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Dados de pesquisa

Taxas de falha em migrações de dados (quando feitas sem o Zinstall)

De onde vem o “83% das migrações de dados falham”, o que Bloor, Standish e outros estudos do setor mediram e os estouros em nuvem, PCs e servidores.

O que estes números medem. Projetos de migração em todo o setor, medidos por estudos, pesquisas e auditorias independentes; a maioria desses projetos se baseou em abordagens internas (três em cada quatro na pesquisa de 2007 da Bloor Research). Nenhum destes números mede transferências feitas com os produtos da Zinstall.

Principais estatísticas de migração de dados

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

  • 84% dos projetos de migração de dados de empresas da Global 2000 estouraram o prazo ou o orçamento, numa pesquisa do setor (2007).
  • A aparição mais antiga do 83% é uma entrevista de março de 2005 numa revista especializada com o CEO de um fornecedor, “segundo a Gartner”, sem nomear nenhum documento.
  • Apenas 8% das empresas que concluíram uma migração para o SAP S/4HANA o fizeram dentro do cronograma, e os projetos levaram 30% mais tempo que o planejado (2025).
  • Os compradores de nuvem estimaram que 29% dos seus gastos com nuvem pública foram desperdiçados em 2026, a primeira alta em cinco anos.
  • 32% das organizações numa pesquisa do setor tinham perdido dados ao passar de um dispositivo para outro ou ao fazer o upgrade de um sistema operacional (2016).
  • 20,9% das instâncias do Windows Server auditadas cinco semanas antes do fim do suporte do Server 2012 ainda o rodavam, em 2023.
  • Implantar um PC com o processo da própria organização custava US$ 615 em média, incluindo mão de obra de TI, logística e tempo perdido dos usuários, numa pesquisa patrocinada por um fornecedor (2012).
  • 1 em cada 6 projetos de TI foi um “cisne negro”, com estouro médio de custo de 200%, num estudo de 1.471 projetos (2011).

Fontes: Bloor Research; CXO magazine; CIO; Flexera; Kroll Ontrack; Techzine; IDC; Harvard Business Review

Pergunte com que frequência as migrações de dados falham e a resposta volta igual de todo blog de fornecedor e de todo assistente de IA: uma parcela na casa dos oitenta por cento, atribuída à Gartner. Esta página rastreia esse número até a sua primeira aparição, apresenta o que encontraram as pesquisas que de fato mediram projetos de migração de dados e coloca ao lado delas as taxas medidas para migrações para a nuvem, upgrades de PCs e de sistemas operacionais e migrações de servidores, bancos de dados e sites, cada uma com a sua população, a sua amostra e o seu ano. As pesquisas não compartilham uma definição de falha (fora do orçamento, fora do prazo, cancelado ou apenas decepcionante), e a página diz isso sempre que importa. Todos os números aqui são medições do setor como um todo, feitas por um estudo, uma pesquisa ou uma auditoria independente; nenhum deles mede transferências feitas com os produtos da Zinstall.

Qual é a taxa de falha em migrações de dados?

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

84% dos projetos de migração de dados de empresas da Global 2000 estouraram o prazo ou o orçamento, numa pesquisa do setor (Bloor Research, 2007).

Gráfico de barras horizontais dos resultados das pesquisas sobre migração de dados: 83% das migrações tiveram problemas (Softek, 2005), 84% dos projetos estouraram o prazo ou o orçamento (Bloor, 2007), 38% estouraram o prazo ou o orçamento (Bloor, 2011), 54% atrasaram (Experian e Data Migration Pro, 2017) e 54% dos projetos de Hadoop para a nuvem não saíram conforme o plano (WANdisco, 2021).
A taxa de falha em migrações de dados depende da pesquisa: de 38% a 84% estouraram prazo ou orçamento ou tiveram problemas. Fonte: Softek via IBM (pesquisa de 2005), Bloor Research (2007, 2011), Experian e Data Migration Pro (2017), WANdisco (2021) · Dados: 2005-2021Baixar imagem (PNG)SVG
  • A segunda pesquisa da Bloor, em 2011 e com uma amostra mais ampla, encontrou 38% dos projetos fora do prazo ou do orçamento.
  • Apenas 16% dos projetos da pesquisa de 2007 da Bloor terminaram no prazo e dentro do orçamento.
  • Apenas 8% das empresas que concluíram uma migração para o SAP S/4HANA o fizeram dentro do cronograma, e os projetos levaram 30% mais tempo que o planejado (Horvath, 2025).
  • 36% dos projetos de migração de dados se mantiveram dentro do orçamento original, num estudo de 2017 com profissionais da área.
  • 51% dos profissionais de TI relataram algum tipo de falha de migração em 2016, contra 36% em 2014.
Pesquisas sobre resultados de migrações de dados, da mais antiga para a mais recente, com o que cada uma contou (seleção; todas as pesquisas estão nos dados completos abaixo)
Ano, pesquisa e medidaParcela
1999, Standish Group conforme citado pela Bloor Research (nenhum documento encontrado): fora do prazo ou do orçamento, limite inferiormais de 80%
2002, pesquisa do Information Architecture Team: custo mediano como múltiplo do orçamento13,5 vezes
2005, estudo on-line da Softek, resultados preliminares via Enterprise Systems Journal: migrações que tiveram problemascerca de 75%
2007, white paper da Bloor patrocinado por fornecedores, no mesmo mês: com estouros, limite inferiormais de 60%
2009, apresentação da IBM que reproduz o estudo de 2005 da Softek com 500 empresas: empresas que relataram problemas ao transferir dados82%
2015, Bloor Research, pesquisa sem data: no prazo e dentro do orçamento2 em cada 3
2015, pesquisa da Vision Solutions com mais de 2.000 líderes de TI: organizações que tinham sofrido uma falha de migração (qualquer migração de TI)44%
2017, Experian e Data Migration Pro, 270 profissionais: sofreram atraso54%
2021, pesquisa da WANdisco feita pela Unisphere, mais de 200 profissionais técnicos: migrações de Hadoop para a nuvem que não saíram conforme o plano54%
2026, ISG, 200 tomadores de decisão: migrações SAP atrasadas e acima do orçamentoquase 60%

Fontes: Bloor Research (2015, 2011, 2008, 2007); eWeek; CIO; Experian / Data Migration Pro; Vision Solutions; Information Architecture Team; Enterprise Systems Journal; IBM; Nextgov; IT Brief Australia; The Register; IBM Global Technology Services

Mais estatísticas (55)

84% dos projetos de migração de dados estouraram o prazo ou o orçamento nas organizações da Global 2000 pesquisadas pela Bloor Research em 2007 (Bloor Research, pesquisa de 2007 conforme reproduzida pela Bloor em 2011).

Nenhuma pesquisa sobre projetos de migração de dados é ao mesmo tempo grande, recente e independente, por isso a resposta honesta é um conjunto de pesquisas, e não uma taxa. O número medido mais antigo que ainda pode ser lido vem da Bloor Research, que perguntou a grandes empresas sobre projetos com orçamentos de sete dígitos e constatou que a maioria deles atrasou ou estourou o orçamento; a sua segunda pesquisa, quatro anos depois, com um conjunto diferente e mais amplo de organizações, encontrou bem menos. Pesquisas posteriores da Experian, de fornecedores e de consultorias fizeram perguntas mais restritas sobre tipos específicos de migração, de clusters Hadoop a sistemas SAP, e cada uma define a falha à sua maneira: uma data perdida, um orçamento estourado, um projeto cancelado ou um sistema que funciona, mas decepciona. A tabela mantém cada definição ao lado do seu número.

  • 38% dos projetos de migração de dados estouraram o prazo ou o orçamento nas organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011, contra 84% na sua pesquisa de 2007 (Bloor Research, 2011).
  • 16% dos projetos de migração de dados foram concluídos no prazo e dentro do orçamento na pesquisa de 2007 da Bloor Research com 43 empresas da Forbes Global 2000, como noticiou a eWeek (eWeek citando a Bloor Research, 2007).
  • 43 empresas da Forbes Global 2000 responderam à pesquisa de migração de dados de 2007 da Bloor Research, segundo a reportagem da eWeek sobre o estudo (eWeek, 2007).
  • Mais de 60% dos projetos de migração de dados tiveram estouros de prazo e/ou de orçamento, segundo o white paper de 2007 da Bloor Research sobre migração de dados (Bloor Research, 2007).
  • A pesquisa de migração de dados de 2007 da Bloor Research abrangeu apenas empresas da Global 2000 cujo projeto de aplicação inteiro tinha orçamento de US$ 1 milhão ou mais (Bloor Research, 2007).
  • A segunda pesquisa de migração de dados da Bloor Research foi feita na primavera do hemisfério norte de 2011 e não se limitou à Global 2000, ao contrário da pesquisa de 2007 (Bloor Research, 2011).
  • 36% dos projetos de migração de dados se mantiveram dentro do orçamento originalmente planejado no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 54% dos projetos de migração de dados sofreram algum tipo de atraso no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 270 entrevistados internacionais participaram do Data Migration Research Study 2017 da Experian e da Data Migration Pro, com predomínio de líderes de migração de dados (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 8% das empresas que tinham concluído a migração para o SAP S/4HANA o fizeram dentro do cronograma, e os projetos levaram em média 30% mais tempo que o planejado, no estudo de 2025 da Horvath com 200 empresas usuárias de SAP (CIO citando a Horvath, 2025).
  • Mais de 6 em cada 10 migrações para o SAP S/4HANA excederam o orçamento planejado, um quarto de todas as migrações por uma margem significativa, no estudo de 2025 da Horvath com 200 empresas usuárias de SAP (CIO citando a Horvath, 2025).
  • 30% mais tempo do que o planejado originalmente foi o estouro médio dos projetos de migração para o SAP S/4HANA no estudo de 2025 da Horvath com 200 empresas usuárias de SAP (CIO citando a Horvath, 2025).
  • Quase 60% dos projetos de migração SAP atrasaram e estouraram o orçamento, porque as organizações subestimaram a complexidade, permitiram a ampliação do escopo e avaliaram mal as limitações internas, na pesquisa de 2026 da ISG com 200 altos tomadores de decisão de grandes empresas (The Register citando a ISG, 2026).
  • 6% dos líderes de TI disseram que a sua organização concluiu no prazo a sua migração de banco de dados mais desafiadora, e 6% relataram zero tempo de inatividade, na pesquisa de 2025 da Caylent com mais de 300 líderes de TI (Caylent, 2025).
  • 46% dos líderes de TI tiveram mais de cinco horas de tempo de inatividade durante a sua migração de banco de dados mais desafiadora, na pesquisa de 2025 da Caylent com mais de 300 líderes de TI (Caylent, 2025).
  • 57% dos clientes e especialistas em SAP disseram que a migração de dados atrasa regularmente os projetos SAP, na pesquisa de 2026 da Xmateria com mais de 100 entrevistados (SAPinsider citando a Xmateria, 2026).
  • De 10% a 25% do tempo previsto era o estouro comum dos projetos SAP atrasados pela migração de dados, e quase um terço estourou em até 50%, na pesquisa de 2026 da Xmateria com mais de 100 clientes e especialistas em SAP (SAPinsider citando a Xmateria, 2026).
  • 51% dos profissionais de TI relataram uma falha de migração em 2016, contra 44% em 2015 e 36% em 2014, no relatório State of Resilience de 2017 da Vision Solutions, com 1.598 profissionais de TI (Vision Solutions, 2017).
  • 44% das organizações tinham sofrido alguma forma de falha de migração de TI, segundo o relatório State of Resilience de 2016 da Vision Solutions, com mais de 2.000 líderes de TI, conforme noticiou o Nextgov (Nextgov citando a Vision Solutions, 2016).
  • 55% dos profissionais de TI citaram a impossibilidade de iniciar os aplicativos no novo servidor no prazo exigido como o maior motivo de falha de migração, seguida da falta de testes (38%), no relatório State of Resilience de 2016 da Vision Solutions (ChannelInsider citando a Vision Solutions, 2016).
  • 54% dos projetos de migração de dados de Hadoop para a nuvem não saíram conforme o plano (24% atrasados, 11% acima do orçamento, 20% as duas coisas) na pesquisa de benchmark de 2021 da WANdisco com mais de 200 profissionais técnicos da Global 2000 (IT Brief citando a WANdisco, 2021).
  • 31% dos projetos de migração de Hadoop para a nuvem estouraram o orçamento e 44% levaram mais tempo que o planejado, enquanto cerca de um quarto ficou no prazo e dentro do orçamento, na pesquisa de 2021 da Unisphere Research com 216 gestores de dados, patrocinada pela WANdisco (DBTA, 2021).
  • 44% dos projetos de migração de Hadoop para a nuvem levaram mais tempo que o planejado originalmente, na pesquisa de 2021 da Unisphere Research com 216 gestores de dados, patrocinada pela WANdisco (DBTA, 2021).
  • 13,5 vezes o valor orçado foi o custo mediano de um projeto de migração de dados na pesquisa de 2002 do Information Architecture Team com profissionais de migração (IAT via KDnuggets, 2002).
  • Apenas dois terços dos projetos de migração de dados são entregues no prazo e dentro do orçamento, segundo a página da Bloor Research sobre tecnologia de migração de dados, atualizada em 2015 (Bloor Research, 2015).
  • Quase 20% dos projetos de implantação de SaaS foram cancelados por problemas de migração de dados, segundo uma pesquisa citada na página de migração de dados da Bloor Research em 2015 (Bloor Research, 2015).
  • Mais de 50% das implantações de SaaS tiveram problemas significativos de migração de dados, e quase 20% desses projetos foram cancelados, segundo uma pesquisa citada na página de migração de dados da Bloor Research em 2015 (Bloor Research, 2015).
  • 39% dos gerentes de TI pesquisados pela ESG em 2005 disseram que fazem uma migração de dados toda semana ou todo mês, segundo o white paper de 2010 da Hitachi Data Systems (Hitachi Data Systems, 2010).
  • 75% dos usuários de armazenamento têm problemas com migrações de dados, incluindo tempo de inatividade prolongado ou inesperado, diz a página de migração de armazenamento da Hitachi Vantara, citando uma pesquisa da ESG sem ano (Hitachi Vantara, página sem data acessada em 2026).
  • 82% das empresas relataram problemas ao transferir dados no Data Migration Study de 2005 da Softek, com 500 empresas da América do Norte e da EMEA, segundo uma apresentação da IBM Softek (IBM, 2009).
  • A pesquisa de migração de dados de 2007 da Bloor Research constatou que o número de 1999 do Standish Group, de mais de 80% dos projetos fora do prazo ou do orçamento, não tinha mudado (Bloor Research, 2008).
  • O white paper de 2007 da Bloor Research sobre migração de dados foi patrocinado por várias empresas atuantes no mercado de migração de dados, enquanto a pesquisa de 2007 podia ser baixada gratuitamente (Bloor Research, 2007).
  • O white paper de 2007 da Bloor Research sobre migração de dados foi descrito pelo blog de migração de dados da BCS como o primeiro white paper do gênero no Reino Unido dedicado à migração de dados e escrito por um analista independente (BCS, 2007).
  • O relatório de 2011 da Bloor Research sobre migração de dados ficou restrito a uma licença paga, com limites a comentários públicos, porque fornecedores de software e integradores não o patrocinaram, escreveu Johny Morris no blog da BCS em 2011 (BCS, 2011).
  • Ficou claro na pesquisa de 2011 da Bloor Research que os resultados das migrações de dados tinham melhorado desde 2007, escreveu a Bloor no seu documento patrocinado pela Informatica que revisava seis anos das suas pesquisas (Bloor Research, 2013).
  • O grande resultado da pesquisa de migração de dados de 2011 da Bloor Research foi o quanto a adoção de tecnologia aumentou a chance de sucesso em comparação com a pesquisa de 2007, escreveu a Bloor em 2013 (Bloor Research, 2013).
  • Os projetos de migração de dados historicamente tendem a estourar prazos e custos e, em alguns casos, a falhar por completo, escreveu a Bloor Research no seu documento de 2009 patrocinado pela Celona, que aponta três fatores de risco principais (Bloor Research, 2009).
  • 24% dos projetos de migração de Hadoop para a nuvem não foram concluídos no prazo (e 20% não cumpriram nem o prazo nem o orçamento) na pesquisa de benchmark de 2021 da WANdisco (IT Brief citando a WANdisco, 2021).
  • 11% dos projetos de migração de Hadoop para a nuvem não ficaram dentro do orçamento (só o orçamento; outros 20% não cumpriram nem o prazo nem o orçamento) na pesquisa de benchmark de 2021 da WANdisco (IT Brief citando a WANdisco, 2021).
  • 65% das empresas identificaram deficiências de qualidade graves ou muito graves depois de concluir a migração para o SAP S/4HANA, no estudo de 2025 da Horvath, que aponta a ampliação do escopo e a subestimação das fases de testes e de migração de dados (CIO citando a Horvath, 2025).
  • 49% das organizações fizeram pouca ou nenhuma reengenharia de processos ao migrar para o SAP S/4HANA, preservando processos e dados legados, e menos de 1 em cada 5 reimplementou os processos, na pesquisa de 2026 da ISG com 200 altos tomadores de decisão (The Register citando a ISG, 2026).
Todas as pesquisas que mediram os resultados de projetos de migração de dados, da mais antiga para a mais recente, com o que cada uma contou
Ano, pesquisa (amostra) e medidaParcelaAbrangência
1999, Standish Group conforme citado pela Bloor Research (nenhum documento encontrado): fora do prazo ou do orçamento, limite inferiormais de 80%Projetos de migração de dados nas pesquisas do Standish Group, 1999 (população, amostra e definição indisponíveis: nenhum documento do Standish localizado) · Mundo · 1999
2002, pesquisa do Information Architecture Team: custo mediano como múltiplo do orçamento13,5 vezesEntrevistados da pesquisa do Information Architecture Team (IAT) sobre ETL e migração de dados divulgada em novembro de 2002 (resultados preliminares; tamanho da amostra não informado) · Mundo · 2002
2005, estudo on-line da Softek, resultados preliminares via Enterprise Systems Journal: migrações que tiveram problemascerca de 75%280 empresas na pesquisa preliminar da Softek · Mundo · 2005
2005, pesquisa da Softek e da ESG com 700 usuários finais, como a IBM a divulgou em 2007: migrações que tiveram problemas83%700 usuários finais pesquisados pela Softek com a ESG, março de 2005 · Mundo · 2007
2007, pesquisa da Bloor Research com 43 empresas da Global 2000: fora do prazo ou do orçamento84%Projetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2007, a mesma pesquisa da Bloor via eWeek: no prazo e dentro do orçamento16%Projetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2007, white paper da Bloor patrocinado por fornecedores, no mesmo mês: com estouros, limite inferiormais de 60%Projetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2009, apresentação da IBM que reproduz o estudo de 2005 da Softek com 500 empresas: empresas que relataram problemas ao transferir dados82%500 empresas no estudo de 2005 da Softek · Mundo · 2009
2011, pesquisa da Bloor Research, amostra não publicada: fora do prazo ou do orçamento (provisório)38%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2015, Bloor Research, pesquisa sem data: no prazo e dentro do orçamento2 em cada 3Projetos de migração de dados, resumo de pesquisa da Bloor Research (pesquisa não nomeada) · Mundo · 2015 (data da página; pesquisa sem data)
2015, pesquisa da Vision Solutions com mais de 2.000 líderes de TI: organizações que tinham sofrido uma falha de migração (qualquer migração de TI)44%Mais de 2.000 CTOs, CIOs e outros líderes de TI no mundo todo pesquisados para o relatório State of Resilience de 2016 da Vision Solutions · Mundo · 2015 (ano da pesquisa; relatório de 2016)
2016, pesquisa da Vision Solutions com 1.598 profissionais de TI: sofreram uma falha de migração (qualquer migração de TI)51%1.598 profissionais de TI que responderam ao conjunto de pesquisas globais da Vision Solutions, aplicado on-line entre junho e agosto de 2016 (relatório State of Resilience de 2017) · Mundo · 2016
2017, Experian e Data Migration Pro, 270 profissionais: dentro do orçamento original36%270 profissionais de migração de dados (principalmente líderes de migração de dados) de mais de 30 países, pesquisados on-line pela Data Migration Pro para a Experian em abril de 2017 · Mundo · 2017
2017, Experian e Data Migration Pro, 270 profissionais: sofreram atraso54%270 profissionais de migração de dados (principalmente líderes de migração de dados) de mais de 30 países, pesquisados on-line pela Data Migration Pro para a Experian em abril de 2017 · Mundo · 2017
2021, pesquisa da WANdisco feita pela Unisphere, mais de 200 profissionais técnicos: migrações de Hadoop para a nuvem que não saíram conforme o plano54%Mais de 200 profissionais técnicos de empresas da Global 2000 que usam Hadoop ou migraram data lakes Hadoop para a nuvem, pesquisados em maio de 2021 pela Unisphere Research e pela Radiant Advisors para a WANdisco · Mundo · 2021
2021, a mesma pesquisa da WANdisco: migrações concluídas fora do prazo ou do orçamento55%216 gestores de dados pesquisados pela Unisphere Research para a WANdisco, 2021 · Mundo · 2021
2021, a mesma pesquisa da WANdisco: não concluídos no prazo (só o prazo)24%Mais de 200 profissionais técnicos de empresas da Global 2000 que usam Hadoop ou migraram data lakes Hadoop para a nuvem, pesquisados em maio de 2021 pela Unisphere Research e pela Radiant Advisors para a WANdisco · Mundo · 2021
2021, a mesma pesquisa da WANdisco: fora do orçamento (só o orçamento; outros 20% não cumpriram nenhum dos dois)11%Mais de 200 profissionais técnicos de empresas da Global 2000 que usam Hadoop ou migraram data lakes Hadoop para a nuvem, pesquisados em maio de 2021 pela Unisphere Research e pela Radiant Advisors para a WANdisco · Mundo · 2021
2025, Horvath, 200 empresas usuárias de SAP: migrações para o S/4HANA concluídas que terminaram dentro do cronograma8%200 empresas usuárias de SAP com receita anual de pelo menos 200 milhões de euros e pelo menos 200 funcionários na região DACH, no norte e no leste da Europa e nos EUA, entrevistadas pela Horvath no 1º trimestre de 2025 (37 tinham concluído a migração para o S/4HANA) · Mundo · 2025
2025, a mesma pesquisa da Horvath: migrações para o S/4HANA acima do orçamento, limite inferiormais de 60%200 empresas usuárias de SAP com receita anual de pelo menos 200 milhões de euros e pelo menos 200 funcionários na região DACH, no norte e no leste da Europa e nos EUA, entrevistadas pela Horvath no 1º trimestre de 2025 (37 tinham concluído a migração para o S/4HANA) · Mundo · 2025
2025, a mesma pesquisa da Horvath: deficiências graves de qualidade encontradas depois da conclusão65%200 empresas usuárias de SAP com receita anual de pelo menos 200 milhões de euros e pelo menos 200 funcionários na região DACH, no norte e no leste da Europa e nos EUA, entrevistadas pela Horvath no 1º trimestre de 2025 (37 tinham concluído a migração para o S/4HANA) · Mundo · 2025
2025, Caylent, mais de 300 líderes de TI: migração de banco de dados mais difícil concluída no prazo6%Mais de 300 líderes de TI (de gerentes de TI a CTOs, não clientes da Caylent) dos setores de educação, finanças, entretenimento, saúde, indústria e serviços públicos, pesquisados para a pesquisa Database Migration de 2025 da Caylent · Mundo · 2025
2026, ISG, 200 tomadores de decisão: migrações SAP atrasadas e acima do orçamentoquase 60%200 altos tomadores de decisão de grandes organizações globais com 1.000 ou mais funcionários, entrevistados pela ISG para o seu relatório State of SAP Migrations de 2026 · Mundo · 2026
2026, Xmateria, mais de 100 entrevistados: a migração de dados atrasa regularmente os projetos SAP57%Mais de 100 clientes e especialistas em SAP pesquisados pela Xmateria, especialista em migração de dados, ao longo de seis meses (relatório publicado em meados de 2026) · Mundo · 2026
Como eram os projetos pesquisados, nas duas pesquisas da Bloor
Ano da pesquisa e medidaNúmeroAbrangência
2007: projetos entregues por equipes internas (via Data Migration Pro)50%Projetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2007: grandes implementações de aplicações por ano na maioria das grandes organizações4,5 por anoProjetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2007: metodologias de migração desenvolvidas internamentea maioria, internasProjetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2011: projetos de migração de dados por ano no entrevistado médiocerca de 6 por anoProjetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000) · Mundo · 2011
2011: projetos realizados para migração de sistemas legados, o motivo mais citado27%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2011: projetos que também envolviam arquivamento de dados60%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2011: projetos que envolviam dados sensíveis44%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2011: projetos de migração para a nuvem5%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2011: projetos conduzidos pelas próprias consultorias dos fornecedores de software sem estouros (52% nos implementadores independentes), via BCS59% contra 52%Projetos de migração de dados na pesquisa de 2011 da Bloor Research, por tipo de implementador · Mundo · 2011
Gráfico de barras dos resultados das pesquisas da Vision Solutions: 36% dos profissionais de TI relataram uma falha de migração em 2014, 44% em 2015 e 51% em 2016.
Metade dos profissionais de TI relatava uma falha de migração em 2016, contra um terço antes. Fonte: Vision Solutions, relatórios State of Resilience (pesquisas de 2014 a 2016) · Dados: 2014-2016Baixar imagem (PNG)SVG

Fontes: Bloor Research (2007-2015); eWeek; Experian / Data Migration Pro (2017, 2018); CIO; The Register; Caylent; SAPinsider; Vision Solutions; Nextgov; ChannelInsider; IT Brief Australia; Database Trends and Applications; Information Architecture Team; Hitachi Data Systems; Hitachi Vantara; IBM; BCS (2007, 2011); Enterprise Systems Journal; IBM Global Technology Services; Data Migration Pro

De onde vem o “83% dos projetos de migração de dados falham”?

