaura tudo no reserva, mesmo que ele tenha outro hardware ou rode outra versão do Windows.
Sim – com o Zinstall Migration Kit Pro. Primeiro ingresse o computador novo no domínio, depois faça a transferência: os perfis de usuário do domínio são mantidos, junto com os programas, as configurações e os arquivos de cada um, e todos os usuários do computador são transferidos de uma só vez, mesmo que sejam muitos.
O domínio em si – usuários, grupos e políticas – fica no controlador de domínio, não no PC, então não há nada para clonar ali: o computador novo recebe tudo isso ao ingressar no domínio. O licenciamento é de uma licença por computador transferido (3 computadores antigos para 3 novos são 3 licenças), com descontos por volume para TI. Mais detalhes no nosso guia de migração de perfis de usuário.