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

A aparição mais antiga do 83% é uma entrevista de março de 2005 numa revista especializada com o CEO de um fornecedor, “segundo a Gartner”, sem nomear nenhum documento (revista CXO, 2005).

  • A nota da Gartner citada depois para o 83%, de fevereiro de 2009, não traz nenhuma porcentagem no seu resumo público.
  • Uma pesquisa da Softek de 2005 encontrou, sim, 83%, mas de migrações que tiveram problemas, não de projetos que falharam.
  • Um resumo da Oracle de 2014 traz o 83% sob o rótulo Gartner e o “mais de 80%” sob o rótulo Bloor.
  • Um fornecedor de qualidade de dados citou os 38% da Bloor em 2021 e depois os substituiu pelos 83% até 2025.
  • O número real da Gartner mais próximo é uma previsão de 2005 de que mais de 50% dos projetos de data warehouse teriam aceitação limitada ou fracassariam.
Os números da Gartner que existem, e do que eles tratam
Publicação da Gartner e assuntoNúmero
2009, a mesma nota: aumento das consultas de clientes sobre migração de dados, 2008 em relação a 2007mais de 50%
Comunicado à imprensa de 2001: implementações de CRM vistas como fracassos até 2006 (uma previsão)mais de 50%
2001, um segundo comunicado da mesma conferência, um dia depois: margem pela qual a maioria das empresas subestimaria os custos de projetos de CRM até 2006 (uma previsão)de 40% a 75%
Página de insight de 2024: iniciativas de ERP que não atingirão plenamente as metas até 2027 (uma previsão)mais de 70%
Nota de 2021: líderes de infraestrutura e operações que enfrentariam estouros de custo na nuvem pública até 2024 (uma previsão)60%

Fontes: CXO magazine; Gartner (2001-2024); IBM Global Technology Services; Oracle and LumenData; Experian UK

Mais estatísticas (84)

83% das migrações de dados falham por completo ou excedem os orçamentos e os cronogramas de implementação previstos “segundo a Gartner”, escreveu a revista CXO numa entrevista de perguntas e respostas de março de 2005 com o CEO da Aradyme, a aparição datada mais antiga encontrada, sem nenhum documento (revista CXO, 2005).

A frase aparece em páginas de fornecedores em três formulações principais, atribuída à Gartner, às vezes com um ano e às vezes com o título de uma nota da Gartner, nunca com um número de página ou uma citação literal. Nós a rastreamos de trás para a frente em cópias arquivadas das páginas mais antigas que a trazem. A aparição datada mais antiga que conseguimos encontrar é uma entrevista com o CEO de um fornecedor de migração de dados numa revista especializada na primavera do hemisfério norte de 2005, que cita a Gartner e nenhum documento. Todas as páginas posteriores ou não citam ninguém, ou citam outra página de fornecedor, ou citam uma nota de pesquisa da Gartner de 2009 cujo resumo público não contém nenhuma porcentagem e cujo corpo, conforme citado por três consultorias diferentes, fala de resultados mistos sem dar um número. A Gartner publicou, sim, previsões de fracasso naqueles anos: sobre data warehouses, sobre CRM e, mais tarde, sobre ERP e orçamentos de nuvem, cada uma uma previsão e não uma medição, e cada uma com um número diferente. Uma pesquisa de um fornecedor de armazenamento de 2005 constatou que oitenta e três por cento das migrações tiveram problemas: o mesmo número, no mesmo ano, medindo outra coisa. A tabela lista todas as aparições que registramos; a metodologia diz o que pesquisamos.

  • 83% das migrações de dados falham por completo ou excedem os orçamentos e os cronogramas de implementação previstos, diz uma apresentação de aula da Universidade Técnica de Munique, citando “Gartner Group 2005” sem nenhum documento, a página mais antiga encontrada que atribui um ano à afirmação (TU Munich, 2012).
  • 83% dos projetos de migração de dados falham ou excedem os orçamentos e os cronogramas, diz o resumo de 2014 da Oracle e da LumenData num quadro “Você sabia?” identificado como Gartner, sem nenhum documento (Oracle e LumenData, 2014).
  • Mais de 80% dos projetos de migração de dados estouram o prazo e/ou o orçamento, com estouros de custo de 30% em média e de prazo de 41%, diz o resumo de 2014 da Oracle e da LumenData, com o rótulo “Bloor Group” e sem nenhum documento (Oracle e LumenData, 2014).
  • Mais de 80% dos projetos que envolvem migração de dados falham, diz o resumo de 2014 da Oracle e da LumenData na sua página 3, transformando o seu próprio quadro lateral sobre “fora do prazo e/ou do orçamento” em falha completa (Oracle e LumenData, 2014).
  • Até 75% dos novos sistemas não atendem às expectativas por causa de falhas no processo de migração, diz o white paper “Successful Data Migration” da Oracle, de outubro de 2011, sem citar ninguém; o documento não traz o 83% (Oracle, 2011).
  • Nenhuma porcentagem aparece no resumo público da nota de pesquisa da Gartner sobre os riscos da migração de dados, publicada em 25 de fevereiro de 2009, a nota que as páginas posteriores citam para o 83% (Gartner, 2009).
  • Nenhuma taxa de falha aparece no trecho da nota de 2009 da Gartner que a Hitachi, a Ankura e a Definian citam; ele diz que as migrações de dados têm resultados mistos e que muitos esforços falham por falta de planejamento (Gartner, 2009).
  • Nenhuma taxa de falha é associada à nota de 2009 da Gartner sobre migração de dados no white paper de fevereiro de 2010 da Hitachi Data Systems, o documento mais antigo encontrado que cita a nota pelo seu identificador (Hitachi Data Systems, 2010).
  • Nenhuma porcentagem aparece no trecho da Gartner que a Ankura cita, com uma nota de rodapé que dá o título da nota, a data (25 de fevereiro de 2009) e o URL no gartner.com, no seu artigo sobre riscos de migração de dados (Ankura, 2022).
  • Nenhuma porcentagem aparece no trecho da Gartner que a Definian cita com referência completa (G00165710, fevereiro de 2009) no seu artigo sobre os motivos por que as migrações de dados falham; a nota diz que muitos esforços falham por falta de planejamento (Definian, 2025).
  • Mais de 50% dos projetos de data warehouse teriam aceitação limitada ou seriam fracassos completos até 2007 por falta de atenção à qualidade dos dados, segundo a única previsão de fracasso da Gartner datada de 2005, que trata de data warehouses, não de migrações de dados (Gartner, 2005).
  • Mais de 900 empresas da América do Norte, da Europa Ocidental e do Pacífico foram a base da previsão de 2005 da Gartner de que mais da metade dos projetos de data warehouse teria aceitação limitada ou fracassaria por completo até 2007, informou a InformationWeek (InformationWeek, 2005).
  • Mais de 50% das implantações de business intelligence e de CRM sofreriam aceitação limitada ou fracasso completo por falta de atenção à qualidade dos dados, diz uma ficha técnica da Informatica, citando a Gartner e ampliando a previsão de 2005 sobre data warehouses (Informatica, 2006).
  • 83% das migrações de dados tiveram problemas na pesquisa da Softek de março de 2005 com 700 usuários finais, feita com o Enterprise Strategy Group, com o tempo de inatividade inesperado em primeiro lugar, o único número de “83% das migrações” datado de 2005 que foi encontrado (IBM, 2007).
  • Cerca de três quartos das primeiras 280 empresas na pesquisa de migração de dados de 2005 da Softek admitiram ter tido problemas ao migrar dados, informou a Enterprise Systems com base nos resultados preliminares (Enterprise Systems Journal, 2005).
  • 82% das empresas relataram problemas ao transferir dados no Data Migration Study de 2005 da Softek, com 500 empresas da América do Norte e da EMEA, segundo uma apresentação da IBM Softek (IBM, 2009).
  • 550 entrevistados compunham o Softek Migration Study de fevereiro de 2005, segundo uma apresentação da IBM França de outubro de 2007, um terceiro tamanho de amostra para a mesma pesquisa (IBM, 2007).
  • 38% dos projetos de migração de dados falham, dizia em 2021 o post “eight hurdles” da Experian UK, citando o white paper de 2011 da Bloor; em 2025, o mesmo URL diz 83%, citando a nota de 2009 da Gartner (Experian UK, 2021).
  • 83% dos projetos de migração de dados falham ou excedem orçamentos e prazos, diz o guia da Experian UK, com uma nota de rodapé que nomeia a nota “Risks and Challenges in Data Migrations and Conversions” da Gartner, mas sem data, identificador ou link (Experian UK, 2025).
  • A taxa de falha de 83% dos projetos de migração de dados é atribuída a “observadores do setor como a Gartner” no white paper de 2026 da QuerySurge, cuja nota de rodapé 1 para o número é a própria página da QuerySurge sobre testes de migração de dados (QuerySurge, 2026).
  • 83% dos projetos de migração falham ou estouram o orçamento e o cronograma “na literatura corporativa amplamente citada”, diz a Bridge Global, citando o resumo da QuerySurge, e não a Gartner (Bridge Global, 2026).
  • Mais de 83% dos projetos de migração de dados falham por completo ou excedem o orçamento ou o cronograma, diz o blog da DataMC citando a Gartner, ao mesmo tempo que situa a “taxa de falha completa” do Bloor Group em 38%, um número que a Bloor divulgou como fora do prazo ou do orçamento (DataMC, 2021).
  • 83% dos projetos de migração de dados falham por completo ou excedem significativamente os orçamentos e os prazos, diz a Fourlane citando a Gartner, junto com “a Bloor Research situa a taxa de falha em cerca de 75%” e “apenas cerca de 16% terminam no prazo e dentro do orçamento”, nada disso com fonte (Fourlane, 2026).
  • 83% dos projetos de migração de dados falham ou estouram o orçamento, diz a Syren Cloud, chamando-o de “estudo da Gartner de 2024”, uma data que nenhuma outra aparição dá (Syren Cloud, 2025).
  • 83% das migrações de dados falham por completo ou excedem os orçamentos e os cronogramas de implementação previstos, diz o blog da Simplify Consulting, acrescentando que a Gartner o “afirmou recentemente”, sem nenhum documento (Simplify Consulting, 2019).
  • 84% dos projetos de migração de dados estouraram o prazo, o orçamento ou os dois, ou falharam por completo, no relatório da Bloor, diz um artigo da BCS de 2008, depois dos 80% do “muito citado” relatório de 1999 do Standish Group, sem nomear nenhum dos dois documentos (BCS, 2008).
  • Um slide de uma conferência da Informatica em 2008 apresentou resultados de falhas e estouros de migração a menos de um ponto percentual dos do documento de 2007 da Bloor Research, mas os atribuiu a uma pesquisa de 1999 do Standish Group, segundo Philip Howard, da Bloor (Bloor Research, 2008).
  • 50% dos projetos de migração de dados resultaram em problemas que afetaram significativamente os negócios, diz o blog da Canonical, que data a pesquisa da Gartner de 2019, sem nenhum documento (Canonical, 2022).
  • Mais de 50% das iniciativas de migração de dados ultrapassariam o orçamento e o prazo planejados ao longo de 2022, constatação que a Pimcore atribui à Gartner, sem nenhum documento (Pimcore, 2024).
  • US$ 100 bilhões em gastos desperdiçados com migração em três anos (McKinsey) e “83% dos projetos de migração de dados falham por completo ou excedem os orçamentos e os prazos” (atribuído à Gartner) foram reproduzidos juntos pela Insentra em 2026 (Insentra, 2026).
  • 84% das atividades de migração de dados não cumpriram as metas de prazo ou de orçamento na pesquisa de 2007 da Bloor Research, conforme reproduzido pelos fornecedores Datanomic e Iergo num evento em Londres noticiado pela A-Team Insight em 2009 (A-Team Insight citando a Bloor Research, 2009).
  • Menos de dois terços das empresas concluíram a migração de dados no prazo e dentro do orçamento, com orçamento médio de US$ 875.000 e estouro médio de US$ 268.000, diz um post de 2015 no LinkedIn sobre uma pesquisa da Bloor Research, sem nomear nenhum documento (LinkedIn, 2015).
  • 30% era o estouro médio de custo dos projetos de migração de dados, segundo um número que o resumo da Oracle e da LumenData atribui ao “Bloor Group” (Oracle/LumenData citando a Bloor, 2014).
  • 41% era o estouro médio de prazo dos projetos de migração de dados, segundo um número que o resumo da Oracle e da LumenData atribui ao “Bloor Group” (Oracle/LumenData citando a Bloor, 2014).
  • Metade de todos os projetos de migração de dados não atinge os seus objetivos, e muitos são abandonados depois que o orçamento acaba, segundo uma afirmação sem fonte na página de apresentação do documento “Taking the pain out of data migration” da Experian (Experian, 2017).
  • 64% dos projetos de migração de dados atrasaram e 37% estouraram o orçamento na pesquisa de setembro de 2007 da Bloor, informou a eWeek em 2008, num artigo em que o analista da Gartner Ted Friedman dava conselhos sobre qualidade de dados, mas nenhuma porcentagem de falha (eWeek, 2008).
  • 30 perguntas de múltipla escolha compunham o estudo on-line de migração de dados da Softek de janeiro de 2005, a pesquisa cuja taxa de problemas foi divulgada depois como 83% das migrações (Softek, 2005).
  • Mais da metade de todas as empresas que implementavam sistemas de CRM veriam essas implementações como fracassos até 2006, conforme a KDnuggets reproduziu, três dias depois, a previsão de setembro de 2001 da Gartner (KDnuggets, 2001).
Todas as aparições datadas do “83%” e das suas variantes que encontramos, da mais antiga para a mais recente, com a formulação que cada página usou e o que ela citou
Ano, veículo e formulaçãoNúmeroAbrangência
2005, revista CXO: falham por completo ou excedem orçamentos e cronogramas, “segundo a Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2005
2008, BCS, The Chartered Institute for IT: os 84% da Bloor fora do prazo ou do orçamento ou que falharam, depois dos 80% do Standish em 199984%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2008
2012, Technische Universitaet Muenchen: falham por completo ou excedem orçamentos e cronogramas, “Gartner Group 2005”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2012
2014, Oracle e LumenData: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, num quadro identificado como Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2014
2014, Oracle e LumenData: mais de 80% fora do prazo ou do orçamento, num quadro identificado como Bloormais de 80%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2014
2014, Oracle e LumenData: mais de 80% falham, o seu próprio quadro lateral reformulado como falha completamais de 80%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2014
2016, JMR Software via ITWeb: falham por completo ou estouram custo ou prazo, “um relatório da Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2016
2017, Experian Data Quality: falham ou excedem orçamento e cronograma todo ano, sem citação83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2017
2017, David Colella: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, “segundo a Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2017
2017, Technologent: ficam aquém das expectativas, citando a Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2017
2019, Simplify Consulting: falham por completo ou excedem orçamentos e cronogramas, a Gartner “afirmou recentemente”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2019
2019, Transitional Data Services: não atendem às expectativas, “um relatório de analista da Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2019
2020, StorageReview: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, uma estimativa da Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2020
2021, DataMC: mais de 83% falham ou estouram (Gartner), e os 38% da Bloor chamados de falha completamais de 83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2021
2021, TDWI: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, citado como da Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2021
2021, Varonis: cerca de metade excede os orçamentos ou prejudica os negócios, “dados atuais da Gartner”cerca de 50%Projetos de migração de dados (previsão da Gartner, conforme reproduzida) · Mundo · 2021
2022, Canonical: entrevistados que tiveram uma migração para a nuvem que falhou (Cloud Security Alliance)90%Entrevistados da pesquisa da CSA sobre ERP e adoção de nuvem, conforme reproduzido · Mundo · 2022
2022, Canonical: metade teve problemas que afetaram os negócios, pesquisa da Gartner datada de 201950%Projetos de migração de dados (Gartner, conforme reproduzido) · Mundo · 2022
2022, Integrate.io: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, citado como da Gartner, ao lado da Bloor83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2022
2022, SyncMatters: ficam aquém ou excedem orçamentos e prazos (Gartner), ao lado dos mais de 80% da Bloor83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2022
2023, Banken.nl: oito em cada dez excedem os orçamentos e perdem os prazos, uma estimativa da Gartner8 em cada 10Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2023
2023, Data Center Knowledge: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, “um estudo feito pela Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2023
2023, Datafold: falham (Gartner), sob um intertítulo sobre por que mais de 80% falham83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2023
2023, DatacenterDynamics (edição em espanhol): falham ou excedem orçamentos e cronogramas, citando a Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2023
2024, DEV Community: não atendem às expectativas, “segundo as estatísticas”de 70% a 90%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2024
2024, Hevo Data: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, citando a Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2024
2024, Pimcore: mais da metade acima do orçamento e do prazo ao longo de 2022, Gartnermais de 50%Iniciativas de migração de dados (previsão da Gartner, conforme reproduzida) · Mundo · 2024
2025, Brainhub: falham ou excedem prazo e orçamento, citando a Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, Copia Wealth Studios: desmoronam ou passam muito dos orçamentos e prazos, sem fonte83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, DataFlowMapper: falham ou não atingem as metas de forma significativa, uma faixa montada com números da Oracle, da Bloor e da Gartner que ela cita via SyncMattersde 30% a 83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, Experian UK: falham ou excedem orçamentos e prazos, com a nota de 2009 da Gartner nomeada pelo título83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, Glean: falham por completo ou excedem orçamentos e prazos, citando a Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, GTconsult: falham por completo ou excedem orçamentos e cronogramas, na manchete83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, NetApp: não entregam no prazo ou estouram o orçamento, pesquisa não nomeadamais de 80%Migrações, população não informada · Mundo · 2025
2025, Quinnox: falham por completo ou excedem orçamentos e prazos, uma estimativa da Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, Quinnox: mais de 83% falham ou excedem drasticamente prazos e orçamentosmais de 83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, Quinnox: falham ou estouram (Gartner), com os mais de 80% da Oracle83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, RudderStack: falham, sem nenhuma fonte83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, Syren Cloud: falham ou estouram os orçamentos, “estudo da Gartner de 2024”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2025, MSH: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, “pesquisa da Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2025
2026, Bridge Global: falham ou estouram orçamento e cronograma, citando a QuerySurge83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, EnlightLab: falham, estouram orçamentos ou causam transtornos aos negócios, sem fonte83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, FileFeed: falham por completo, com mais de 80% excedendo o orçamento ou o prazo (Gartner)quase 50%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Fourlane: falham por completo ou excedem (Gartner), com 75% sem fonte atribuídos à Bloor83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Globema: falham ou excedem, citando o resumo da Oracle e da LumenData como da Gartner83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Integrate.io: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, citado como da Gartner, ao lado da Bloor83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Ispirer: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, “a Gartner relatou”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Kanerika: falham por completo ou excedem orçamentos e prazos, “a Gartner relata”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Kovair: falham por completo ou não atingem as metas, “ainda mais” que os 60% que ela atribui à Bloor (Gartner)83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Ofima (e-book sobre ERP em espanhol): falham ou excedem orçamento e prazos, “según Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Peliqan: mais de 80% excedem o orçamento ou o prazo, “pesquisas da Gartner e da Oracle”mais de 80%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, QuerySurge: taxa de falha atribuída a “observadores como a Gartner”, com nota de rodapé para a sua própria página83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, Symmetric Health Solutions: falham inteiramente ou excedem orçamentos e cronogramas, “pesquisa da Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
2026, The Virtual Forge: falham ou excedem orçamentos e cronogramas, “pesquisa da Gartner”83%Projetos de migração de dados, população não informada · Mundo · 2026
Sem data, Canonical (Ubuntu): mais da metade vai exceder o orçamento e o prazo, uma previsão da Gartnermais de 50%Iniciativas de migração de dados (previsão da Gartner, conforme reproduzida) · Mundo · sem data
Os números da Gartner que existem, e do que eles tratam
Publicação da Gartner e assuntoNúmeroAbrangência
Comunicado à imprensa de 2005: projetos de data warehouse com aceitação limitada ou fracasso completo até 2007 (uma previsão, 900 empresas estudadas)mais de 50%Projetos de data warehouse (previsão da Gartner; estudo com mais de 900 empresas, segundo a InformationWeek) · Mundo · 2005
Nota de pesquisa de 2009 “Risks and Challenges in Data Migrations and Conversions” (Ted Friedman): porcentagens no resumo público0Clientes da Gartner (nota de pesquisa, paga) · Mundo · 2009
2009, a mesma nota: aumento das consultas de clientes sobre migração de dados, 2008 em relação a 2007mais de 50%Consultas de clientes da Gartner · Mundo · 2009
Comunicado à imprensa de 2001: implementações de CRM vistas como fracassos até 2006 (uma previsão)mais de 50%Todas as implementações de CRM até 2006 (previsão de analista da Gartner; nenhuma amostra de pesquisa informada) · Mundo · 2001-2006
2001, um segundo comunicado da mesma conferência, um dia depois: margem pela qual a maioria das empresas subestimaria os custos de projetos de CRM até 2006 (uma previsão)de 40% a 75%Empresas que implementariam CRM até 2006 (previsão de analista da Gartner; nenhuma amostra de pesquisa informada) · Mundo · 2001-2006
Página de insight de 2024: iniciativas de ERP que não atingirão plenamente as metas até 2027 (uma previsão)mais de 70%Iniciativas de ERP implementadas recentemente (previsão de analista da Gartner; nenhuma amostra informada) · Mundo · 2024-2027
Nota de 2021: líderes de infraestrutura e operações que enfrentariam estouros de custo na nuvem pública até 2024 (uma previsão)60%Líderes de infraestrutura e operações (previsão da Gartner, sem pesquisa) · Mundo · 2021 (previsão até 2024)

Fontes: CXO magazine; Technische Universitaet Muenchen, Andreas Freitag; Oracle and LumenData; Oracle; Gartner (2001-2024); Hitachi Data Systems; Ankura; Definian; InformationWeek; Informatica; IBM Global Technology Services; Enterprise Systems Journal; IBM; IBM France; Experian UK (2021, 2025); QuerySurge; Bridge Global; DataMC; Fourlane; Syren Cloud; Simplify Consulting; BCS, The Chartered Institute for IT; Bloor Research; Canonical (2022, 2026); Pimcore; Insentra; A-Team Insight; Andy Abbas on LinkedIn; Oracle / LumenData; Experian Data Quality (2017); eWeek; Softek Storage Solutions; KDnuggets; JMR Software; David Colella on LinkedIn; Technologent; Transitional Data Services; StorageReview; TDWI; Varonis; Integrate.io; SyncMatters; Banken.nl; Data Center Knowledge; Datafold; DatacenterDynamics; DEV Community; Hevo Data; Brainhub; Copia Wealth Studios; DataFlowMapper; Glean; GTconsult; NetApp; Quinnox (2025); RudderStack; MSH; EnlightLab; FileFeed; Globema; Ispirer; Kanerika; Kovair; Ofima; Peliqan; Symmetric Health Solutions; The Virtual Forge

Por que as migrações de dados falham ou estouram prazos e orçamentos?

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

68% dos projetos ficaram dentro do cronograma quando as empresas perfilaram os dados antes de estimar, contra 55% quando não o fizeram (Bloor Research, 2011).

Gráfico de barras da parcela dos dados considerada imprecisa nas pesquisas da Experian: 25% em 2014, 32% em 2015, 23% em 2016, 27% em 2017, 30% em 2018 e 28% em 2020.
As organizações suspeitam que cerca de um quarto a um terço dos próprios dados está errado. Fonte: Experian Data Quality, relatórios de benchmark global de gestão de dados de 2015 a 2020 · Dados: 2015-2020Baixar imagem (PNG)SVG
  • Mais de dois terços dos entrevistados de 2007 cujos projetos estouraram atribuíram a culpa a uma definição inadequada do escopo do projeto.
  • Apenas 1 em cada 10 entrevistados usava ferramentas de perfilamento de dados em 2007; em 2011, mais de 70% dos projetos usavam.
  • Apenas 28% dos projetos não tiveram nenhum problema de qualidade de dados depois da migração, no estudo de 2017 com profissionais da área.
  • 55% dos profissionais de TI atribuíram as falhas de migração a aplicativos que não puderam ser iniciados a tempo no novo servidor.
  • 64% das organizações apontaram a qualidade dos dados como o seu principal desafio de integridade de dados em 2024, contra 50% um ano antes.
As duas pesquisas da Bloor: o que mudou na prática entre 2007 e 2011
Prática e ano da pesquisaParcela dos projetos
2007: projetos que usavam ferramentas de perfilamento de dados10%
2011: projetos que usavam ferramentas de perfilamento de dados (limite inferior)mais de 70%
2007: projetos que usavam uma metodologia formalcerca de 70%
2011: projetos que usavam uma metodologia formal (limite inferior)mais de 90%
2011: projetos dentro do cronograma quando os dados não foram perfilados antes da estimativa55%
2007: projetos sem orçamento de migração separadoquase 20%
2007: projetos baseados em abordagens internas (via BCS)75%
2011: empresas que perfilavam os dados antes de estimar50%

Fontes: Bloor Research (2011, 2007); eWeek; Experian / Data Migration Pro; ChannelInsider; Precisely / Drexel LeBow; BCS; Experian Data Quality (2017, 2016, 2015); Experian (2020, 2018)

Mais estatísticas (80)

68% dos projetos de migração de dados ficaram dentro do cronograma nas empresas que perfilaram os dados antes de estimar, contra 55% nas que não o fizeram, na pesquisa da Bloor Research da primavera do hemisfério norte de 2011 (Bloor Research, 2011).

As pesquisas concordam mais sobre a causa do que sobre a taxa. Dados que se revelam mais sujos, mais duplicados ou com estrutura mais estranha do que qualquer pessoa estimou são o motivo de estouro mais citado nos trabalhos da Bloor, e os profissionais que a Experian pesquisou uma década depois disseram o mesmo: a definição do escopo, a padronização e a interpretação das regras de negócio fazem os projetos tropeçar, e a colaboração entre a área de negócios e a equipe técnica é o que os salva. A única prática com efeito medido é o perfilamento dos dados antes de estimar o projeto, que, segundo a Bloor, melhorou as chances de terminar dentro do cronograma. Abaixo disso ficam os números mais amplos sobre qualidade de dados, incluindo duas estimativas de custo muito citadas cuja origem os registros rastreiam.

  • A má qualidade dos dados, ou a falta de visibilidade dos problemas de qualidade de dados, foi o motivo mais citado para os estouros dos projetos de migração de dados na pesquisa da Bloor Research da primavera do hemisfério norte de 2011 (Bloor Research, 2011).
  • O envolvimento da área de negócios foi, de longe, o mais citado dos três fatores críticos de sucesso apontados pelos entrevistados na pesquisa de migração de dados da Bloor Research da primavera do hemisfério norte de 2011 (Bloor Research, 2011).
  • 55% dos projetos de migração de dados ficaram dentro do cronograma nas empresas que não perfilaram os dados antes de estimar, na pesquisa da Bloor Research da primavera do hemisfério norte de 2011 (Bloor Research, 2011).
  • US$ 170.000 por projeto era a economia média de custo obtida ao implementar juntos os seis fatores de sucesso quantificados, segundo a pesquisa de migração de dados de 2011 da Bloor Research (Bloor Research, 2011).
  • Sete fatores críticos de sucesso para projetos de migração de dados, seis deles quantificáveis, foram identificados nos resultados finais da pesquisa de migração de dados de 2011 da Bloor Research (Bloor Research, 2011).
  • Mais de dois terços dos entrevistados cujos projetos de migração de dados estouraram atribuíram a culpa à falta de uma definição adequada do escopo do projeto, na pesquisa de 2007 da Bloor Research conforme noticiada pela eWeek (eWeek citando a Bloor Research, 2007).
  • 1 em cada 10 entrevistados usava ferramentas de perfilamento de dados para entender os seus dados na pesquisa de migração de dados de 2007 da Bloor Research, conforme noticiado pela eWeek (eWeek citando a Bloor Research, 2007).
  • Um dos principais motivos pelos quais os projetos de migração de dados estouram ou falham é que as técnicas e as disciplinas da migração de dados não são levadas a sério o suficiente nem bem compreendidas, segundo o white paper de 2007 da Bloor Research (Bloor Research, 2007).
  • 85% das empresas enfrentaram desafios de migração de dados no estudo de migração de dados de 2015 da Experian Data Quality (Experian Data Quality, 2015).
  • 91% das empresas realizaram projetos de migração de dados no estudo de migração de dados de 2015 da Experian Data Quality (Experian Data Quality, 2015).
  • A falta de colaboração ou de compartilhamento de conhecimento entre departamentos, fornecedores de tecnologia ou consultores de bancos de dados foi o desafio de migração de dados mais comum no estudo de 2015 da Experian Data Quality (Experian Data Quality, 2015).
  • 37% dos entrevistados apontaram a falta de padronização ou de consistência dos dados como um desafio de migração de dados no estudo de 2015 da Experian Data Quality (Experian Data Quality, 2015).
  • 33% das organizações viam a má concepção dos sistemas como um desafio significativo de migração de dados no estudo de 2015 da Experian Data Quality (Experian Data Quality, 2015).
  • Um quarto das empresas disse que a má interpretação das regras de dados de negócios era um desafio de migração de dados no estudo de 2015 da Experian Data Quality (Experian Data Quality, 2015).
  • 28% dos projetos de migração de dados não tiveram nenhum problema de qualidade de dados depois da migração no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 43% dos projetos de migração de dados tinham governança e gestão eficazes no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 50% dos projetos de migração de dados tinham um envolvimento eficaz da área de negócios no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 52% dos entrevistados consideraram eficaz a definição do escopo do seu projeto de migração de dados no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 46% dos entrevistados consideraram que o seu projeto de migração de dados foi planejado e previsto de forma eficaz no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 62% dos projetos de migração de dados recorreram a uma execução da migração em fases no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • Mais de 60% dos entrevistados apontaram dados ruins e dados duplicados como os principais motivos dos problemas de qualidade de dados na pesquisa de migração de dados de 2002 do Information Architecture Team (IAT via KDnuggets, 2002).
  • Quase 3 meses além do planejado foi o estouro típico da fase de mapeamento de dados, e mais de 4 meses o da fase de testes, na pesquisa de migração de dados de 2002 do Information Architecture Team (IAT via KDnuggets, 2002).
  • Mais de 4 meses além do planejado foi o estouro típico da fase de testes na pesquisa de migração de dados de 2002 do Information Architecture Team (IAT via KDnuggets, 2002).
  • 55% dos profissionais de TI citaram a impossibilidade de iniciar os aplicativos no novo servidor no prazo exigido como o maior motivo de falha de migração, seguida da falta de testes (38%), no relatório State of Resilience de 2016 da Vision Solutions (ChannelInsider citando a Vision Solutions, 2016).
  • 38% dos profissionais de TI citaram a falta de testes como motivo de falha de migração no relatório State of Resilience de 2016 da Vision Solutions (ChannelInsider citando a Vision Solutions, 2016).
  • 70% dos profissionais de TI não tinham calculado o custo por hora do tempo de inatividade de uma migração, segundo o relatório State of Resilience de 2016 da Vision Solutions, conforme noticiou o ChannelInsider (ChannelInsider citando a Vision Solutions, 2016).
  • A subestimação das fases de testes e de migração de dados esteve entre os principais motivos pelos quais as migrações para o SAP S/4HANA não atingiram as suas metas, no estudo de 2025 da Horvath com 200 empresas usuárias de SAP (CIO citando a Horvath, 2025).
  • 46% dos entrevistados, em retrospecto, estimariam uma duração maior para o projeto de migração para o SAP S/4HANA, mais de 40% aumentariam o orçamento e 30% reduziriam o escopo, no estudo de 2025 da Horvath (CIO citando a Horvath, 2025).
  • Transferir os dados do banco de dados de origem para o de destino, testar o banco de dados de destino, incluindo as integrações, e converter os esquemas de banco de dados foram as três tarefas que mais consumiram tempo nas migrações mais desafiadoras dos líderes de TI, na pesquisa de 2025 da Caylent (Caylent, 2025).
  • 67% dos líderes de dados e analytics disseram que não confiavam completamente nos dados que a sua organização usava para tomar decisões, contra 55% um ano antes, na pesquisa de 2024 da Precisely e da Drexel LeBow com 565 líderes (Precisely / Drexel LeBow, 2024).
  • 64% das organizações apontaram a qualidade dos dados como o seu principal desafio de integridade de dados, contra 50% em 2023, na pesquisa de 2024 da Precisely e da Drexel LeBow com 565 líderes de dados (Precisely / Drexel LeBow, 2024).
  • 50% dos entrevistados disseram que a qualidade dos dados era o problema número um dos projetos de integração de dados da sua organização, na pesquisa de 2024 da Precisely e da Drexel LeBow com 565 líderes de dados (Precisely / Drexel LeBow, 2024).
  • 95% das organizações sentiram impactos da má qualidade dos dados no Global Data Management Report de 2019 da Experian (Experian, 2019).
  • O erro humano foi o que mais contribuiu para a falta de precisão dos dados, citado por 50% das organizações no Global Data Management Report de 2019 da Experian (Experian, 2019).
  • 78% das organizações disseram que a dívida de dados (o custo acumulado da má governança dos dados) era um desafio, e 28% a chamaram de problema significativo, na pesquisa Global Data Management de 2020 da Experian (Experian, 2020).
  • O envolvimento da área de negócios em todas as etapas, uma metodologia testada e comprovada, o conhecimento interno de migração e o cuidado com as partes interessadas foram os principais fatores de sucesso da migração de dados além da tecnologia, segundo a Bloor Research em 2015 (Bloor Research, 2015).
  • A Bloor Research concluiu em 2008 que as ferramentas tradicionais de integração de dados, sozinhas, não bastavam para a migração de dados, e que eram necessárias metodologias, profissionais experientes e ferramentas específicas (Bloor Research, 2008).
  • Um grande número de organizações deixa de usar ferramentas como o perfilamento de dados em projetos de migração para entender a extensão dos seus problemas de dados, escreveu a Experian Data Quality no seu documento de 2015 sobre migração de dados (Experian Data Quality, 2015).
  • Muitos projetos de migração de dados excedem o orçamento e/ou causam transtornos aos negócios por causa de uma execução falha, o que 85% das empresas vivenciam como desafios de migração de dados, segundo o documento de 2015 da Experian Data Quality (Experian Data Quality, 2015).
  • A complexidade das migrações de dados está aumentando por causa dos volumes de dados e dos sistemas legados, constatou o estudo de 2017 da Experian e da Data Migration Pro (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • 43% dos projetos de migração de dados tinham uma equipe de gestão de projeto com bom entendimento das boas práticas de migração de dados no estudo da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais em 2017 (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • Uma avaliação de impacto antes da migração, logo no início do projeto, foi a única tática que o editor da Data Migration Pro extraiu do estudo de 2017, porque a maioria dos problemas observados (mau planejamento, más previsões, má definição do escopo) vinha da falta de uma análise de impacto precoce (Experian / Data Migration Pro, 2017).
  • Mais de 1.400 profissionais de dados de oito países foram consultados para o relatório de benchmark global de gestão de dados de 2017 da Experian Data Quality (Experian Data Quality, 2017).
  • Mais de 1.100 profissionais de dados e líderes de negócios de seis países foram pesquisados pela Insight Avenue para a Experian em outubro de 2019 para a pesquisa Global Data Management de 2020 (Experian, 2020).
  • 77% dos entrevistados classificaram a qualidade dos dados da sua organização como, no máximo, média, contra 66% um ano antes, na pesquisa de 2024 da Precisely e da Drexel LeBow com 565 líderes de dados (Precisely / Drexel LeBow, 2024).
  • Ferramentas inadequadas para automatizar os processos de qualidade de dados (49%) e definições e formatos de dados inconsistentes (45%) foram os principais fatores que impediam as organizações de ter dados de alta qualidade na pesquisa de 2024 da Precisely e da Drexel LeBow (Precisely / Drexel LeBow, 2024).
  • Usar o perfilamento de dados cedo e com frequência é a ação nº 4 das 12 ações da Gartner para melhorar a qualidade dos dados, porque o perfilamento identifica quais problemas de qualidade de dados precisam ser corrigidos na origem antes de um projeto (Gartner, 2021).
  • 25% das grandes empresas internacionais trabalhavam com dados de má qualidade, constatou a pesquisa do analista da Gartner Ted Friedman, que apontou os dados ruins como uma das principais causas de fracasso de projetos de BI e de CRM (InformationWeek, 2004).
  • Mais de 90% dos entrevistados disseram que o mapeamento incompleto, a velocidade de transferência dos dados pela rede e o monitoramento das cargas eram os problemas mais críticos que causavam atrasos ou falhas nos projetos, na pesquisa de 2002 do Information Architecture Team (IAT via KDnuggets, 2002).
  • 56% das organizações migraram dados Hadoop para a nuvem enviando-os fisicamente ou usando ferramentas não projetadas para a migração do ambiente on-premises para a nuvem, como o DistCp (48%), na pesquisa de benchmark de 2021 da WANdisco (IT Brief citando a WANdisco, 2021).
As duas pesquisas da Bloor: o que mudou na prática entre 2007 e 2011
Prática e ano da pesquisaParcela dos projetosAbrangência
2007: projetos que usavam ferramentas de perfilamento de dados10%Projetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2011: projetos que usavam ferramentas de perfilamento de dados (limite inferior)mais de 70%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2007: projetos que usavam uma metodologia formalcerca de 70%Projetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2011: projetos que usavam uma metodologia formal (limite inferior)mais de 90%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2011: projetos dentro do cronograma quando os dados foram perfilados antes da estimativa68% contra 55%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2011: projetos dentro do cronograma quando os dados não foram perfilados antes da estimativa55%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
2007: projetos sem orçamento de migração separadoquase 20%Projetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2007: projetos baseados em abordagens internas (via BCS)75%Projetos de migração de dados em organizações da Global 2000 com orçamento total de projeto de US$ 1 milhão ou mais, pesquisadas pela Bloor Research em 2007 · Mundo · 2007
2011: empresas que perfilavam os dados antes de estimar50%Projetos de migração de dados em organizações pesquisadas pela Bloor Research na primavera do hemisfério norte de 2011 (não limitadas à Global 2000); números provisórios · Mundo · 2011
Pesquisas de benchmark da Experian: a parcela dos próprios dados que as organizações consideravam imprecisa, por edição
Edição e populaçãoParcela dos dadosAbrangência
2015 (Estados Unidos; 25% no ano anterior)32%Organizações dos EUA pesquisadas para o benchmark de qualidade de dados de 2015 da Experian Data Quality (tamanho da amostra não informado) · Estados Unidos · 2015
2016 (global)23%Organizações pesquisadas para o benchmark global de gestão de dados de 2016 da Experian Data Quality (tamanho da amostra não informado no comunicado) · Mundo · 2016
2017 (global, 1.400 profissionais em oito países)27%Mais de 1.400 profissionais de dados de oito países consultados para o benchmark global de gestão de dados de 2017 da Experian Data Quality · Mundo · 2017
2018 (dados de contatos e de clientes potenciais)30%1.000 funcionários com visibilidade da gestão de dados em organizações com 250 funcionários ou mais no Reino Unido, nos EUA, na Austrália e no Brasil, pesquisados pela Insight Avenue para a Experian (relatório global de gestão de dados de 2018) · Mundo · 2018
2019 (dados de contatos e de clientes potenciais, “quase um terço”)quase um terçoOrganizações pesquisadas para o Global Data Management Report de 2019 da Experian (tamanho da amostra não informado na página) · Mundo · 2019
2020 (dados de clientes e de clientes potenciais, 1.100 entrevistados em seis países)28%Mais de 1.100 profissionais de dados e líderes de negócios orientados por dados nos EUA, no Reino Unido, na Alemanha, na França, no Brasil e na Austrália, pesquisados pela Insight Avenue para a Experian em outubro de 2019 · Mundo · 2020
Gráfico de barras da parcela dos dados considerada imprecisa nas pesquisas da Experian: 25% em 2014, 32% em 2015, 23% em 2016, 27% em 2017, 30% em 2018 e 28% em 2020.
As organizações suspeitam que cerca de um quarto a um terço dos próprios dados está errado. Fonte: Experian Data Quality, relatórios de benchmark global de gestão de dados de 2015 a 2020 · Dados: 2015-2020Baixar imagem (PNG)SVG
Relatórios de benchmark da Experian: as outras constatações que se repetem, por edição
Edição e medidaParcelaAbrangência
2015 (Estados Unidos): receita que se considera desperdiçada por causa de dados imprecisos, média27%Organizações dos EUA pesquisadas para o benchmark de 2015 da Experian Data Quality · Estados Unidos · 2015
2015 (Estados Unidos): entrevistados que acreditavam que a receita era afetada por dados imprecisos91%Organizações dos EUA pesquisadas para o benchmark de 2015 da Experian Data Quality · Estados Unidos · 2015
2016: dados imprecisos prejudicando a experiência do cliente75%Organizações pesquisadas para o benchmark global de gestão de dados de 2016 da Experian Data Quality · Mundo · 2016
2017: organizações que confiavam em palpites ou na intuição52%Mais de 1.400 profissionais de dados de oito países consultados para o benchmark global de gestão de dados de 2017 da Experian Data Quality · Mundo · 2017
2017: organizações com práticas de dados abaixo do ideal82%Mais de 1.400 profissionais de dados de oito países consultados para o benchmark global de gestão de dados de 2017 da Experian Data Quality · Mundo · 2017
2018: dados imprecisos prejudicando a experiência do cliente69%1.000 funcionários com visibilidade da gestão de dados em organizações com 250 funcionários ou mais no Reino Unido, nos EUA, na Austrália e no Brasil, pesquisados pela Insight Avenue para a Experian (relatório global de gestão de dados de 2018) · Mundo · 2018
2019: dados imprecisos prejudicando a experiência do cliente69%Organizações pesquisadas para o Global Data Management Report de 2019 da Experian (tamanho da amostra não informado na página) · Mundo · 2019
2019: organizações que sentiram impactos da má qualidade dos dados95%Organizações pesquisadas para o Global Data Management Report de 2019 da Experian (tamanho da amostra não informado na página) · Mundo · 2019
2020: organizações para as quais a dívida de dados é um desafio78%Mais de 1.100 profissionais de dados e líderes de negócios orientados por dados nos EUA, no Reino Unido, na Alemanha, na França, no Brasil e na Austrália, pesquisados pela Insight Avenue para a Experian em outubro de 2019 · Mundo · 2020
2020: dívida de dados prejudicando novas iniciativas66%Mais de 1.100 profissionais de dados e líderes de negócios orientados por dados nos EUA, no Reino Unido, na Alemanha, na França, no Brasil e na Austrália, pesquisados pela Insight Avenue para a Experian em outubro de 2019 · Mundo · 2020
2020: organizações com uma estratégia para a sua dívida de dados24%Mais de 1.100 profissionais de dados e líderes de negócios orientados por dados nos EUA, no Reino Unido, na Alemanha, na França, no Brasil e na Austrália, pesquisados pela Insight Avenue para a Experian em outubro de 2019 · Mundo · 2020

O custo atribuído aos dados ruins

  • US$ 12,9 milhões por ano é o custo médio estimado da má qualidade dos dados para uma organização, disse a analista da Gartner Melody Chien no Gartner Data and Analytics Summit em Sydney, em 2022 (Gartner, 2022).
  • US$ 3,1 trilhões por ano é o custo da má qualidade dos dados para a economia dos EUA, segundo o infográfico “Four V's of Big Data” da IBM, que lista nove fontes sem dizer qual delas forneceu o número (IBM, 2013).
  • US$ 3,1 trilhões por ano era a estimativa do próprio analista Hollis Tibbetts para o custo dos dados sujos, inconsistentes e redundantes para a economia dos EUA, num comunicado à imprensa da Artemis Ventures de 2011, a aparição datada mais antiga encontrada do número (Artemis Ventures, 2011).
  • US$ 3,1 trilhões era a estimativa da IBM para o custo anual dos dados de má qualidade só nos EUA em 2016, conforme reproduzido por Thomas Redman na Harvard Business Review (HBR citando a IBM, 2016).
  • 50% do tempo dos trabalhadores do conhecimento é desperdiçado em “fábricas de dados ocultas”, procurando dados, encontrando e corrigindo erros e buscando fontes de confirmação, segundo Thomas Redman na Harvard Business Review (HBR, 2016).
  • Mais de US$ 600 bilhões por ano era a estimativa de 2002 do The Data Warehousing Institute para o custo dos problemas de qualidade de dados para as empresas dos EUA, conforme reproduzido pela KDnuggets (KDnuggets citando o TDWI, 2002).
  • 1 em cada 3 líderes de negócios não confiava nas informações que usava para tomar decisões, segundo o infográfico “Four V's of Big Data” da IBM (IBM, 2013).

Fontes: Bloor Research (2007-2015); eWeek; Experian Data Quality (2015, 2016, 2017); Experian / Data Migration Pro (2017, 2018); Information Architecture Team; ChannelInsider; CIO; Caylent; Precisely / Drexel LeBow; Experian (2018, 2019, 2020); Gartner (2021, 2022); InformationWeek; IT Brief Australia; BCS; IBM; Artemis Ventures LLC; Harvard Business Review; KDnuggets

Qual é a taxa de falha em migrações para a nuvem?

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

Apenas 37% das grandes empresas disseram que estavam obtendo da nuvem todo o valor que esperavam, em 2020 (Accenture, 2020).

Gráfico de barras do estouro médio dos orçamentos de nuvem pública nas pesquisas da Flexera: 23% em 2020, 24% em 2021, 13% em 2022, 18% em 2023 e 15% em 2024.
Os orçamentos de nuvem pública foram estourados entre 13% e 24% ao ano, em média. Fonte: Flexera, relatórios State of the Cloud de 2020 a 2024 · Dados: 2020-2024Baixar imagem (PNG)SVG
  • Os compradores de nuvem estimaram que 29% dos seus gastos com nuvem pública foram desperdiçados em 2026, a primeira alta em cinco anos (Flexera, 2026).
  • 85% dos entrevistados disseram que gerenciar os gastos com nuvem era um dos principais desafios em 2026, à frente da segurança.
  • 21% das cargas de trabalho na nuvem já tinham sido retiradas da nuvem em 2025, segundo a estimativa dos entrevistados (Flexera, 2025).
  • 1 em cada 4 organizações foi prejudicada por complicações inesperadas nas suas migrações para a nuvem, em 2020 (Accenture, 2020).
  • 30% dos líderes seniores de 13 países disseram que a sua organização não tinha obtido benefícios notáveis da nuvem, em 2019.
Repatriação: cinco pesquisas, cinco perguntas diferentes
Pesquisa, ano e o que foi perguntadoParcela
2019, IHS Markit para a Fortinet, 350 empresas: já tinham tirado pelo menos um aplicativo da nuvem pública74%
2019, Vanson Bourne para a Nutanix, 2.650 tomadores de decisão de TI: trazendo alguns aplicativos de volta para on-premises73%
2020, pesquisa da Barclays com CIOs (via imprensa especializada): planejavam trazer algumas cargas de trabalho de volta43%
2024, pesquisa da Barclays com CIOs (via imprensa especializada): planejavam trazer algumas cargas de trabalho de volta83%
2024, IDC: esperavam alguma repatriação de computação ou de armazenamento nos doze meses seguintescerca de 80%
2024, IDC: planejavam a repatriação completa8% a 9%
2022, IDG para a Supermicro: esperavam trazer cargas de trabalho de volta71%

Fontes: Accenture; Flexera (2020-2026); Unisys; Fortinet; Nutanix; Barclays; IDC (2024a, 2024b); IDG

Mais estatísticas (101)

37% dos 750 profissionais seniores de negócios e de TI de grandes empresas pesquisados pela Accenture em 2020 disseram que a sua empresa estava obtendo todo o valor esperado dos investimentos em nuvem, 2 pontos a mais que na pesquisa de 2018 da Accenture (Accenture, 2020).

A migração para a nuvem tem a série anual de dados mais rica de todos os tipos de migração, porque a Flexera faz as mesmas perguntas ao mesmo painel sobre orçamentos de nuvem todo ano há uma década, e é também a que tem o marketing mais barulhento em volta. O quadro medido é mais estável que as manchetes: os entrevistados estimam o desperdício nas suas próprias contas de nuvem em cerca de três dólares em cada dez todos os anos desde a época da RightScale, estouraram o orçamento em algo entre um oitavo e um quarto nos anos em que a Flexera publicou uma média, e menos de quatro em cada dez disseram à Accenture que tinham obtido todo o valor que esperavam. A repatriação é onde os números são mais distorcidos, porque as pesquisas fazem perguntas diferentes, de “você já trouxe alguma coisa de volta” a “você planeja sair por completo”, e a imprensa especializada deixa a ressalva de lado. Os números de tamanho de mercado se limitam a duas empresas, porque as páginas de compilação citam cinco definições incompatíveis como se fossem um só número.

  • 29% dos gastos com IaaS e PaaS foram desperdiçados, segundo a estimativa dos 753 entrevistados da pesquisa State of the Cloud de 2026 da Flexera, a primeira alta em cinco anos, que a Flexera atribui às cargas de trabalho de IA na nuvem (Flexera, 2026).
  • 15% acima do orçamento, em média, foram os gastos com nuvem pública relatados pelos 753 entrevistados da pesquisa State of the Cloud de 2024 da Flexera, aplicada no inverno do hemisfério norte de 2023 (Flexera, 2024).
  • 17% dos entrevistados relataram ter excedido os seus orçamentos de nuvem pública no ano anterior na pesquisa State of the Cloud de 2026 da Flexera com 753 tomadores de decisão de nuvem, aplicada no inverno do hemisfério norte de 2025 (Flexera, 2026).
  • 9% das 750 empresas da pesquisa State of the Cloud de 2023 da Flexera disseram que os seus gastos com nuvem pública excederam o orçamento de TI planejado em muito mais do que o esperado (Flexera, 2023).
  • 85% dos 753 entrevistados da pesquisa State of the Cloud de 2026 da Flexera disseram que gerenciar os gastos com nuvem era um dos principais desafios, à frente da segurança (82%) e das licenças de software (78%) (Flexera, 2026).
  • 54% dos 753 entrevistados da pesquisa State of the Cloud de 2024 da Flexera apontaram o entendimento das dependências entre aplicativos como um desafio da migração para a nuvem, à frente da comparação entre os custos on-premises e os da nuvem (46%) e da viabilidade técnica (45%) (Flexera, 2024).
  • 44% dos 750 entrevistados da pesquisa State of the Cloud de 2023 da Flexera esperavam progresso na migração para a nuvem nos doze meses seguintes, 13 pontos a menos que no ano anterior (Flexera, 2023).
  • 21% das cargas de trabalho na nuvem e 21% dos dados na nuvem tinham sido repatriados para ambientes fora da nuvem, segundo os 759 entrevistados da pesquisa State of the Cloud de 2025 da Flexera (Flexera, 2025).
  • 2 pontos percentuais foi o aumento, de um ano para o outro, da parcela das cargas de trabalho e dos dados na nuvem que as organizações tinham repatriado, na pesquisa State of the Cloud de 2026 da Flexera com 753 entrevistados (Flexera, 2026).
  • 35% dos 200 executivos seniores de TI de empresas com receita acima de US$ 1 bilhão pesquisados pela Accenture em 2018 relataram ter atingido plenamente os resultados esperados da nuvem em custo, velocidade, viabilização de negócios e níveis de serviço (Accenture, 2018).
  • 29% dos 750 líderes pesquisados pela Accenture em 2020 estavam totalmente confiantes de que as iniciativas de migração para a nuvem da sua organização entregariam o valor esperado no prazo esperado (Accenture, 2020).
  • 1 em cada 4 organizações foi prejudicada por complicações inesperadas nas migrações para a nuvem na pesquisa de 2020 da Accenture com 750 profissionais seniores de negócios e de TI (Accenture, 2020).
  • 54% dos CEOs pesquisados pela Accenture em 2020 colocaram a falta de competências entre as três principais barreiras ao valor da nuvem, enquanto o risco de segurança e de conformidade (46%) liderou entre todos os 750 entrevistados (Accenture, 2020).
  • 30% dos 1.045 líderes seniores de negócios e de TI de 13 países pesquisados para o primeiro Unisys Cloud Success Barometer, em agosto e setembro de 2019, disseram que não tinham obtido benefícios notáveis da computação em nuvem (Unisys, 2019).
  • 37% das empresas americanas na pesquisa Unisys Cloud Success Barometer de 2019 disseram que não tinham obtido benefícios notáveis da computação em nuvem, contra 30% no mundo (Unisys, 2019).
  • 30% dos entrevistados do Unisys Cloud Success Barometer de 2019 disseram que as suas expectativas de gerenciar ou reduzir custos com a nuvem só foram atendidas em parte ou ficaram abaixo do esperado, a área mais fraca, empatada com o aumento da receita (30%) (Unisys, 2019).
  • 59% dos compradores de nuvem na pesquisa Cloud Pulse do 4º trimestre de 2023 da IDC previam gastar com nuvem mais do que o esperado de novo em 2024 (IDC, 2024).
  • De 8% a 9% das empresas planejam a repatriação completa das cargas de trabalho da nuvem pública, segundo a Server and Storage Workloads Survey da IDC, enquanto a maioria repatria elementos específicos, como dados de produção e backup (IDC, 2024).
  • Cerca de 80% dos entrevistados esperavam algum nível de repatriação de recursos de computação e de armazenamento nos 12 meses seguintes no relatório “Assessing the Scale of Workload Repatriation” da IDC, de junho de 2024 (IDC, 2024).
  • 74% das 350 empresas pesquisadas pela IHS Markit para a Fortinet em 2019 tinham levado um aplicativo para a nuvem pública e depois o trazido de volta para uma infraestrutura on-premises ou de nuvem privada (IHS Markit para a Fortinet, 2019).
  • 52% das 350 empresas pesquisadas pela IHS Markit para a Fortinet em 2019 citaram o desempenho, e 52% a segurança, como fatores que as levaram a tirar aplicativos da nuvem pública (IHS Markit para a Fortinet, 2019).
  • 73% dos 2.650 tomadores de decisão de TI de 24 países pesquisados pela Vanson Bourne para o Enterprise Cloud Index de 2019 da Nutanix relataram que estavam tirando alguns aplicativos da nuvem pública e trazendo-os de volta para on-premises (Nutanix, 2019).
  • 83% dos CIOs de grandes empresas planejavam repatriar pelo menos algumas cargas de trabalho da nuvem pública em 2024, segundo a Barclays CIO Survey conforme noticiada pelo EE Times Europe e pelo Channelnomics, contra 43% no fim de 2020 (Barclays, 2024).
  • 60% dos líderes de infraestrutura e operações enfrentariam estouros de custo na nuvem pública que prejudicariam os seus orçamentos on-premises até 2024, previu a Gartner em 2021 (Gartner, 2021).
  • 70% ou mais das empresas tinham migrado pelo menos algumas cargas de trabalho para a nuvem pública até 2021, segundo uma pesquisa da Gartner citada no seu artigo sobre o custo da migração para a nuvem (Gartner, 2021).
  • 91% dos quase 1.200 profissionais e tomadores de decisão de tecnologia pesquisados pela Forrester Consulting para a State of Cloud Strategy Survey de 2024 da HashiCorp relataram desperdício nos seus gastos com nuvem, contra 96% em 2023 (HashiCorp, 2024).
  • 82% dos 350 tomadores de decisão de TI e de nuvem de organizações dos EUA e do Reino Unido com 250 ou mais funcionários pesquisados pela Arlington Research para a Virtana em 2021 disseram que a sua organização tinha tido custos desnecessários de nuvem pública (Virtana, 2021).
  • US$ 100 bilhões de valor de mercado estavam sendo perdidos em 50 das maiores empresas de software de capital aberto porque os custos de nuvem pesavam nas suas margens em comparação com rodar infraestrutura própria, estimou a Andreessen Horowitz em 2021 (Andreessen Horowitz, 2021).
  • US$ 75 milhões em economia acumulada em dois anos foi o que o Dropbox informou no seu S-1 de 2018, resultado de uma otimização de infraestrutura que repatriou da nuvem pública a maior parte das cargas de trabalho, conforme citado pela Andreessen Horowitz (Andreessen Horowitz, 2021).
  • US$ 1,3 milhão foi a conta de nuvem da 37signals em 2024, depois de deixar a computação da AWS, contra um ritmo anual de US$ 3,2 milhões, uma economia de quase US$ 2 milhões por ano (37signals, 2024).
  • US$ 10 milhões ou mais em cinco anos era a economia prevista pela 37signals ao trocar a AWS pelo seu próprio hardware, como informou o seu cofundador em outubro de 2024, depois do primeiro ano completo fora da nuvem (37signals, 2024).
  • 47% era o aumento dos gastos com nuvem esperado para o ano seguinte pelos 750 entrevistados da pesquisa State of the Cloud de 2020 da Flexera (Flexera, 2020).
  • 28% era o aumento dos gastos com nuvem esperado para o ano seguinte pelos 759 entrevistados da pesquisa State of the Cloud de 2025 da Flexera (Flexera, 2025).
  • 1.060 profissionais de tecnologia responderam à pesquisa State of the Cloud de 2016 da RightScale em janeiro de 2016, na qual a falta de recursos ou de conhecimento especializado (32%) superou a segurança (29%) como o desafio de nuvem mais citado (RightScale, 2016).
  • 93% dos 1.045 líderes seniores de negócios e de TI pesquisados para o Unisys Cloud Success Barometer de 2019 disseram que as suas organizações estavam migrando aplicativos e sistemas para a nuvem (Unisys, 2019).
  • 59% dos 1.045 líderes seniores pesquisados para o Unisys Cloud Success Barometer de 2019 gerenciavam a adoção da nuvem internamente, e não com ajuda de terceiros (Unisys, 2019).
  • 83% das organizações em que a nuvem era central na estratégia de negócios disseram que a eficácia organizacional melhorou depois da mudança para a nuvem, contra 30% daquelas em que a nuvem era uma parte menor, na pesquisa Unisys Cloud Success Barometer de 2019 com 1.045 líderes (Unisys, 2019).
  • 40% das 350 empresas pesquisadas pela IHS Markit para a Fortinet em 2019 disseram que algumas das implantações em nuvem que trouxeram de volta eram implantações temporárias planejadas (IHS Markit para a Fortinet, 2019).
  • 22% dos entrevistados que estavam trazendo aplicativos de volta para on-premises no Enterprise Cloud Index de 2019 da Nutanix (pesquisa com 2.650 tomadores de decisão de TI) estavam trazendo cinco ou mais aplicativos (Nutanix, 2019).
  • 73% das grandes empresas estavam “trazendo aplicativos de volta para on-premises”, segundo a manchete de 2019 da Intelligent CIO que reproduzia o Enterprise Cloud Index da Nutanix, cujo texto diz que 73% dos entrevistados estão trazendo alguns aplicativos de volta (Intelligent CIO, 2019).
  • 65% dos 200 executivos seniores de TI pesquisados pela Accenture em 2018 não tinham atingido plenamente os benefícios esperados da nuvem, e o risco de segurança e de conformidade (65%) foi a barreira mais citada entre as três principais (Accenture, 2018).
  • 45% dos 750 líderes de negócios e de TI pesquisados pela Accenture em 2020 disseram estar muito satisfeitos com os resultados da nuvem, um ganho de 1 ponto em relação a 2018 (Accenture, 2020).
  • 46% das organizações com alta adoção da nuvem relataram ter atingido plenamente os benefícios esperados, contra 36% das de adoção moderada e 28% das de baixa adoção, na pesquisa de 2020 da Accenture com 750 líderes (Accenture, 2020).
  • Perto da metade dos compradores de nuvem gastou mais com nuvem do que esperava em 2023, segundo a pesquisa Cloud Pulse do 4º trimestre de 2023 da IDC (IDC, 2024).
  • 85% foi o pico anterior da parcela de grandes empresas que esperavam trazer cargas de trabalho de volta da nuvem, segundo a vice-presidente de pesquisa da IDC Natalya Yezhkova em 2022 (IDC, 2022).
  • De 70% a 80% das empresas repatriam pelo menos alguns dados da nuvem pública todo ano, disse a IDC à Data Center Dynamics em 2023, descrevendo a repatriação como uma tendência constante desde que a nuvem pública se tornou dominante (IDC, 2023).
  • 83% das grandes empresas estavam “repatriando cargas de trabalho”, segundo o relato do Channelnomics de 2024 sobre o número da pesquisa da Barclays com CIOs, que ele depois esclarece como empresas, e não cargas de trabalho, e como planos, e não mudanças concluídas (Channelnomics, 2024).
  • 21,5% foi o crescimento previsto pela Gartner para o mercado mundial de serviços de nuvem pública em 2025 (Gartner, 2024).
  • 21,3% foi o crescimento previsto pela Gartner para os serviços mundiais de nuvem pública em 2026, na sua atualização de previsões 3Q25 (3º trimestre de 2025), com o mercado projetado para chegar a US$ 1,48 trilhão até 2029 (Gartner, 2025).
  • 2 vezes foi o crescimento que a IDC previu para os gastos mundiais com serviços de nuvem pública entre 2026 e 2029, com o SaaS respondendo por mais da metade dos gastos e o PaaS como o segmento de crescimento mais rápido, com 37% (IDC, 2026).
  • De um terço à metade do custo de rodar cargas de trabalho equivalentes na nuvem é quanto custa a repatriação, segundo os especialistas que a Andreessen Horowitz consultou para o seu ensaio de 2021 (Andreessen Horowitz, 2021).
  • 60% ou mais das empresas citam a economia de custos como o motivo original para ir para a nuvem, observou a Andreessen Horowitz em 2021, sem nomear nenhuma pesquisa (Andreessen Horowitz, 2021).
  • De 10% a 30% ou mais das cargas de trabalho continuavam na nuvem mesmo nas empresas mais agressivas na retirada de cargas de trabalho, entre aquelas com que a Andreessen Horowitz conversou em 2021 (Andreessen Horowitz, 2021).
  • US$ 700.000 foi o que a 37signals gastou com o hardware da Dell para a sua saída da nuvem, valor recuperado com as economias ao longo de 2023, enquanto os seus compromissos de longo prazo com a nuvem iam vencendo (37signals, 2024).
  • 94% dos entrevistados da State of Cloud Strategy Survey de 2022 da HashiCorp, conduzida pela Forrester Consulting em agosto de 2022, notaram gastos evitáveis com nuvem, tendo como principais causas os recursos ociosos (66%), o superdimensionamento (59%) e as lacunas de competências (47%) (HashiCorp, 2022).
  • 66% dos quase 1.200 entrevistados da State of Cloud Strategy Survey de 2024 da HashiCorp disseram que aumentaram os gastos com nuvem no ano anterior, contra 56% em 2023 (HashiCorp, 2024).
  • 14% a mais de gastos com migração do que o planejado e 38% das empresas atrasadas em mais de um trimestre foi como a Auxis reproduziu em 2023 a pesquisa de 2021 da McKinsey sobre migração para a nuvem (Auxis, 2023).
  • 38% dos projetos que envolvem migração de dados para a nuvem falham, segundo um “estudo recente” sem fonte no white paper de 2023 da Onix, os mesmos 38% que a McKinsey associou às migrações atrasadas em mais de um trimestre (Onix, 2023).
Flexera State of the Cloud: quanto os entrevistados estimaram ter desperdiçado e quanto estouraram o orçamento, por ano do relatório
Ano do relatório e medidaParcelaAbrangência
2017: gastos com nuvem desperdiçados, estimativa própria (RightScale)30%Profissionais de tecnologia de grandes e pequenas empresas, pesquisa State of the Cloud da RightScale · Mundo · 2017 (pesquisa em janeiro de 2017)
2018: gastos com nuvem desperdiçados, estimativa própria (RightScale)35%Profissionais de tecnologia de grandes e pequenas empresas, pesquisa State of the Cloud da RightScale · Mundo · 2018 (pesquisa em janeiro de 2018)
2019: gastos com nuvem desperdiçados, estimativa própria27%Profissionais técnicos de organizações de vários portes, pesquisa State of the Cloud da RightScale, da Flexera · Mundo · 2019 (pesquisa em janeiro de 2019)
2019: desperdício medido pelas próprias ferramentas da Flexera35%Gastos com nuvem de clientes da Flexera analisados junto com a pesquisa de 786 entrevistados · Mundo · 2019
2020: gastos com nuvem desperdiçados, estimativa própria30%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2020 (pesquisa no 1º trimestre de 2020)
2021: gastos com nuvem desperdiçados, estimativa própria30%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2021 (pesquisa no 4º trimestre de 2020)
2022: gastos com nuvem desperdiçados, estimativa própria32%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2022 (pesquisa no 4º trimestre de 2021)
2023: gastos com nuvem pública desperdiçados, estimativa própria28%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2023 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2022)
2024: gastos com nuvem pública desperdiçados (IaaS e PaaS), estimativa própria27%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2024 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2023)
2025: gastos com nuvem pública desperdiçados (IaaS e PaaS), estimativa própria27%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2025 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2024)
2026: gastos com nuvem pública desperdiçados (IaaS e PaaS), estimativa própria29%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2026 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2025)
2020: estouro médio dos orçamentos de nuvem pública23%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2020 (pesquisa no 1º trimestre de 2020)
2021: estouro médio24%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2021 (pesquisa no 4º trimestre de 2020)
2022: estouro médio13%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2022 (pesquisa no 4º trimestre de 2021)
2023: estouro médio18%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2023 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2022)
2024: estouro médio15%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2024 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2023)
2025: valor em que os orçamentos foram excedidos (formulação alterada)17%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2025 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2024)
2026: parcela dos entrevistados que excederam o orçamento (medida alterada)17%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2026 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2025)
Gráfico de linhas da parcela de gastos desperdiçados com nuvem pública estimada pelos próprios entrevistados nas pesquisas State of the Cloud da Flexera, de 30,0% em 2017 a 29,0% em 2026, com pico de 35% em 2018 e nunca abaixo de 27%.
Há uma década, os compradores de nuvem estimam o próprio desperdício em cerca de três dólares em cada dez. Fonte: Flexera (RightScale até 2019), relatórios State of the Cloud de 2017 a 2026 · Dados: 2017-2026Baixar imagem (PNG)SVG
Gráfico de barras do estouro médio dos orçamentos de nuvem pública nas pesquisas da Flexera: 23% em 2020, 24% em 2021, 13% em 2022, 18% em 2023 e 15% em 2024.
Os orçamentos de nuvem pública foram estourados entre 13% e 24% ao ano, em média. Fonte: Flexera, relatórios State of the Cloud de 2020 a 2024 · Dados: 2020-2024Baixar imagem (PNG)SVG
Flexera State of the Cloud: os desafios citados pelos entrevistados, por ano do relatório
Ano do relatório e desafioParcela dos entrevistadosAbrangência
2018 (RightScale, 997 entrevistados): gerenciar os gastos com nuvem é um desafio76%Profissionais de tecnologia de grandes e pequenas empresas, pesquisa State of the Cloud da RightScale · Mundo · 2018 (pesquisa em janeiro de 2018)
2020, grandes empresas: gerenciar os gastos com nuvem é um desafio (atrás da segurança)82%Entrevistados de grandes empresas (1.000 ou mais funcionários) na pesquisa de 2020 da Flexera com 750 entrevistados · Mundo · 2020 (pesquisa no 1º trimestre de 2020)
2022: gerenciar os gastos com nuvem é um desafio81%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2022 (pesquisa no 4º trimestre de 2021)
2023: gerenciar os gastos com nuvem, o principal desafio pela primeira vez82%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2023 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2022)
2024: gerenciar os gastos com nuvem, o principal desafio84%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2024 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2023)
2025: gerenciar os gastos com nuvem, o principal desafio84%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2025 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2024)
2026: gerenciar os gastos com nuvem, o principal desafio85%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2026 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2025)
2020: principal desafio da migração para a nuvemnº 1Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2020
2021: mapeamento das dependências entre aplicativos, um desafio da migração51%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2021 (pesquisa no 4º trimestre de 2020)
2022: entender as dependências entre aplicativos, o principal desafio da migração53%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2022 (pesquisa no 4º trimestre de 2021)
2023: mapeamento das dependências entre aplicativos, o maior desafio da migração49%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2023 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2022)
2024: entender as dependências entre aplicativos, o principal desafio da migração54%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2024 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2023)
2026: otimizar os custos depois da migração (caiu do terceiro para o quinto lugar)39%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2026 (pesquisa no inverno do hemisfério norte de 2025)
Gráfico de linhas das pesquisas State of the Cloud da Flexera: a parcela que aponta gerenciar os gastos com nuvem como um desafio subiu de 76% em 2018 para 85% em 2026, superando a segurança em 2023; a parcela que aponta as dependências entre aplicativos como um desafio da migração foi de 51% em 2021, 53% em 2022, 49% em 2023 e 54% em 2024.
Gerenciar os gastos com nuvem lidera a lista de desafios de nuvem da Flexera há quatro anos. Fonte: Flexera (RightScale em 2018), relatórios State of the Cloud de 2018 a 2026 · Dados: 2018-2026Baixar imagem (PNG)SVG
Repatriação: cinco pesquisas, cinco perguntas diferentes
Pesquisa, ano e o que foi perguntadoParcelaAbrangência
2019, IHS Markit para a Fortinet, 350 empresas: já tinham tirado pelo menos um aplicativo da nuvem pública74%350 empresas pesquisadas pela IHS Markit num estudo patrocinado pela Fortinet · Mundo · 2019
2019, Vanson Bourne para a Nutanix, 2.650 tomadores de decisão de TI: trazendo alguns aplicativos de volta para on-premises73%2.650 tomadores de decisão de TI de 24 países pesquisados pela Vanson Bourne para a Nutanix (Enterprise Cloud Index 2019) · Mundo (24 países) · 2019
2020, pesquisa da Barclays com CIOs (via imprensa especializada): planejavam trazer algumas cargas de trabalho de volta43%CIOs de grandes empresas na Barclays CIO Survey (amostra não pública) · Mundo (painel de CIOs da Barclays) · fim de 2020
2024, pesquisa da Barclays com CIOs (via imprensa especializada): planejavam trazer algumas cargas de trabalho de volta83%CIOs de grandes empresas na Barclays CIO Survey (amostra não pública) · Mundo (painel de CIOs da Barclays) · 2024 (pesquisa de 2024)
2024, IDC: esperavam alguma repatriação de computação ou de armazenamento nos doze meses seguintescerca de 80%Entrevistados da pesquisa da IDC sobre repatriação de cargas de trabalho (amostra não pública) · Mundo · 2024 (relatório de junho de 2024)
2024, IDC: planejavam a repatriação completa8% a 9%Empresas na Server and Storage Workloads Survey da IDC · Mundo · 2024 (pesquisa citada em outubro de 2024)
2022, IDG para a Supermicro: esperavam trazer cargas de trabalho de volta71%Entrevistados de TI de uma pesquisa da IDG patrocinada pela Supermicro (amostra não informada) · Mundo · 2022
2025, Flexera, 759 entrevistados: parcela das cargas de trabalho na nuvem já repatriadas21%Tomadores de decisão e usuários de nuvem em organizações de 100 a mais de 10.000 funcionários (pesquisa Flexera State of the Cloud) · Mundo · 2024-Q4
Tamanho do mercado de nuvem pública: as duas séries que publicamos
Empresa, medida e anoDólares americanosAbrangência
Gartner, gastos mundiais dos usuários finais com serviços de nuvem pública, 2024US$ 595,7 bilhõesMercado mundial de serviços de nuvem pública (previsão da Gartner, todos os segmentos) · Mundo · 2024
Gartner, a mesma medida, 2025 (previsão de novembro de 2024)US$ 723,4 bilhõesMercado mundial de serviços de nuvem pública (previsão da Gartner, todos os segmentos) · Mundo · 2025 (previsão feita em novembro de 2024)
Gartner, mercado de serviços de nuvem pública, 2029 (previsão de setembro de 2025)US$ 1,48 trilhãoMercado mundial de serviços de nuvem pública (previsão da Gartner) · Mundo · 2029 (previsão publicada em setembro de 2025)
IDC, gastos mundiais com nuvem pública, 2026 (previsão de março de 2026)mais de US$ 1 trilhãoMercado mundial de serviços de nuvem pública, IDC Worldwide Software and Public Cloud Services Spending Guide (28 setores, 53 países) · Mundo · 2026 (previsão publicada em março de 2026)
O que as páginas de compilação sobre migração para a nuvem publicam, e a que cada número remonta
Página de compilação, ano e númeroComo publicadoAbrangência
Opsio, 2025: gastos com nuvem pública em 2025 (previsão de novembro de 2024 da Gartner, atribuída corretamente)US$ 723,4 bilhõesMercado mundial de serviços de nuvem pública (previsão da Gartner) · Mundo · 2025
Opsio, 2025: gerenciar os gastos com nuvem é um desafio, identificado como “Flexera (2025)” (o número da edição de 2023)82%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2025 (reproduzindo 2023)
Opsio, 2025: organizações que atingem as metas de custo de nuvem (nenhuma pesquisa nomeada)40%Não especificado · Mundo · 2025
Opsio, 2025: “taxa de sucesso relatada” das migrações para a nuvem com escopo bem definido (nenhuma pesquisa nomeada; a DuploCloud a repete)89%Não especificado · Mundo · 2025
DuploCloud, 2025: mercado de migração para a nuvem até 2025 (fonte não nomeada)US$ 20,5 bilhõesEstimativa de pesquisa de mercado, editora não nomeada · Mundo · 2025
DuploCloud, 2025: “gastos globais com infraestrutura de nuvem pública” em 2024 (próximo dos US$ 595,7 bilhões da Gartner para todos os serviços de nuvem pública)US$ 592 bilhõesFonte não nomeada · Mundo · 2024
Auvik, 2026: “mercado de serviços de migração para a nuvem” em 2026, crescendo para US$ 143,7 bilhões até 2035 (fonte não nomeada)US$ 19,28 bilhõesEstimativa de pesquisa de mercado, editora não nomeada · Mundo · 2026
Auvik, 2026: gerenciar os gastos com nuvem é um dos principais desafios (Flexera 2025, atribuído corretamente)84%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2026 (reproduzindo 2025)
Prioxis, 2026: gastos com nuvem desperdiçados (Flexera 2026, atribuído corretamente)29%Tomadores de decisão e usuários de nuvem (profissionais técnicos e líderes executivos) no mundo todo, pesquisa State of the Cloud da Flexera · Mundo · 2026
Prioxis, 2026: “mercado global de nuvem como um todo” em 2026 (duas fontes não nomeadas)US$ 1.100 bilhõesFontes não nomeadas [1 | 2] · Mundo · 2026

Fontes: Accenture (2018, 2020); Flexera (2019-2026); Unisys (2019); IDC (2022-2026); Fortinet; Nutanix; Barclays; Gartner (2021, 2024, 2025); HashiCorp (2022, 2024); Virtana; Andreessen Horowitz; 37signals; RightScale (2016, 2017, 2018); Intelligent CIO; Channelnomics; Auxis; Onix; IDG; Opsio; DuploCloud; Auvik; Prioxis

Com que frequência as migrações de PCs e do Windows dão errado?

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

32% das organizações numa pesquisa do setor tinham perdido dados ao passar de um dispositivo para outro ou ao fazer o upgrade de um sistema operacional (Kroll Ontrack, 2016).

Gráfico de barras horizontais das barreiras à migração do Windows por pesquisa: 53% atribuíram os atrasos à incompatibilidade de aplicativos (Symantec, 2010), 68% citaram a compatibilidade de aplicativos legados (Adaptiva, 2016), 57% citaram recursos, tempo e custo (Ivanti, 2019), 77% tinham pelo menos um aplicativo incompatível (Cloudhouse, 2022), 45% apontaram a compatibilidade de software como a principal barreira (Dell, 2025) e 47% apontaram a compatibilidade de aplicativos como um dos principais desafios (Panasonic, 2025).
A compatibilidade de aplicativos é a barreira à migração do Windows que a maioria das pesquisas cita primeiro desde 2010. Fonte: Symantec (2010), Adaptiva (2016), Ivanti (2019), Cloudhouse via Intelligent CIO (2022), Dell com Focaldata (2025), Panasonic (2025) · Dados: 2010-2025Baixar imagem (PNG)SVG
  • 53% das equipes de TI que migraram para o Windows 7 atribuíram os seus atrasos à incompatibilidade de aplicativos, em 2010.
  • Dos que perderam dados, 75% não conseguiram restaurar tudo e 23% não recuperaram nada, embora 57% tivessem backup.
  • 12% dos consumidores que fizeram o upgrade para o Windows 10 voltaram para a versão anterior do Windows, numa pesquisa de 2016 com associados.
  • Migrar uma máquina existente para o Windows 7 levava 5 horas em média, contra 4 numa instalação limpa.
  • 37% dos entrevistados de TI esperavam que a migração completa para o Windows 10 levasse mais de um ano, em 2017.
Quão prontas estavam as máquinas não migradas, por auditoria de parque
Auditoria e populaçãoParcela
2024, ControlUp, endpoints corporativos ainda sem Windows 11: já capazes de rodá-lo88%
2024, ControlUp: precisam ser substituídos11%
2025, ControlUp: endpoints da área da saúde que precisam ser substituídos (finanças: 3%)19% contra 3%
2026, Lansweeper, dispositivos Windows 10 restantes: não atendem aos requisitos de hardware do Windows 112,8%
2026, Lansweeper, dispositivos Windows 10 da área da saúde: impossíveis de migrar1,1%
2022, Nexthink, dispositivos gerenciados: prontos para o Windows 1140%
2022, Nexthink: nada prontos35% não prontos, 25% quase
2018 a 2025, Microsoft App Assure, aplicativos corporativos: compatíveis com o Windows seguinte99,7%

Fontes: Kroll Ontrack; Symantec (2010a, 2010b); Which?; Adaptiva (2017, 2016); ControlUp (2025, 2024); Lansweeper; Nexthink; Microsoft; Ivanti; Cloudhouse; Dell Technologies; Panasonic TOUGHBOOK

Mais estatísticas (109)

32% das organizações tinham perdido dados ao migrar entre dispositivos ou ao fazer o upgrade de sistemas operacionais, entre 572 clientes de recuperação de dados da Kroll Ontrack pesquisados em fevereiro de 2016 (Kroll Ontrack, 2016).

Levar um parque de PCs para uma nova versão do Windows, ou uma pessoa para um computador novo, também é uma migração, e as pesquisas que a medem são, na maioria, encomendadas pelas empresas que vendem as ferramentas ou o hardware. Lidas com isso em mente, elas concordam em três pontos. A compatibilidade de aplicativos é a barreira que as equipes de TI citam primeiro na maioria das pesquisas, da mudança para o Windows 7 à mudança para o Windows 11, embora o próprio programa de compatibilidade da Microsoft constate que quase todo aplicativo corporativo funciona. O tempo de planejamento é trocado por tempo de inatividade: as equipes que mais se prepararam relataram menos transtornos. E os dados se perdem no caminho com mais frequência do que qualquer um planeja, a única constatação aqui que vem de uma empresa de recuperação de dados, e não de um fornecedor de software. As auditorias de prontidão no fim da seção são a ponte para a página de adoção do Windows 11: a maioria das máquinas que não tinham migrado poderia ter migrado.

  • 53% de 1.360 entrevistados de TI em empresas que tinham migrado para o Windows 7 associaram os seus atrasos à incompatibilidade de aplicativos, à frente da incompatibilidade de hardware (44%) e do orçamento (40%), em 2010 (pesquisa da Symantec via Redmond Magazine, 2010).
  • 5 horas era o tempo médio para migrar cada máquina existente de um sistema operacional antigo para o Windows 7, caindo para 4 horas numa instalação limpa numa máquina nova, entre 1.360 gerentes de TI pesquisados para a Symantec em 2010 (pesquisa da Symantec via TechCentral.ie, 2010).
  • 2 horas sem poder trabalhar foi o tempo de inatividade dos usuários nas organizações cuja TI passou 20 horas se preparando para o Windows 7, contra 6 horas onde a TI passou nove horas, entre mais de 1.300 gestores de TI pesquisados pela Symantec em 2010 (Symantec, 2010).
  • 20 horas de preparação de TI, em média, foi o investimento do grupo de melhor desempenho em uma migração para o Windows 7, contra nove horas no grupo de pior desempenho, entre mais de 1.300 gerentes de TI pesquisados pela Symantec em 2010 (Symantec, 2010).
  • 60% dos usuários ficaram extremamente satisfeitos depois da migração nas organizações de melhor desempenho (20 horas de preparação de TI), contra 25% nas de pior desempenho (nove horas), entre mais de 1.300 gerentes de TI pesquisados pela Symantec em 2010 (Symantec, 2010).
  • 78% das equipes de TI disseram que o processo de migração para o Windows 7 em si foi tranquilo, entre mais de 1.300 gerentes de TI pesquisados pela Symantec em 2010 (Symantec, 2010).
  • 71% de 1.360 entrevistados de TI preferiam substituir os aplicativos incompatíveis com o Windows 7, e 69% viam a virtualização de aplicativos como uma solução, em 2010 (pesquisa da Symantec via Redmond Magazine, 2010).
  • Mais de 1.300 gerentes de TI do mundo todo responderam à Windows 7 Migration Survey de 2010 da Symantec, que relatou as suas experiências com migrações concluídas em 2010 (Symantec, 2010).
  • 77% de 200 CIOs pesquisados no Reino Unido e nos EUA disseram que a sua organização tinha pelo menos um aplicativo incompatível com a versão mais recente do Windows, em junho de 2022 (pesquisa da Cloudhouse via Intelligent CIO, 2022).
  • 89% de 200 CIOs pesquisados no Reino Unido e nos EUA disseram que até um quarto (25%) dos aplicativos da sua organização era incompatível com a versão mais recente do Windows, em junho de 2022 (pesquisa da Cloudhouse via Intelligent CIO, 2022).
  • 24% de 200 CIOs pesquisados no Reino Unido e nos EUA estavam “nada ou pouco confiantes” de que a sua organização conseguiria deixar as suas plataformas 100% compatíveis com o Windows mais recente, em junho de 2022 (pesquisa da Cloudhouse via Intelligent CIO, 2022).
  • 20% de 200 CIOs pesquisados no Reino Unido e nos EUA tinham um plano abrangente de modernização de aplicativos, e 25% acreditavam ter resolvido a maior parte dos problemas, em junho de 2022 (pesquisa da Cloudhouse via Intelligent CIO, 2022).
  • Mais de 99,7% era a taxa de compatibilidade de aplicativos com o Windows 10 nas organizações corporativas, incluindo aplicativos de linha de negócios, nos dados do App Assure da Microsoft citados na sua página de planejamento do Windows 11 em 2025 (Microsoft, 2025).
  • Quase 800.000 aplicativos tinham sido avaliados pelo serviço App Assure da Microsoft desde 2018, segundo a página de planejamento do Windows 11 da Microsoft em 2025 (Microsoft, 2025).
  • 3.307 dos 837.699 aplicativos de clientes avaliados pelo serviço App Assure da Microsoft precisaram de algum nível de correção para rodar no software mais recente da Microsoft, até outubro de 2021 (Microsoft, 2021).
  • 190.000 dispositivos foram atualizados para o Windows 11 em toda a Microsoft em cinco semanas, a implantação de sistema operacional mais rápida da história da empresa, segundo um relato de 2022 (Microsoft Inside Track, 2022).
  • 75% dos entrevistados que perderam dados não conseguiram restaurar tudo, e 23% não recuperaram nada, embora 57% tivessem uma solução de backup, entre 572 clientes da Kroll Ontrack pesquisados em fevereiro de 2016 (Kroll Ontrack, 2016).
  • 50% dos entrevistados disseram ter perdido dados ao migrar um desktop ou notebook para novos softwares ou plataformas, entre 572 clientes da Kroll Ontrack pesquisados em fevereiro de 2016 (Kroll Ontrack, 2016).
  • 39% apontaram o upgrade do sistema operacional como a mudança mais arriscada em desktops ou notebooks em termos de perda de dados, à frente da recriação da imagem (22%), da migração física do hardware (20%) e do upgrade do hardware (17%), entre 572 clientes da Kroll Ontrack pesquisados em 2016 (Kroll Ontrack, 2016).
  • 17% dos entrevistados com backup disseram que ele não estava atualizado quando os dados se perderam durante uma migração ou um upgrade do sistema operacional, 15% disseram que ele não estava funcionando, 14% que o dispositivo não estava incluído e 11% que a mídia estava corrompida, entre 572 clientes da Kroll Ontrack pesquisados em 2016 (Kroll Ontrack, 2016).
  • 12% dos 2.500 associados da Which? que tinham feito o upgrade para o Windows 10 tinham voltado para a versão anterior do Windows, na pesquisa da Which? de junho de 2016 com 5.500 associados (Which? via Silicon UK, 2016).
  • Mais da metade dos 12% de associados da Which? que voltaram do Windows 10 o fizeram porque o upgrade tinha prejudicado o PC (impressoras, Wi-Fi, alto-falantes, arquivos perdidos, sincronização de e-mail), na pesquisa da Which? de junho de 2016 (Which? via Silicon UK, 2016).
  • 57% de mais de 5.000 usuários do Windows XP pesquisados pela IObit disseram que perder dados importantes era a sua maior preocupação em relação ao upgrade do XP, em abril de 2014 (IObit, 2014).
  • 65% dos profissionais de TI cujas empresas já tinham feito o upgrade classificaram a mudança para o Windows 10 como “de um pouco a extremamente desafiadora”, entre mais de 300 pesquisados pela Adaptiva em 2016 (Adaptiva via CIO Dive, 2016).
  • 57% de 446 entrevistados esperavam que migrar um único PC para o Windows 10 levasse entre duas e quatro horas, na pesquisa com grandes empresas da Adaptiva de maio de 2017 (Adaptiva via RCP, 2017).
  • 37% de 446 entrevistados esperavam que a migração completa para o Windows 10 levasse mais de um ano, e 22%, de sete a 12 meses, na pesquisa com grandes empresas da Adaptiva de maio de 2017 (Adaptiva via RCP, 2017).
  • 39% de mais de 500 profissionais de TI pesquisados pela Ivanti em outubro de 2019 não concluiriam a migração para o Windows 10 antes do fim do suporte do Windows 7, em janeiro de 2020 (Ivanti via Help Net Security, 2019).
  • 59% de mais de 500 profissionais de TI pesquisados pela Ivanti em outubro de 2019 ainda não tinham migrado todos os seus usuários para o Windows 10, dez semanas antes do fim do suporte do Windows 7 (Ivanti via Help Net Security, 2019).
  • 67% das empresas que rodavam o Windows 7 planejavam migrar todas as suas máquinas antes da data de fim do suporte, em janeiro de 2020, e 25% planejavam migrar depois do prazo, entre 489 tomadores de decisão de TI pesquisados pela Spiceworks em junho de 2019 (Spiceworks, 2019).
  • 79% das organizações ainda rodavam pelo menos uma instância do Windows 7 seis meses antes do fim do suporte, nos dados de implantação da Spiceworks de abril de 2019 (Spiceworks, 2019).
  • 45% de 1.000 tomadores de decisão de TI do Reino Unido citaram problemas de compatibilidade de software como uma barreira à transição para o Windows 11, a barreira mais citada, na pesquisa da Focaldata para a Dell de junho de 2025 (Dell, 2025).
  • 20% das empresas do Reino Unido ainda não tinham começado a transição para o Windows 11 a menos de quatro meses do prazo, na pesquisa da Focaldata para a Dell de junho de 2025 com 1.000 tomadores de decisão de TI (Dell via TechRadar, 2025).
  • 62% dos dispositivos precisavam ser atualizados ou totalmente substituídos para suportar o Windows 11, entre 200 tomadores de decisão de grandes empresas do Reino Unido e da Alemanha pesquisados para a Panasonic TOUGHBOOK em março de 2025 (Panasonic via Enterprise Times, 2025).
  • 42% dos tomadores de decisão de grandes empresas do Reino Unido disseram que a sua migração para o Windows 11 estava levando mais tempo que o planejado, empatada com a compatibilidade de aplicativos (42%) e o momento do ciclo de vida dos dispositivos (42%), entre 100 entrevistados do Reino Unido na pesquisa de 2025 da Panasonic TOUGHBOOK (Panasonic, 2025).
  • 30% da base instalada de PCs da HP ainda estava no Windows 10 sete meses depois do fim do suporte, segundo a diretora financeira da HP na teleconferência de resultados do 2º trimestre fiscal de 2026 (HP via The Register, 2026).
  • 88% dos endpoints corporativos que ainda não estavam no Windows 11 na amostra de agosto de 2024 da ControlUp tinham hardware pronto para migrar, 1% podia ser atualizado para cumprir os requisitos e 11% precisavam de substituição completa (ControlUp, 2024).
  • 2,8% dos dispositivos com Windows 10 que restavam nos parques dos clientes da Lansweeper em julho de 2026 estavam em hardware que não cumpre os requisitos do Windows 11, por isso a maioria dos que resistiam poderia fazer o upgrade (Lansweeper, 2026).
  • Os dispositivos com Windows 11 nos dados dos clientes da Nexthink registraram falhas de sistema em 1,2% dos dispositivos, contra 0,6% no Windows 10, e reinicializações forçadas em 9,9%, contra 8,5%, em 2025 (Nexthink, 2025).
  • 41% de 2.156 PMEs da Ásia-Pacífico pesquisadas citaram o medo de problemas de compatibilidade de aplicativos, e 27% a falta de orçamento, como o principal motivo para não substituir PCs antigos, no estudo de 2018 da Techaisle para a Microsoft e a Intel (Techaisle, 2018).
  • 50% de 200 CIOs pesquisados no Reino Unido e nos EUA disseram que ainda restava uma quantidade significativa de trabalho para modernizar os aplicativos para a compatibilidade com as versões mais novas do Windows, em junho de 2022 (pesquisa da Cloudhouse via Intelligent CIO, 2022).
  • 32% de 200 CIOs pesquisados no Reino Unido e nos EUA disseram que de 16% a 25% dos seus aplicativos eram críticos para as operações de negócios, em junho de 2022 (pesquisa da Cloudhouse via Intelligent CIO, 2022).
  • 200 CIOs de empresas do Reino Unido e dos EUA foram consultados na pesquisa da Cloudhouse de junho de 2022, dos quais 55% planejavam aumentar de forma significativa os orçamentos de modernização de aplicativos (ERP Today, 2022).
  • 29% de 200 CIOs pesquisados no Reino Unido e nos EUA que tinham um plano de ação disseram que a sua estratégia principal era substituir um aplicativo incompatível para funcionar com uma nova versão do Windows, em junho de 2022 (pesquisa da Cloudhouse via ERP Today, 2022).
  • 52% dos gerentes de TI na pesquisa da Symantec de 2010 sobre o Windows 7 citaram a incompatibilidade de aplicativos como a maior causa de atrasos na migração, segundo a reportagem do TechCentral.ie (TechCentral.ie, 2010).
  • 79% dos gerentes de TI na pesquisa da Symantec de 2010 sobre o Windows 7 disseram que o desempenho tinha aumentado um pouco ou significativamente depois da migração, segundo a reportagem do TechCentral.ie, contra 80% na da Redmond Magazine (TechCentral.ie, 2010).
  • Reinstalar os aplicativos foi uma das três tarefas que mais tomaram tempo na migração para o Windows 7, junto com o planejamento e o próprio upgrade, segundo 1.360 empresas pesquisadas para a Symantec em 2010 (ESJ, 2010).
  • Dias ou até meses era o tempo que podia levar para configurar um PC novo com os dados, o e-mail, os contatos, os favoritos e as configurações do antigo, segundo o anúncio de 2002 da Intel sobre o PC Migration Work Group (Intel, 2002).
  • 12% dos que fizeram o upgrade para o Windows 10 tinham voltado atrás “por causa do impacto negativo da atualização nos seus PCs”, segundo o relato da Computer Weekly sobre a pesquisa de 2016 da Which?, enquanto o Silicon UK informou que mais da metade dos 12% deu esse motivo (Computer Weekly, 2016).
  • A maioria dos usuários que voltaram do Windows 10 o fez nos primeiros dias, disse a Microsoft quando reduziu o prazo para reverter de 30 para 10 dias, em agosto de 2016, sem publicar uma taxa de reversão (Microsoft via Computerworld, 2016).
  • 53% dos entrevistados disseram ter perdido dados ao migrar para um novo dispositivo móvel, entre 572 clientes da Kroll Ontrack pesquisados em fevereiro de 2016 (Kroll Ontrack, 2016).
  • 38% de mais de 5.000 usuários do Windows XP pesquisados pela IObit disseram que o processo de upgrade do sistema tomava muito tempo, em abril de 2014 (IObit, 2014).
  • 4,2 milhões de horas de trabalho manual é a estimativa mínima da Nexthink para atualizar os cerca de 60% de 3,12 milhões de dispositivos analisados que não eram compatíveis com o Windows 11 em 2022 (Nexthink, 2022).
  • 82% dos dispositivos fora do Windows 11, 88% deles prontos e 11% precisando de substituição foram as constatações da ControlUp de agosto de 2024 conforme reproduzidas pelo ITPro, que acrescentou a visão da Cloudhouse de que as migrações do Windows 10 eram “muitas vezes demoradas e disruptivas” por causa dos aplicativos legados (ITPro, 2024).
  • 89% dos entrevistados do Reino Unido esperavam que os custos da migração para o Windows 11 aumentassem se ela não fosse concluída antes de outubro de 2025, contra 43% dos entrevistados alemães, entre 200 tomadores de decisão de grandes empresas pesquisados para a Panasonic TOUGHBOOK em março de 2025 (Panasonic via Enterprise Times, 2025).
  • 56% dos dispositivos na Alemanha precisariam ser substituídos ou atualizados para o Windows 11, contra 68% no Reino Unido, entre 200 tomadores de decisão de grandes empresas pesquisados para a Panasonic TOUGHBOOK em 2025 (Panasonic, 2025).
  • 2 vezes a taxa do Windows 10 foi a velocidade com que as pessoas aceitaram a oferta de upgrade para o Windows 11, disse Panos Panay, da Microsoft, em janeiro de 2022, sem dar os números de base (Microsoft via The Register, 2022).
O que as equipes de TI disseram que atrasou ou bloqueou uma migração do Windows, por pesquisa
Pesquisa, ano e barreiraParcela dos entrevistadosAbrangência
2010, Symantec, mais de 1.300 gerentes de TI (Windows 7): a incompatibilidade de aplicativos causou os maiores atrasos53%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (Applied Research para a Symantec, agosto de 2010) · Mundo · 2010-08
2010, Symantec: incompatibilidade de hardware44%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
2010, Symantec: restrições de orçamento40%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
2016, Adaptiva, TI corporativa (Windows 10): compatibilidade de aplicativos legados68%mais de 300 profissionais de TI de empresas pequenas, médias e grandes pesquisados pela Adaptiva na época da Atualização de Aniversário do Windows 10, 2016 · Estados Unidos (principalmente) · 2016-07
2019, Ivanti, profissionais de TI (Windows 10): recursos, tempo e custo da migração57%mais de 500 profissionais de TI pesquisados on-line pela Ivanti, 2019 · Mundo · 2019-10
2022, Cloudhouse, 200 CIOs do Reino Unido e dos EUA: têm um aplicativo incompatível com o Windows mais recente77%200 CIOs de grandes organizações do Reino Unido e dos EUA (pesquisa encomendada pela Cloudhouse, junho de 2022) · Reino Unido e EUA · 2022-06
2018, Techaisle para a Microsoft, PMEs: mantiveram PCs antigos por medo de problemas de compatibilidade de aplicativos41%2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2025, Dell (Focaldata), tomadores de decisão de TI do Reino Unido (Windows 11): compatibilidade de software, a principal barreira45%1.000 tomadores de decisão de TI do Reino Unido (53% em empresas com 251 ou mais funcionários, 32% de 51 a 250, 15% de 1 a 50) pesquisados pela Focaldata para a Dell, de 3 a 9 de junho de 2025 · Reino Unido · 2025-06
2025, Dell: compatibilidade de hardware / transtorno operacional34% / 32%1.000 tomadores de decisão de TI do Reino Unido (53% em empresas com 251 ou mais funcionários, 32% de 51 a 250, 15% de 1 a 50) pesquisados pela Focaldata para a Dell, de 3 a 9 de junho de 2025 · Reino Unido · 2025-06
2025, Panasonic, tomadores de decisão do Reino Unido e da Alemanha (Windows 11): compatibilidade de aplicativos47%200 tomadores de decisão (100 na Alemanha, 100 no Reino Unido) em organizações com mais de 1.000 funcionários que estavam fazendo a migração para o Windows 11, pesquisados em março de 2025 para a Panasonic TOUGHBOOK (white paper “Navigating the Shift”) · Reino Unido e Alemanha · 2025-03
2025, Panasonic, Alemanha: tempo de inatividade dos dispositivos e, em seguida, compatibilidade de aplicativos54% / 52%200 tomadores de decisão (100 na Alemanha, 100 no Reino Unido) em organizações com mais de 1.000 funcionários que estavam fazendo a migração para o Windows 11, pesquisados em março de 2025 para a Panasonic TOUGHBOOK (white paper “Navigating the Shift”) · Alemanha · 2025-03
2025, Panasonic, Reino Unido: migração levando mais tempo que o planejado42%200 tomadores de decisão (100 na Alemanha, 100 no Reino Unido) em organizações com mais de 1.000 funcionários que estavam fazendo a migração para o Windows 11, pesquisados em março de 2025 para a Panasonic TOUGHBOOK (white paper “Navigating the Shift”) · Reino Unido · 2025-03
2013, Techaisle: citaram a falta de orçamento para não substituir PCs antigos47%736 pequenas empresas (de 1 a 99 funcionários) no Brasil, na China, na Alemanha, na Índia, na Rússia e nos Estados Unidos (Intel Small Business PC Refresh Study, da Techaisle, abril de 2013) · Brasil, China, Alemanha, Índia, Rússia, Estados Unidos · 2013-04
2018, Techaisle para a Microsoft e a Intel, 2.156 PMEs da Ásia-Pacífico: barreiras a dispositivos mais novosas 2 principais barreiras2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
Pesquisa da Symantec de 2010 sobre a migração para o Windows 7: as demais constatações
Medida (gerentes de TI pesquisados em agosto de 2010, conforme divulgado pela Symantec e pela imprensa especializada)NúmeroAbrangência
Entrevistados (porte mediano das empresas de 1.000 a 2.499 funcionários)1.3601.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Migraram para o Windows 7 imediatamente (a mediana esperou de seis a doze meses)8%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Estavam migrando do Windows Vista23%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo (veículo irlandês) · 2010-08
Tiveram atrasos, como incompatibilidade de aplicativos e restrições de orçamentoa maioriaMais de 1.300 gerentes de TI do mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010) · Mundo · 2010-08
Parcela do tempo de migração dedicada ao planejamento, a tarefa que mais toma tempo17%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Parcela do esforço dedicada a reinstalar aplicativos, a terceira tarefa que mais toma tempo10%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Equipe de TI normalmente envolvida (a automação compensava a partir de dez PCs)metade da equipe de TIMais de 1.300 gerentes de TI do mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010) · Mundo · 2010-08
Automatizaram o processo de upgrade54%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Disseram que o planejamento ajudou e minimizou o customais de 80%Mais de 1.300 gerentes de TI do mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010) · Mundo · 2010-08
Disseram que foi mais fácil que a sua última migração de sistema operacional63%Mais de 1.300 gerentes de TI do mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010) · Mundo · 2010-08
Disseram que foi mais difícil que a sua última migração do Windows11%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Viam a virtualização de aplicativos como solução para os problemas de compatibilidade69%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Dos 62% que definiram metas de ROI, as atingiram90%Mais de 1.300 gerentes de TI do mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010) · Mundo · 2010-08
Disseram que o desempenho dos PCs aumentou um pouco ou significativamente80%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Empresas de melhor desempenho que fizeram o upgrade em até um ano após o lançamento (52% nas de pior desempenho)71% contra 52%1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo · 2010-08
Até onde as migrações do Windows tinham chegado, por pesquisa ou auditoria
Pesquisa, ano e medidaParcelaAbrangência
2015, Spiceworks, mais de 500 profissionais de TI: planejavam adotar o Windows 10 em até dois anos73%mais de 500 profissionais de TI do mundo todo na pesquisa da comunidade da Spiceworks, de abril a maio de 2015 · Mundo · 2015-04/2015-05
2015, Spiceworks: desses, prontos para começar no primeiro ano40%mais de 500 profissionais de TI do mundo todo na pesquisa da comunidade da Spiceworks, de abril a maio de 2015 · Mundo · 2015-04/2015-05
2016, Adaptiva, mais de 300 profissionais de TI: esperavam migrar para o Windows 10 em até um ano64%mais de 300 profissionais de TI de empresas pequenas, médias e grandes pesquisados pela Adaptiva na época da Atualização de Aniversário do Windows 10, 2016 · Estados Unidos (principalmente) · 2016-07
2017, Adaptiva, 446 entrevistados: tinham migrado um décimo dos dispositivos ou menos, dois anos depois do lançamento46%446 entrevistados (cerca de 47% administradores de sistemas de TI e equipe de suporte técnico, cerca de 60% gerenciando mais de 1.000 sistemas) da base de clientes da Adaptiva, maio de 2017 · Estados Unidos (principalmente) · 2017-05
2017, Adaptiva: mais da metade da migração concluída (7,2% esperavam estar assim um ano antes)28%446 entrevistados (cerca de 47% administradores de sistemas de TI e equipe de suporte técnico, cerca de 60% gerenciando mais de 1.000 sistemas) da base de clientes da Adaptiva, maio de 2017 · Estados Unidos (principalmente) · 2017-05
2019, Spiceworks: empresas com o Windows XP em pelo menos um dispositivo, cinco anos depois do fim do suporte32%organizações nos dados anonimizados de implantação de tecnologia da Spiceworks (abril de 2019), com uma pesquisa com 489 tomadores de decisão de TI da América do Norte (77%) e da Europa (23%) em junho de 2019 · América do Norte e Europa · 2019-04
2024, ControlUp, mais de 750.000 endpoints corporativos: ainda sem Windows 1182%mais de 750.000 dispositivos endpoint Windows corporativos gerenciados pela ControlUp no início de agosto de 2024 · Mundo · 2024-08
2025, ControlUp, mais de um milhão de endpoints: migração não concluída, quatro meses antes do fim do suporte50%mais de um milhão de dispositivos endpoint Windows corporativos sob gestão da ControlUp em junho de 2025 · Mundo · 2025-06
2025, ControlUp, organizações com mais de 10.000 dispositivos: migração concluída42%endpoints Windows em organizações com mais de 10.000 dispositivos Windows, entre mais de um milhão gerenciados por clientes da ControlUp · Mundo · 2025-06
2025, endpoints de clientes da Nexthink: queda dos dispositivos com Windows 10, de maio a agosto-33%Endpoints com Windows 10 nos ambientes dos clientes da Nexthink · Mundo · 2025-05/2025-08
2025, Dell (Focaldata), 1.000 tomadores de decisão de TI do Reino Unido: migrando para o Windows 11 ou já nele80%1.000 tomadores de decisão de TI do Reino Unido (53% em empresas com 251 ou mais funcionários, 32% de 51 a 250, 15% de 1 a 50) pesquisados pela Focaldata para a Dell, de 3 a 9 de junho de 2025 · Reino Unido · 2025-06
2025, Dell: em andamento, e transição concluída44% em andamento, 35% concluída1.000 tomadores de decisão de TI do Reino Unido (53% em empresas com 251 ou mais funcionários, 32% de 51 a 250, 15% de 1 a 50) pesquisados pela Focaldata para a Dell, de 3 a 9 de junho de 2025 · Reino Unido · 2025-06
2025, Dell, pequenas empresas: viam a transição como desnecessária29%1.000 tomadores de decisão de TI do Reino Unido (53% em empresas com 251 ou mais funcionários, 32% de 51 a 250, 15% de 1 a 50) pesquisados pela Focaldata para a Dell, de 3 a 9 de junho de 2025 · Reino Unido · 2025-06
2025, Panasonic, 200 tomadores de decisão do Reino Unido e da Alemanha: tinham começado a migração até março52%200 tomadores de decisão (100 na Alemanha, 100 no Reino Unido) em organizações com mais de 1.000 funcionários que estavam fazendo a migração para o Windows 11, pesquisados em março de 2025 para a Panasonic TOUGHBOOK (white paper “Navigating the Shift”) · Reino Unido e Alemanha · 2025-03
2026, Lansweeper, nove meses depois do fim do suporte: dispositivos clientes Windows ainda no Windows 1016,9%Dispositivos Windows nos dados HVMND Collective Intelligence da Lansweeper · Mundo · 2026-07
2026, Lansweeper: dispositivos Windows em qualquer versão em fim de vida18,7%Dispositivos Windows nos dados HVMND da Lansweeper · Mundo · 2026-07
Quão prontas estavam as máquinas não migradas, por auditoria de parque
Auditoria e populaçãoParcelaAbrangência
2024, ControlUp, endpoints corporativos ainda sem Windows 11: já capazes de rodá-lo88%endpoints Windows corporativos ainda não migrados para o Windows 11, entre mais de 750.000 gerenciados pela ControlUp · Mundo · 2024-08
2024, ControlUp: precisam ser substituídos11%endpoints Windows corporativos ainda não migrados para o Windows 11, entre mais de 750.000 gerenciados pela ControlUp · Mundo · 2024-08
2025, ControlUp: endpoints da área da saúde que precisam ser substituídos (finanças: 3%)19% contra 3%endpoints Windows corporativos da área da saúde, entre mais de um milhão gerenciados por clientes da ControlUp · Mundo · 2025-06
2026, Lansweeper, dispositivos Windows 10 restantes: não atendem aos requisitos de hardware do Windows 112,8%Dispositivos com Windows 10 nos dados HVMND da Lansweeper · Mundo · 2026-07
2026, Lansweeper, dispositivos Windows 10 da área da saúde: impossíveis de migrar1,1%um subconjunto de milhões de dispositivos Windows em dezenas de milhares de sites de clientes da Lansweeper (dados HVMND Collective Intelligence), julho de 2026 · Mundo · 2026-07
2022, Nexthink, dispositivos gerenciados: prontos para o Windows 1140%3,12 milhões de dispositivos anonimizados em 457 organizações clientes da Nexthink em 8 setores · Mundo · 2022-05
2022, Nexthink: nada prontos35% não prontos, 25% quase3,12 milhões de dispositivos anonimizados em 457 organizações clientes da Nexthink em 8 setores · Mundo · 2022-05
2018 a 2025, Microsoft App Assure, aplicativos corporativos: compatíveis com o Windows seguinte99,7%aplicativos avaliados pelo programa App Assure da Microsoft para clientes corporativos · Mundo · 2018-09/2025-03
Microsoft App Assure: o que foi divulgado, por data
Data e medidaNúmeroAbrangência
Outubro de 2021: aplicativos de clientes avaliados desde setembro de 2018837.699aplicativos de clientes enviados ao serviço App Assure da Microsoft por clientes comerciais, 2018 a 2021 · Mundo · 2018-09/2021-10
Outubro de 2021: compatíveis sem correção99,6%aplicativos de clientes enviados ao serviço App Assure da Microsoft por clientes comerciais, 2018 a 2021 · Mundo · 2018-09/2021-10
Outubro de 2021: aplicativos que precisaram de correção3.307aplicativos de clientes enviados ao serviço App Assure da Microsoft por clientes comerciais, 2018 a 2021 · Mundo · 2018-09/2021-10
2022: aplicativos compatíveis com o Windows 11, no próprio upgrade da Microsoft99,7%aplicativos em uso na Microsoft, avaliados pelo App Assure · Mundo · 2022
2022: dispositivos qualificados da Microsoft atualizados em cinco semanas, sem aumento dos chamados de suporte99%190.000 dispositivos de funcionários da Microsoft considerados elegíveis para o Windows 11 · Mundo · 2021-10/2022
Março de 2025: aplicativos avaliados desde 2018cerca de 800.000aplicativos avaliados pelo programa App Assure da Microsoft · Mundo · 2018-09/2025-03
2018 a 2025, Microsoft App Assure, aplicativos corporativos: compatíveis com o Windows seguinte99,7%aplicativos avaliados pelo programa App Assure da Microsoft para clientes corporativos · Mundo · 2018-09/2025-03
Março de 2025: parque mínimo para o serviço gratuito, em dispositivos150 ou mais dispositivosclientes comerciais do Microsoft 365 · Mundo · 2025-03

Fontes: Kroll Ontrack; Symantec (2010); Cloudhouse (2022); Microsoft (2016-2025); Which?; IObit; Adaptiva (2016, 2017); Ivanti; Spiceworks (2015, 2019); Dell Technologies; Panasonic TOUGHBOOK (2025); HP; ControlUp (2024, 2025); Lansweeper; Nexthink (2022, 2025); Techaisle (2014, 2018); Laplink (2011, 2012); TechCentral.ie; Enterprise Systems Journal; Intel; Computer Weekly; ITPro; Microsoft and Intel

Migrações de servidores, bancos de dados e sites: quantas atrasam?

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

20,9% das instâncias do Windows Server auditadas cinco semanas antes do fim do suporte do Server 2012 ainda o rodavam, em 2023 (Lansweeper, 2023).

Gráfico de barras horizontais das auditorias de servidores: 61% das organizações ainda tinham o Windows Server 2003 seis meses antes do fim do suporte (janeiro de 2015) e 53% onze meses depois (junho de 2016); 59% dos Windows Server expostos na internet rodavam versões sem suporte (2020); 20,9% das instâncias do Windows Server rodavam o 2012 cinco semanas antes do fim do suporte e 6,7% já estavam sem suporte (2023); 19,8% das instâncias do SQL Server estavam fora do suporte (2024).
A cada fim do suporte de servidores, de um quinto a três quintos ainda estão na versão antiga. Fonte: Spiceworks via eWeek (2015) e o seu próprio blog (2016), Rapid7 (2020), Lansweeper via Techzine (2023) e The Register (2024) · Dados: 2015-2024Baixar imagem (PNG)SVG
  • Apenas 15% dos profissionais de TI pesquisados tinham migrado completamente do Windows Server 2003 até janeiro de 2015, seis meses antes do fim do suporte.
  • Em junho de 2016, 11 meses depois do fim do suporte do Windows Server 2003, 53% das organizações ainda rodavam pelo menos uma instância do Server 2003.
  • 59% das instâncias do Windows Server expostas na internet rodavam versões sem suporte em setembro de 2020.
  • A participação do WordPress em todos os sites caiu 3,2 pontos no ano até outubro de 2026, de 43,3% para 40,1%.
  • 69% das empresas tinham adiado a troca de provedor de hospedagem por preocupações com a migração, numa pesquisa de 2025.
Os próprios limites da Microsoft para levar um Windows Server adiante
Regra (documentação da Microsoft, 2026)Versões ou anos
Upgrade in-place para o Windows Server 2025: versões que ele pode abranger4 versões
Upgrade in-place para o Windows Server 2022 e anteriores: versões que ele pode abranger2 versões
Upgrade sem interrupção do sistema operacional do cluster: versões por vez1 versão
Windows Server 2012: upgrade in-place direto para qualquer versão posterior ao 20160 de 3
Vida mínima de suporte de uma versão do Canal de Manutenção de Longo Prazo antes de qualquer ESU: anos10 anos
Atualizações de Segurança Estendidas para o Windows Server 2012 e 2012 R2: anos, terminando em 13 de outubro de 20263 anos
ESU do Windows Server 2012 e 2012 R2: janelas anuais, cada uma exigindo a licença do ano anterior3 janelas
Preço do ESU on-premises: parcela do preço da licença completa, a cada ano100% por ano
Windows Server 2008 R2: anos de ESU depois de janeiro de 2020, o quarto apenas no Azure4 anos
Windows Server 2008 e 2008 R2: ano extra de ESU, apenas no Azure+1 ano no Azure

Fontes: Techzine; Spiceworks (2016, 2015); Rapid7; W3Techs; Liquid Web; Microsoft (2026a, 2026b, 2025, 2022); The Register

Mais estatísticas (68)

61% das empresas da rede da Spiceworks tinham pelo menos uma instância do Windows Server 2003 em funcionamento em janeiro de 2015, seis meses antes do fim do suporte, em 14 de julho de 2015 (Spiceworks, 2015).

Ninguém pesquisa migrações de servidores como a Bloor pesquisou migrações de dados, por isso a medida aqui é o atraso: quanto da base instalada ainda está numa versão quando a Microsoft deixa de dar suporte a ela. A Spiceworks perguntou à sua comunidade antes e depois do fim do Windows Server 2003, a Lansweeper contou as instâncias que os seus clientes rodavam cinco semanas antes do fim do Windows Server 2012, e a Rapid7 contou o que estava exposto na internet. A própria documentação da Microsoft define os limites mecânicos de quantas versões um upgrade in-place pode saltar, e é por isso que tantos desses servidores atrasados acabam sendo migrados em vez de atualizados. Bancos de dados e sites têm apenas as contagens que as suas plataformas decidem publicar: os marcos da Amazon para o seu serviço de migração e o censo mensal da W3Techs sobre entre quais sistemas de conteúdo os sites trocam.

  • 15% dos entrevistados tinham migrado completamente do Windows Server 2003 até janeiro de 2015, seis meses antes do fim do suporte, em julho de 2015, na pesquisa da Spiceworks com mais de 1.300 profissionais de TI que ainda o rodavam ou tinham migrado recentemente (Spiceworks, 2015).
  • US$ 60.000 era o orçamento médio que as empresas destinavam a projetos relacionados à migração do Windows Server 2003 na pesquisa da Spiceworks de janeiro de 2015 com mais de 1.300 profissionais de TI, que a Spiceworks extrapolou para uma oportunidade de US$ 100 bilhões (Spiceworks, 2015).
  • 53% das empresas da rede da Spiceworks ainda tinham pelo menos uma instância do Windows Server 2003 em funcionamento em junho de 2016, 11 meses depois do fim do suporte, em julho de 2015, abaixo dos 61% de janeiro de 2015 (Spiceworks, 2016).
  • 20,9% de 1,3 milhão de instâncias do Windows Server inventariadas pela Lansweeper em mais de 35.000 organizações ainda rodavam o Windows Server 2012 ou o 2012 R2 cinco semanas antes do fim do suporte, em 10 de outubro de 2023 (dados da Lansweeper via Techzine, 2023).
  • 1,3 milhão de instâncias do Windows Server em mais de 35.000 organizações formavam a amostra de inventário da Lansweeper por trás dos seus números de setembro de 2023 sobre o fim do suporte do Windows Server 2012 (dados da Lansweeper via Techzine, 2023).
  • 19,8% de pouco mais de um milhão de instâncias do SQL Server escaneadas pela Lansweeper já estavam fora do suporte da Microsoft em junho de 2024, três semanas antes de o SQL Server 2014 sair do suporte estendido, em 9 de julho de 2024 (dados da Lansweeper via The Register, 2024).
  • 59% de todas as instâncias do Windows Server expostas na internet observadas de forma única rodavam versões sem suporte nas varreduras do Project Sonar da Rapid7 de setembro de 2020, contra 41% com suporte, oito meses depois de o Windows Server 2008 e o 2008 R2 saírem do suporte (Rapid7, 2020).
  • Mais de 2 milhões de instâncias do Windows Server 2008 R2 expostas na internet desapareceram das varreduras do Project Sonar da Rapid7 nos meses seguintes ao fim do suporte, em janeiro de 2020, contra cerca de 40.000 do Windows Server 2008 (Rapid7, 2020).
  • 4 versões é o máximo que um Windows Server fora de cluster pode saltar num único upgrade in-place para o Windows Server 2025, que aceita upgrades diretos a partir do Windows Server 2012 R2 e versões posteriores, segundo a documentação de upgrade da Microsoft atualizada em abril de 2026 (Microsoft, 2026).
  • 100% do preço da licença completa do Windows Server por ano era o preço do ESU on-premises da Microsoft para o Windows Server 2012 e 2012 R2 em cada um dos três anos do ESU, contra nenhum custo adicional para servidores levados para o Azure (Microsoft, 2026).
  • 3 anos de Atualizações de Segurança Estendidas pagas foram oferecidos para o Windows Server 2012 e 2012 R2 depois do fim do suporte estendido, em 10 de outubro de 2023, terminando em 13 de outubro de 2026 tanto no Azure (gratuitas) quanto fora dele (Microsoft, 2025).
  • Mais de 350.000 bancos de dados tinham sido migrados para a AWS com o AWS Database Migration Service até novembro de 2020, dez vezes os 35.000 de setembro de 2017 (Amazon Web Services, 2020).
  • Um terço das migrações de bancos de dados na versão prévia do AWS Database Migration Service também trocou de mecanismo de banco de dados, segundo o anúncio de disponibilidade geral da AWS (Amazon Web Services, 2016).
  • Quase 7.500 bancos de dados Oracle com 75 petabytes foram migrados pela própria divisão de consumo da Amazon para os serviços de banco de dados da AWS, uma migração que, segundo a AWS, reduziu os custos com bancos de dados em mais de 60% (Amazon Web Services, 2020).
  • Mais de 107.000 bancos de dados foram migrados para o Azure com a assistência da Microsoft entre janeiro e setembro de 2018, segundo a atualização da equipe do Azure Database Migration Service no Ignite 2018 (Microsoft, 2018).
  • 1.500 entrevistados da Downloader Survey de julho de 2020 da EDB responderam qual era o maior obstáculo ao migrar bancos de dados Oracle para o Postgres, a fonte que a EDB cita para o seu gráfico de obstáculos à migração (EDB, 2021).
  • 40,1% de todos os sites na pesquisa da W3Techs com os 10 milhões de sites principais usavam WordPress em 13 de outubro de 2026, uma participação de 58,6% no mercado de sistemas de gerenciamento de conteúdo (W3Techs, 2026).
  • 3,2 pontos percentuais foi a queda da participação do WordPress em todos os sites na pesquisa da W3Techs entre 1º de outubro de 2025 (43,3%) e 13 de outubro de 2026 (40,1%), enquanto os sites sem CMS detectado subiram de 28,6% para 31,6% (W3Techs, 2026).
  • 58,6% dos sites cujo sistema de gerenciamento de conteúdo a W3Techs consegue identificar usavam WordPress em 13 de outubro de 2026 (W3Techs, 2026).
  • 0,69% dos sites que usavam WordPress até pouco tempo atrás agora usam outro sistema de gerenciamento de conteúdo, segundo a pesquisa de mudanças de tecnologia da W3Techs de 13 de outubro de 2026, com o Wix (0,06%), o Squarespace (0,05%) e o Joomla (0,01%) como os maiores destinos (W3Techs, 2026).
  • 0,57% dos sites que usam WordPress atualmente usavam outro sistema de gerenciamento de conteúdo até pouco tempo atrás, segundo a pesquisa de mudanças de tecnologia da W3Techs de 13 de outubro de 2026, com o Wix (0,09%), o Joomla (0,07%) e o Squarespace (0,04%) como as maiores origens (W3Techs, 2026).
  • 69% das empresas tinham adiado a troca de provedor de hospedagem por preocupações com a migração, com mais frequência quando hospedavam WordPress, na pesquisa da Liquid Web de março de 2025 com 506 donos de empresas, desenvolvedores e tomadores de decisão (Liquid Web, 2025).
  • 41% das empresas disseram que já tinham se arrependido de trocar de provedor de hospedagem em algum momento, na pesquisa da Liquid Web de março de 2025 com 506 donos de empresas, desenvolvedores e tomadores de decisão (Liquid Web, 2025).
  • 506 donos de empresas, desenvolvedores e principais tomadores de decisão foram pesquisados pela Liquid Web em março de 2025 para o seu estudo sobre os problemas da hospedagem de sites (Liquid Web, 2025).
  • 20% (perto de 1 em cada 5) dos chamados de suporte de migração de WordPress do Duplicator envolviam um tempo limite do PHP ou um limite de memória no servidor de destino que travava o site durante a descompactação, o ponto de falha mais comum na sua análise de mais de 8.000 pedidos de suporte (Duplicator, 2026).
  • Quase 1 em cada 10 chamados de suporte de migração de WordPress do Duplicator vinha de donos de sites que ficaram sem acesso ao wp-admin depois de uma migração que, de resto, tinha dado certo, o segundo problema mais comum na sua análise de mais de 8.000 pedidos de suporte (Duplicator, 2026).
  • Cerca de 2 em cada 3 chamados de suporte de migração e restauração de WordPress do Duplicator foram resolvidos em menos de uma hora, na sua análise de mais de 8.000 pedidos de suporte (Duplicator, 2026).
  • 1 ano, no mínimo, é o tempo que o Google recomenda manter os redirecionamentos depois da mudança de um site com alteração de URLs, “pelo maior tempo possível”, segundo a documentação do Search Central atualizada em agosto de 2026 (Google Search Central, 2026).
  • Nenhuma porcentagem de perda de tráfego aparece na documentação do Google sobre mudança de site; ela diz que, num site de porte médio, pode levar algumas semanas ou mais para que o Google comece a mostrar os novos URLs no lugar dos antigos, e nos sites maiores, mais tempo (Google Search Central, 2026).
  • 25 milhões de usuários tinham sido migrados pela BitTitan, com clientes em 188 países, segundo o post do seu blog de julho de 2022 sobre o acordo de distribuição com a Exertis (BitTitan, 2022).
  • Mais de 28 milhões de usuários em mais de 46.000 organizações é a contagem acumulada de migrações da BitTitan na sua página de história da empresa, sem data, em outubro de 2026, contra 25 milhões em 2021 e 2022 (BitTitan, 2026).
  • 53% das empresas “ainda rodavam” o Windows Server 2003 um ano depois do fim de vida, como a Data Center Knowledge resumiu no título a constatação de 2016 da Spiceworks, deixando de fora a ressalva “pelo menos uma instância” (Data Center Knowledge, 2016).
  • Mais de 15.000 bancos de dados foram migrados para o Azure com a assistência da Microsoft só em agosto de 2018, segundo a equipe do Azure Database Migration Service (Microsoft, 2018).
  • Uma em cada 10 empresas nunca tinha trocado de provedor de hospedagem, na pesquisa da Liquid Web de março de 2025 com 506 donos de empresas, desenvolvedores e tomadores de decisão (Liquid Web, 2025).
  • Mais de 8.000 pedidos de suporte foram analisados pelo Duplicator, dos quais cerca de 4 em cada 10 eram técnicos e pouco menos de um terço desses eram migrações, a maior categoria técnica (Duplicator, 2026).
  • Mais de 25 milhões de usuários tinham sido levados para a nuvem pela BitTitan para 46.000 clientes em 188 países desde 2009, segundo o texto institucional do seu lançamento de produto de outubro de 2021 publicado pelo iTWire (BitTitan via iTWire, 2021).
Windows Server e SQL Server: o que as auditorias encontraram em cada fim do suporte
Auditoria, ano e medidaParcelaAbrangência
Janeiro de 2015, Spiceworks, seis meses antes do fim do suporte do Server 2003: empresas com pelo menos uma instância61%Empresas da rede da Spiceworks (o comunicado não diz se essa parcela vem dos dados de inventário da rede ou dos mais de 1.300 entrevistados) · América do Norte, EMEA e Ásia-Pacífico · 2015-01
2015, Spiceworks: migraram completamente do Server 200315%Mais de 1.300 profissionais de TI da rede da Spiceworks na América do Norte, na EMEA e na APAC que tinham migrado um servidor Windows Server 2003 no ano anterior ou ainda rodavam um, pesquisados em janeiro de 2015 (estudo patrocinado pela SanDisk) · América do Norte, EMEA e Ásia-Pacífico · 2015-01
2015, Spiceworks: migraram parcialmente48%Mais de 1.300 profissionais de TI da rede da Spiceworks na América do Norte, na EMEA e na APAC que tinham migrado um servidor Windows Server 2003 no ano anterior ou ainda rodavam um, pesquisados em janeiro de 2015 (estudo patrocinado pela SanDisk) · América do Norte, EMEA e Ásia-Pacífico · 2015-01
2015, Spiceworks: ainda na fase de planejamento28%Mais de 1.300 profissionais de TI da rede da Spiceworks na América do Norte, na EMEA e na APAC que tinham migrado um servidor Windows Server 2003 no ano anterior ou ainda rodavam um, pesquisados em janeiro de 2015 (estudo patrocinado pela SanDisk) · América do Norte, EMEA e Ásia-Pacífico · 2015-01
2015, Spiceworks: sem planos de migrar8%Mais de 1.300 profissionais de TI da rede da Spiceworks na América do Norte, na EMEA e na APAC que tinham migrado um servidor Windows Server 2003 no ano anterior ou ainda rodavam um, pesquisados em janeiro de 2015 (estudo patrocinado pela SanDisk) · América do Norte, EMEA e Ásia-Pacífico · 2015-01
2015, Spiceworks, quem manteve o Server 2003: citaram a compatibilidade de software72%Mais de 1.300 profissionais de TI da rede da Spiceworks na América do Norte, na EMEA e na APAC que tinham migrado um servidor Windows Server 2003 no ano anterior ou ainda rodavam um, pesquisados em janeiro de 2015 (estudo patrocinado pela SanDisk) · América do Norte, EMEA e Ásia-Pacífico · 2015-01
2016, Spiceworks, 11 meses depois: organizações com pelo menos uma instância do Server 200353%Servidores físicos e máquinas virtuais, e as organizações que os rodam, nos dados anonimizados de inventário da rede da Spiceworks, junho de 2016 (principalmente on-premises, com peso maior de pequenas e médias empresas) · Mundo (rede da Spiceworks, principalmente on-premises) · 2016-06
2016, Spiceworks: participação do Server 2003 nos sistemas operacionais de servidor17,9%Servidores físicos e máquinas virtuais, e as organizações que os rodam, nos dados anonimizados de inventário da rede da Spiceworks, junho de 2016 (principalmente on-premises, com peso maior de pequenas e médias empresas) · Mundo (rede da Spiceworks, principalmente on-premises) · 2016-06
2016, Spiceworks: participação do Server 2008, o mais usado45,4%Servidores físicos e máquinas virtuais, e as organizações que os rodam, nos dados anonimizados de inventário da rede da Spiceworks, junho de 2016 (principalmente on-premises, com peso maior de pequenas e médias empresas) · Mundo (rede da Spiceworks, principalmente on-premises) · 2016-06
2016, Spiceworks: participação do Server 2012, quatro anos depois do lançamento23,6%Servidores físicos e máquinas virtuais, e as organizações que os rodam, nos dados anonimizados de inventário da rede da Spiceworks, junho de 2016 (principalmente on-premises, com peso maior de pequenas e médias empresas) · Mundo (rede da Spiceworks, principalmente on-premises) · 2016-06
2020, Rapid7: instâncias do Windows Server expostas na internet em versão sem suporte59%Instâncias do Windows Server expostas na internet e identificadas pelas varreduras do Project Sonar da Rapid7 em setembro de 2020 (apenas instâncias voltadas para a internet) · Mundo (servidores expostos na internet) · 2020-09
2023, Lansweeper (via Techzine), 1,3 milhão de instâncias cinco semanas antes do fim do suporte do Server 2012: ainda no 201220,9%1,3 milhão de instâncias do Windows Server em mais de 35.000 organizações inventariadas pelo software de gestão de ativos de TI da Lansweeper (dados de varredura do fornecedor, noticiados pelo Techzine com a legenda do gráfico “Source: Lansweeper”) · Mundo (base de clientes da Lansweeper) · 2023-09
2023, Lansweeper: já numa versão sem suporte6,7%1,3 milhão de instâncias do Windows Server em mais de 35.000 organizações inventariadas pelo software de gestão de ativos de TI da Lansweeper (dados de varredura do fornecedor, noticiados pelo Techzine com a legenda do gráfico “Source: Lansweeper”) · Mundo (base de clientes da Lansweeper) · 2023-09
2024, Lansweeper (via The Register), mais de um milhão de instâncias do SQL Server: já sem suporte19,8%Pouco mais de um milhão de instâncias do SQL Server escaneadas pelos agentes da Lansweeper na sua base de clientes (dados de varredura do fornecedor, noticiados pelo The Register a partir de uma entrevista com o diretor de estratégia da Lansweeper, Roel Decneut) · Mundo (base de clientes da Lansweeper) · 2024-06
2024, Lansweeper: sem suporte depois do fim do suporte do SQL Server 2014, em julho de 202432%Pouco mais de um milhão de instâncias do SQL Server escaneadas pelos agentes da Lansweeper na sua base de clientes (dados de varredura do fornecedor, noticiados pelo The Register a partir de uma entrevista com o diretor de estratégia da Lansweeper, Roel Decneut) · Mundo (base de clientes da Lansweeper) · 2024-07
2024, Lansweeper: no SQL Server 201944%Pouco mais de um milhão de instâncias do SQL Server escaneadas pelos agentes da Lansweeper na sua base de clientes (dados de varredura do fornecedor, noticiados pelo The Register a partir de uma entrevista com o diretor de estratégia da Lansweeper, Roel Decneut) · Mundo (base de clientes da Lansweeper) · 2024-06
2024, Lansweeper: no SQL Server 2014, que saiu do suporte em julho de 202412%Pouco mais de um milhão de instâncias do SQL Server escaneadas pelos agentes da Lansweeper na sua base de clientes (dados de varredura do fornecedor, noticiados pelo The Register a partir de uma entrevista com o diretor de estratégia da Lansweeper, Roel Decneut) · Mundo (base de clientes da Lansweeper) · 2024-06
2024, Lansweeper: ainda no SQL Server 2008, cinco anos depois do fim do suportemenos de 8%Pouco mais de um milhão de instâncias do SQL Server escaneadas pelos agentes da Lansweeper na sua base de clientes (dados de varredura do fornecedor, noticiados pelo The Register a partir de uma entrevista com o diretor de estratégia da Lansweeper, Roel Decneut) · Mundo (base de clientes da Lansweeper) · 2024-06
Os próprios limites da Microsoft para levar um Windows Server adiante
Regra (documentação da Microsoft, 2026)Versões ou anosAbrangência
Upgrade in-place para o Windows Server 2025: versões que ele pode abranger4 versõesCaminhos de upgrade in-place do Windows Server documentados pela Microsoft (documentação, não uma pesquisa) · Mundo · 2026-04
Upgrade in-place para o Windows Server 2022 e anteriores: versões que ele pode abranger2 versõesCaminhos de upgrade in-place do Windows Server documentados pela Microsoft (documentação, não uma pesquisa) · Mundo · 2026-04
Upgrade sem interrupção do sistema operacional do cluster: versões por vez1 versãoCaminhos de upgrade in-place do Windows Server documentados pela Microsoft (documentação, não uma pesquisa) · Mundo · 2026-04
Windows Server 2012: upgrade in-place direto para qualquer versão posterior ao 20160 de 3Caminhos de upgrade in-place do Windows Server documentados pela Microsoft (documentação, não uma pesquisa) · Mundo · 2026-04
Vida mínima de suporte de uma versão do Canal de Manutenção de Longo Prazo antes de qualquer ESU: anos10 anosPolítica de ciclo de vida do Windows Server da Microsoft (documentação) · Mundo · 2025
Atualizações de Segurança Estendidas para o Windows Server 2012 e 2012 R2: anos, terminando em 13 de outubro de 20263 anosCondições das Atualizações de Segurança Estendidas da Microsoft para o Windows Server 2012 e 2012 R2 (documentação) · Mundo · 2023-10-10 a 2026-10-13
ESU do Windows Server 2012 e 2012 R2: janelas anuais, cada uma exigindo a licença do ano anterior3 janelasTabela de disponibilidade do ESU da Microsoft (documentação) · Mundo · 2023-10-10 a 2026-10-13
Preço do ESU on-premises: parcela do preço da licença completa, a cada ano100% por anoCondições das Atualizações de Segurança Estendidas da Microsoft para o Windows Server 2012 e 2012 R2 (documentação) · Mundo · 2023-10 a 2026-10
Windows Server 2008 R2: anos de ESU depois de janeiro de 2020, o quarto apenas no Azure4 anosWindows Server 2008 R2 com Atualizações de Segurança Estendidas · Mundo · 2020-01-14 a 2024-01-09
Windows Server 2008 e 2008 R2: ano extra de ESU, apenas no Azure+1 ano no AzureCondições do ESU da Microsoft para o Windows Server 2008 e 2008 R2 (documentação) · Mundo · 2023-01 a 2024-01
Gráfico de barras dos marcos do AWS Database Migration Service: 1.000 bancos de dados em março de 2016, 10.000 em setembro de 2016, 20.000 em março de 2017, 35.000 em setembro de 2017, 300.000 em setembro de 2020 e 350.000 em novembro de 2020.
A AWS contou 350.000 bancos de dados migrados com o seu serviço em menos de cinco anos. Fonte: Amazon Web Services, posts de marcos do AWS Database Migration Service de 2016 a 2020 · Dados: 2016-2020Baixar imagem (PNG)SVG
Gráfico de linhas da participação do WordPress em todos os sites na pesquisa da W3Techs, por mês, de 43,3% em 2025-10 a 40,1% em 2026-10.
O WordPress perdeu cerca de três pontos da web em um ano. Fonte: W3Techs (Q-Success), tendências históricas dos sistemas de gerenciamento de conteúdo · Dados: 2025-2026Baixar imagem (PNG)SVG
Para que lado os sites trocam: as parcelas de troca da W3Techs, outubro de 2026
Par de sistemas e direçãoParcela dos sitesAbrangência
Sites no WordPress que usavam outro CMS até pouco tempo atrás0,57%Sites que usam WordPress entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites que usavam WordPress até pouco tempo atrás e agora usam outro CMS0,69%Sites que usavam WordPress até pouco tempo atrás entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites no WordPress que usavam o Wix até pouco tempo atrás, a maior origem individual0,09%Sites que usam WordPress entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs · Mundo · 2026-10-13
Sites que usavam WordPress até pouco tempo atrás e agora usam o Wix, o maior destino individual0,06%Sites que usavam WordPress até pouco tempo atrás entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs · Mundo · 2026-10-13
Sites no Shopify que usavam WordPress até pouco tempo atrás1,04%Sites que usam Shopify entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites que usavam Shopify até pouco tempo atrás e agora usam WordPress0,23%Sites que usavam Shopify até pouco tempo atrás entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites no Wix que usavam WordPress até pouco tempo atrás0,56%Sites que usam Wix entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites que usavam Wix até pouco tempo atrás e agora usam WordPress0,85%Sites que usavam Wix até pouco tempo atrás entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites no Squarespace que usavam WordPress até pouco tempo atrás0,78%Sites que usam Squarespace entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites que usavam Squarespace até pouco tempo atrás e agora usam WordPress0,65%Sites que usavam Squarespace até pouco tempo atrás entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites no Joomla que usavam WordPress até pouco tempo atrás0,31%Sites que usam Joomla entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites que usavam Joomla até pouco tempo atrás e agora usam WordPress2,61%Sites que usavam Joomla até pouco tempo atrás entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites no Drupal que usavam WordPress até pouco tempo atrás0,95%Sites que usam Drupal entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13
Sites que usavam Drupal até pouco tempo atrás e agora usam WordPress2,35%Sites que usavam Drupal até pouco tempo atrás entre os 10 milhões principais pesquisados pela W3Techs (relatório de mudanças de tecnologia) · Mundo · 2026-10-13

Fontes: Spiceworks (2015, 2016); Techzine; The Register; Rapid7; Microsoft (2018-2026); Amazon Web Services (2016-2026); EnterpriseDB; W3Techs (2026); Liquid Web; Duplicator; Google; BitTitan (2022, 2026); Data Center Knowledge; iTWire

Quanto custa a migração de um PC e quanto tempo ela leva?

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

Implantar um PC com o processo da própria organização custava US$ 615 em média, incluindo mão de obra de TI, logística e tempo perdido dos usuários, numa pesquisa patrocinada por um fornecedor (IDC, 2012).

Gráfico de barras do custo de implantação por PC da IDC em 2012: US$ 795 nas organizações com processo básico, US$ 615 na média e US$ 373 nas organizações com processo totalmente automatizado.
Um processo de implantação maduro reduz à metade o custo da migração de PCs: de US$ 795 para US$ 373 por PC. Fonte: IDC, white paper patrocinado pela Dell, fevereiro de 2012 · Dados: 2012Baixar imagem (PNG)SVG
  • A equipe de TI levava 1,66 hora para implantar cada PC novo, em média, em 2012 (IDC, 2012).
  • As equipes de TI de melhor desempenho dedicaram 20 horas de preparação a uma migração para o Windows 7, contra nove no grupo de pior desempenho.
  • Mais de 90% das empresas médias e grandes estimaram o custo de uma hora de tempo de inatividade acima de US$ 300.000, em 2024.
  • 1 em cada 5 operadores de data center disse que a sua interrupção importante mais recente custou mais de US$ 1 milhão, em 2025, numa base pequena de entrevistados.
  • Um PC com Windows 10 de quatro anos ou mais custava US$ 1.525 por ano para manter, 3,3 vezes o custo de um mais novo, num estudo de 2020 com pequenas empresas.
Custo de implantação por PC da IDC em 2012, conforme a maturidade do processo da organização
Medida (white paper da IDC para a Dell, fevereiro de 2012)Dólares americanos
Custos “não incomuns” no extremo superiormais de US$ 700
Maturidade básica: custo total por PCUS$ 795 por PC
Maturidade dinâmica: custo total por PCUS$ 373 por PC
Economia por PC com um processo maduroUS$ 337 (55%) por PC
Média mundial por PC na tabela do documento (dos quais US$ 436 de mão de obra de TI)US$ 578 por PC
Perda de produtividade dos usuários por PC implantadoUS$ 51 por PC

Fontes: IDC; Symantec; ITIC; Uptime Institute; Techaisle

Mais estatísticas (114)

US$ 615 por PC era o custo médio de implantação de um PC (mão de obra de TI, logística e perda de produtividade dos usuários) na pesquisa de 2012 da IDC para um white paper patrocinado pela Dell (IDC, 2012).

O número de custo por PC que os fornecedores de migração citam há mais de uma década acaba tendo um documento real por trás: um white paper da IDC escrito para a Dell no início de 2012, que calculou o custo de toda a implantação de um PC novo, a começar pela mão de obra de TI, e constatou que as organizações com um processo maduro e automatizado gastavam menos da metade do que gastavam as menos maduras. As medições de tempo são mais antigas ou ainda mais restritas: a pesquisa da Symantec sobre upgrades para o Windows 7, as horas de implantação da IDC e um teste de laboratório de quatro ferramentas de transferência em três notebooks mais antigos. No nível do projeto, a Bloor mediu o que os seus fatores de sucesso economizavam e, no outro extremo da escala, as pesquisas de tempo de inatividade põem um preço em cada hora que uma migração leva além do planejado, embora sejam estimativas das pessoas pesquisadas, e não perdas auditadas. Os tempos de transferência do próprio Zinstall não são usados nesta página.

  • 1,66 hora era o tempo médio de TI para implantar um PC novo, considerando todos os níveis de maturidade, no white paper de 2012 da IDC patrocinado pela Dell (IDC, 2012).
  • US$ 337 a menos por PC em mão de obra de TI, um corte de 55%, era o que gastavam as organizações com práticas de implantação de nível Dinâmico em comparação com as de nível Básico, no white paper de 2012 da IDC patrocinado pela Dell (IDC, 2012).
  • US$ 795 por PC era o custo total de implantação nas organizações com práticas de implantação de PCs de nível Básico (pouca automação), caindo para US$ 583 no nível Padronizado, US$ 523 no Racionalizado e US$ 373 no Dinâmico, no white paper de 2012 da IDC patrocinado pela Dell (IDC, 2012).
  • US$ 373 por PC era o custo total de implantação nas organizações com práticas de implantação de PCs de nível Dinâmico (totalmente automatizadas), no white paper de 2012 da IDC patrocinado pela Dell (IDC, 2012).
  • US$ 250 por computador era a economia média estimada pelo Gartner Group com a implementação de uma solução de migração num ambiente corporativo, conforme citado no anúncio de 2002 do PC Migration Work Group da Intel (Gartner via Intel, 2002).
  • 50 minutos foi o tempo que o Dell Migrate levou para transferir 100 GB de arquivos e configurações de um Dell Latitude 5491 para um Dell XPS 13 9300 por Wi-Fi, no teste de 2020 da Principled Technologies encomendado pela Dell (Principled Technologies, 2020).
  • 5 horas era o tempo médio para migrar cada máquina existente de um sistema operacional antigo para o Windows 7, caindo para 4 horas numa instalação limpa numa máquina nova, entre 1.360 gerentes de TI pesquisados para a Symantec em 2010 (pesquisa da Symantec via TechCentral.ie, 2010).
  • US$ 1.525 por ano era o custo total de propriedade e manutenção de um PC com Windows 10 de quatro anos ou mais, 3,3 vezes o de um PC com Windows 10 mais novo, entre 2.085 PMEs pesquisadas pela Techaisle para a Microsoft em 2020 (Techaisle, 2020).
  • 70 horas de tempo produtivo por PC por ano eram perdidas em PCs com Windows 10 de quatro anos ou mais, entre 2.085 PMEs pesquisadas pela Techaisle para a Microsoft em 2020 (Techaisle, 2020).
  • US$ 2.736 por dispositivo era o custo de manter um PC com mais de quatro anos, o suficiente para comprar dois ou mais PCs novos, entre 2.156 PMEs da Ásia-Pacífico pesquisadas pela Techaisle para a Microsoft e a Intel em 2018 (Microsoft, 2018).
  • US$ 427 era o gasto médio para consertar um PC de quatro anos ou mais, 1,3 vez o custo de conserto de um PC mais novo, entre 736 pequenas empresas pesquisadas para a Intel pela Techaisle em 2013 (Intel, 2013).
  • US$ 170.000 por projeto era a economia média de custo obtida ao implementar juntos os seis fatores de sucesso quantificados, segundo a pesquisa de migração de dados de 2011 da Bloor Research (Bloor Research, 2011).
  • US$ 5 bilhões era a estimativa da Bloor Research para os gastos anuais com migração de dados em 2007 nos projetos da Global 2000 que ela pesquisou, descrita como um limite inferior (Bloor Research, 2007).
  • US$ 8 bilhões no mundo até 2012 era a previsão conservadora da Bloor Research para o mercado de migração de dados na sua pesquisa de 2007, reproduzida sem alteração no seu relatório de 2011 (Bloor Research, 2011).
  • Mais de 30% dos entrevistados precisaram de hardware adicional exclusivamente para a migração de dados, a um custo mediano de US$ 225.000, na pesquisa de 2002 do Information Architecture Team (IAT via KDnuggets, 2002).
  • US$ 60.000 era o orçamento médio que as empresas destinavam a projetos relacionados à migração do Windows Server 2003 na pesquisa da Spiceworks de janeiro de 2015 com mais de 1.300 profissionais de TI, que a Spiceworks extrapolou para uma oportunidade de US$ 100 bilhões (Spiceworks, 2015).
  • 41% das empresas disseram que uma hora de tempo de inatividade custa à sua empresa de US$ 1 milhão a mais de US$ 5 milhões, na Hourly Cost of Downtime Survey de 2024 da ITIC com mais de 1.000 empresas, contra 11% das grandes empresas na sua pesquisa de 2013 (ITIC, 2024).
  • Mais de 90% das empresas médias e grandes situaram o custo médio de uma única hora de tempo de inatividade acima de US$ 300.000, sem contar litígios e multas, na Hourly Cost of Downtime Survey de 2024 da ITIC, com mais de 1.000 empresas consultadas de novembro de 2023 a meados de março de 2024 (ITIC, 2024).
  • Nenhuma perda medida está por trás das parcelas de custo por hora de tempo de inatividade da ITIC: o relatório diz que elas são estimativas dos entrevistados para uma hora de inatividade, considerando transações interrompidas, dados perdidos ou danificados e produtividade (ITIC, 2024).
  • 57% dos entrevistados da pesquisa anual de 2025 do Uptime Institute disseram que a sua interrupção importante mais recente custou mais de US$ 100.000, contra 54% nas pesquisas de 2024 e de 2023 (Uptime Institute, 2026).
  • Um em cada cinco entrevistados da pesquisa anual de 2025 do Uptime Institute disse que a sua interrupção com impacto mais recente custou mais de US$ 1 milhão, pelo segundo ano seguido (Uptime Institute, 2026).
  • 94 entrevistados responderam à pergunta sobre o custo das interrupções na pesquisa de 2025 do Uptime Institute (91 em 2024), a base por trás das suas parcelas de destaque de 57% e de um em cada cinco (Uptime Institute, 2026).
  • US$ 8.851 era o custo total médio por minuto de uma interrupção não planejada de data center em 63 data centers dos EUA no estudo de 2016 do Ponemon Institute para a Emerson Network Power, contra US$ 5.617 em 2010 e US$ 7.908 em 2013 (Ponemon/Emerson, 2016).
  • US$ 740.357 era o custo total médio de uma interrupção não planejada de data center nos 63 data centers dos EUA do estudo Cost of Data Center Outages de 2016 do Ponemon Institute para a Emerson Network Power, 38% a mais que os US$ 505.502 do seu estudo de 2010 (Ponemon/Emerson, 2016).
  • US$ 5.600 por minuto vem sendo repetido como o custo médio da inatividade de TI segundo a Gartner desde 2014, “como uma velha lenda de família”, escreveu a Enterprise Management Associates num e-book de 2022 que diz que o número quase nunca foi contestado (EMA, 2022).
  • 97% das grandes empresas com mais de 1.000 funcionários disseram que uma hora de tempo de inatividade custa mais de US$ 100.000, na Hourly Cost of Downtime Survey de 2024 da ITIC, a 11ª, com mais de 1.000 empresas (ITIC, 2024).
  • 32% é quanto, segundo a ITIC, os custos por hora de tempo de inatividade subiram nos sete anos até 2021 nas suas pesquisas (ITIC via TechChannel, 2021).
  • US$ 1.667 por minuto por servidor é a conta da ITIC para uma empresa que estima uma hora de inatividade de missão crítica em US$ 100.000, subindo para US$ 16.670 por minuto quando dez servidores estão parados (ITIC, 2020).
  • 76% das empresas citaram a segurança e as violações de dados como a principal causa de inatividade de servidores, sistemas operacionais, aplicativos e redes na pesquisa Global Server Hardware Security de 2022 da ITIC com 1.300 empresas, contra 22% em 2012 (ITIC, 2022).
  • Quatro em cada cinco entrevistados da pesquisa de data centers de 2023 do Uptime Institute disseram que a sua interrupção séria mais recente poderia ter sido evitada com melhor gestão, processos e configuração (Uptime Institute, 2024).
  • Cerca de um em cada dez entrevistados da pesquisa anual de 2025 do Uptime Institute disse que a sua última interrupção teve impactos sérios ou severos (Uptime Institute, 2026).
  • US$ 5.600 por minuto é “o custo médio da inatividade, segundo um estudo de 2014 da Gartner”, como o guia de gestão de incidentes da Atlassian reproduz o número, observando que a Gartner o chama apenas de média (Atlassian, página sem data, 2026).
  • Quase US$ 9.000 por minuto é como a Atlassian reproduz o número de 2016 do Ponemon sobre interrupções de data centers, apresentando-o como um relatório posterior que “eleva a média da Gartner” de US$ 5.600, embora os dois meçam coisas diferentes (Atlassian, página sem data, 2026).
  • US$ 336.000 por hora é como o post de 2026 da Dotcom-Monitor sobre o custo da inatividade reproduz o número de 2014 da Gartner, de US$ 5.600 por minuto, chamando-o de “referência amplamente citada” ainda válida em 2026 (Dotcom-Monitor, 2026).
  • 98% das grandes empresas relatam pelo menos US$ 100.000 por hora de inatividade, diz o post de 2026 da Dotcom-Monitor citando a pesquisa de 2024 da ITIC, cujo próprio relatório dá 97% (Dotcom-Monitor, 2026).
Quanto tempo leva a migração de um PC, por medição
Medição, ano e métodoTempoAbrangência
2010, pesquisa da Symantec: horas para migrar uma máquina existente para o Windows 7 (quatro numa instalação limpa)5 horas por PC1.360 entrevistados no mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010; porte mediano dos empregadores de 1.000 a 2.499 funcionários) · Mundo (veículo irlandês) · 2010-08
2010, pesquisa da Symantec: horas de preparação de TI por upgrade para o Windows 710 horasMais de 1.300 gerentes de TI do mundo todo em empresas que tinham concluído uma migração para o Windows 7 (pesquisa telefônica da Applied Research para a Symantec, agosto de 2010) · Mundo · 2010-08
2012, IDC para a Dell: horas de TI para implantar um PC novo, média1,66 hora por PCOrganizações que implantam PCs, estudadas pela IDC para um white paper patrocinado pela Dell (tamanho da amostra não informado no documento) · Mundo · 2012
2012, IDC para a Dell: horas de TI nas organizações menos maduras (0,7 nas mais maduras)2,9 horas contra 0,7Organizações que implantam PCs, estudadas pela IDC para um white paper patrocinado pela Dell (tamanho da amostra não informado no documento) · Mundo · 2012
2017, pesquisa da Adaptiva: parcela que esperava de duas a quatro horas por PC (Windows 10)57%: de 2 a 4 horas por PC446 entrevistados (cerca de 47% administradores de sistemas de TI e equipe de suporte técnico, cerca de 60% gerenciando mais de 1.000 sistemas) da base de clientes da Adaptiva, maio de 2017 · Estados Unidos (principalmente) · 2017-05
2020, Principled Technologies para a Dell: tempo para transferir 100 GB com o Dell Migrate50 minutosteste prático de laboratório de quatro ferramentas de migração transferindo um conjunto padronizado de 100 GB de dados de três notebooks mais antigos para notebooks novos Dell XPS 13 9300 e Lenovo ThinkPad L14 por Wi-Fi (testes concluídos em 21 de julho de 2020) · Estados Unidos (laboratório) · 2020-07
2020, Principled Technologies: tempo com o EaseUS / o Lenovo Migration Assistant1 h 45 min / 2 h 06 minteste prático de laboratório de quatro ferramentas de migração transferindo um conjunto padronizado de 100 GB de dados de três notebooks mais antigos para notebooks novos Dell XPS 13 9300 e Lenovo ThinkPad L14 por Wi-Fi (testes concluídos em 21 de julho de 2020) · Estados Unidos (laboratório) · 2020-07
2020, Principled Technologies: tempo com o Laplink PCmover2 h 55 minteste prático de laboratório de quatro ferramentas de migração transferindo um conjunto padronizado de 100 GB de dados de três notebooks mais antigos para notebooks novos Dell XPS 13 9300 e Lenovo ThinkPad L14 por Wi-Fi (testes concluídos em 21 de julho de 2020) · Estados Unidos (laboratório) · 2020-07
2020, Principled Technologies: execuções mais rápida e mais lenta nos três notebooks de origem45 min a 3 h 26 minteste prático de laboratório de quatro ferramentas de migração transferindo um conjunto padronizado de 100 GB de dados de três notebooks mais antigos para notebooks novos Dell XPS 13 9300 e Lenovo ThinkPad L14 por Wi-Fi (testes concluídos em 21 de julho de 2020) · Estados Unidos (laboratório) · 2020-07
Custo de implantação por PC da IDC em 2012, conforme a maturidade do processo da organizaçãoOrganizações que implantam PCs, estudadas pela IDC para um white paper patrocinado pela Dell (tamanho da amostra não informado no documento) · Mundo · 2012
Medida (white paper da IDC para a Dell, fevereiro de 2012)Dólares americanos
Custo médio de implantação por PCUS$ 615
Custos “não incomuns” no extremo superiormais de US$ 700
Maturidade básica: custo total por PCUS$ 795 por PC
Maturidade dinâmica: custo total por PCUS$ 373 por PC
Economia por PC com um processo maduroUS$ 337 (55%) por PC
Média mundial por PC na tabela do documento (dos quais US$ 436 de mão de obra de TI)US$ 578 por PC
Perda de produtividade dos usuários por PC implantadoUS$ 51 por PC
O que os estudos da Techaisle com pequenas empresas, feitos para a Intel e a Microsoft, atribuem a um PC com mais de quatro anos, por estudo
Estudo, ano, amostra e medidaNúmeroAbrangência
2013, Intel, 736 pequenas empresas em seis países: tinham PCs com mais de quatro anos36%736 pequenas empresas (de 1 a 99 funcionários) no Brasil, na China, na Alemanha, na Índia, na Rússia e nos Estados Unidos (Intel Small Business PC Refresh Study, da Techaisle, abril de 2013) · Brasil, China, Alemanha, Índia, Rússia, Estados Unidos · 2013-04
2013, Intel: horas extras perdidas por ano num PC de quatro anos ou mais21 horas736 pequenas empresas (de 1 a 99 funcionários) no Brasil, na China, na Alemanha, na Índia, na Rússia e nos Estados Unidos (Intel Small Business PC Refresh Study, da Techaisle, abril de 2013) · Brasil, China, Alemanha, Índia, Rússia, Estados Unidos · 2013-04
2013, Intel: horas de trabalho perdidas quando um PC mais antigo precisa de conserto42 horas736 pequenas empresas (de 1 a 99 funcionários) no Brasil, na China, na Alemanha, na Índia, na Rússia e nos Estados Unidos (Intel Small Business PC Refresh Study, da Techaisle, abril de 2013) · Brasil, China, Alemanha, Índia, Rússia, Estados Unidos · 2013-04
2013, Intel: custo médio de conserto por PC mais antigoUS$ 427 por PC736 pequenas empresas (de 1 a 99 funcionários) no Brasil, na China, na Alemanha, na Índia, na Rússia e nos Estados Unidos (Intel Small Business PC Refresh Study, da Techaisle, abril de 2013) · Brasil, China, Alemanha, Índia, Rússia, Estados Unidos · 2013-04
2013, Techaisle: manutenção anual total por PC mais antigo, consertos mais upgradesUS$ 561 por PC736 pequenas empresas (de 1 a 99 funcionários) no Brasil, na China, na Alemanha, na Índia, na Rússia e nos Estados Unidos (Intel Small Business PC Refresh Study, da Techaisle, abril de 2013) · Brasil, China, Alemanha, Índia, Rússia, Estados Unidos · 2013-04
2013, Techaisle: citaram a falta de orçamento para não substituir PCs antigos47%736 pequenas empresas (de 1 a 99 funcionários) no Brasil, na China, na Alemanha, na Índia, na Rússia e nos Estados Unidos (Intel Small Business PC Refresh Study, da Techaisle, abril de 2013) · Brasil, China, Alemanha, Índia, Rússia, Estados Unidos · 2013-04
2013, Intel: não sabiam que o suporte do Windows XP estava terminando47%736 pequenas empresas (de 1 a 99 funcionários) no Brasil, na China, na Alemanha, na Índia, na Rússia e nos Estados Unidos (Intel Small Business PC Refresh Study, da Techaisle, abril de 2013) · Brasil, China, Alemanha, Índia, Rússia, Estados Unidos · 2013-04
2018, Microsoft e Intel, 2.156 PMEs da Ásia-Pacífico: com PCs com mais de quatro anos7 em cada 102.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2018: PMEs maiores com PCs mais antigos, contra as menores85% contra 60%2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2018: PCs de PMEs ainda em versões mais antigas do Windows42%2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2018: quanto mais provável é que um PC com mais de quatro anos precise de conserto2,7 vezes2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2018: horas perdidas por ano com inatividade num PC mais antigo (3,1 vezes as de um mais novo)112 horas2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2018: custo por dispositivo de manter um PC com mais de quatro anosUS$ 2.736 por PC2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2018: PCs mais antigos com probabilidade de serem substituídos, embora 85% das PMEs planejassem fazê-lo24%2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2018: PMEs que abandonaram uma política de substituição ou mantêm os PCs por mais tempo59%2.156 tomadores de decisão de TI e de negócios de PMEs na Austrália, na Índia, na Indonésia, no Japão e na Coreia do Sul (estudo “Make the Shift” da Techaisle para a Microsoft e a Intel, agosto de 2018) · Ásia-Pacífico (Austrália, Índia, Indonésia, Japão, Coreia do Sul) · 2018-08
2018, Microsoft Austrália e Intel, 415 PMEs australianas: custo anual de manter um PC mais antigoAU$ 5.012 por PC415 PMEs na Austrália (estudo da Techaisle para a Microsoft e a Intel, 2018) · Austrália · 2018-08
2019, Techaisle para a Microsoft, PMEs da Nova Zelândia: sem política de renovação de PCs42%PMEs da Nova Zelândia numa pesquisa da Techaisle e da Microsoft com 2.000 PMEs da Ásia-Pacífico (2019) · Nova Zelândia · 2019-09
2019, Nova Zelândia: chance de conserto de um PC mais antigo (pelo menos NZ$ 4.000 e 157 horas por ano)3,1 vezesPMEs da Nova Zelândia numa pesquisa da Techaisle e da Microsoft com 2.000 PMEs da Ásia-Pacífico (2019) · Nova Zelândia · 2019-09
2020, Techaisle para a Microsoft, 2.085 PMEs: sem política de renovação de PCs (32% dos seus PCs com Windows 10 tinham quatro anos ou mais)40%tomadores de decisão de negócios e de tecnologia em 2.085 PMEs (de 25 a 499 postos de trabalho) no mundo todo (estudo global da Techaisle patrocinado pela Microsoft, 2020) · Mundo · 2020
2020: frequência de problemas num PC com Windows 10 de quatro anos ou mais, em comparação com os mais novos4,5 vezestomadores de decisão de negócios e de tecnologia em 2.085 PMEs (de 25 a 499 postos de trabalho) no mundo todo (estudo global da Techaisle patrocinado pela Microsoft, 2020) · Mundo · 2020
2020: perda de produtividade por ano por PC com Windows 10 mais antigo (3,8 vezes a de um mais novo)US$ 1.193 por PCtomadores de decisão de negócios e de tecnologia em 2.085 PMEs (de 25 a 499 postos de trabalho) no mundo todo (estudo global da Techaisle patrocinado pela Microsoft, 2020) · Mundo · 2020
2020: custo total por ano de um PC com Windows 10 de quatro anos ou mais (3,3 vezes o de um mais novo)US$ 1.525 por PCtomadores de decisão de negócios e de tecnologia em 2.085 PMEs (de 25 a 499 postos de trabalho) no mundo todo (estudo global da Techaisle patrocinado pela Microsoft, 2020) · Mundo · 2020
2020: horas produtivas perdidas por ano por PC com Windows 10 mais antigo70 horastomadores de decisão de negócios e de tecnologia em 2.085 PMEs (de 25 a 499 postos de trabalho) no mundo todo (estudo global da Techaisle patrocinado pela Microsoft, 2020) · Mundo · 2020
Quanto custa uma hora de tempo de inatividade, segundo a estimativa dos entrevistados da ITIC, por ano da pesquisa
Ano da pesquisa, população e limiteParcela dos entrevistadosAbrangência
2013, ITIC, grandes empresas com mais de 1.000 funcionários: mais de US$ 100.00095%Grandes empresas com mais de 1.000 funcionários entre mais de 600 organizações consultadas pela ITIC na sua 2013-2014 Technology Trends and Deployment Survey, maio/junho de 2013 · Mundo · 2013
2013, ITIC, grandes empresas: mais de US$ 300.000mais de 50%Grandes empresas com mais de 1.000 funcionários entre mais de 600 organizações consultadas pela ITIC na sua 2013-2014 Technology Trends and Deployment Survey, maio/junho de 2013 · Mundo · 2013
2013, ITIC, grandes empresas: US$ 1 milhão ou mais11%Grandes empresas com mais de 1.000 funcionários entre mais de 600 organizações consultadas pela ITIC na sua 2013-2014 Technology Trends and Deployment Survey, maio/junho de 2013 · Mundo · 2013
2014, ITIC (conforme reproduzido no seu post de 2019): mais de US$ 300.00076%Entrevistados da sondagem de 2014 da ITIC sobre o custo por hora da inatividade (amostra não informada no post de 2019) · Mundo · 2014
2016, ITIC: mais de US$ 100.00098%Organizações que responderam à pesquisa de 2016 da ITIC sobre confiabilidade e custo por hora da inatividade (amostra não informada no post; o relatório da ITIC publicado em parceria, com as mesmas constatações, cita mais de 709 empresas) · Mundo · 2016
2016, ITIC: mais de US$ 300.00081%Organizações que responderam à pesquisa de 2016 da ITIC sobre confiabilidade e custo por hora da inatividade (amostra não informada no post; o relatório da ITIC publicado em parceria, com as mesmas constatações, cita mais de 709 empresas) · Mundo · 2016
2016, ITIC, empresas: US$ 1 milhão ou mais33%Organizações que responderam à pesquisa de 2016 da ITIC sobre confiabilidade e custo por hora da inatividade (amostra não informada no post; o relatório da ITIC publicado em parceria, com as mesmas constatações, cita mais de 709 empresas) · Mundo · 2016
2016, sondagem da ITIC com 709 empresas em agosto e setembro (relatório hospedado pela KnowBe4): mais de US$ 300.00081%Mais de 709 empresas consultadas pela ITIC em agosto/setembro de 2016 (567 da América do Norte, 142 internacionais; SMBs 32%, SMEs 31%, grandes empresas 37%; 47 mercados verticais), num relatório publicado em parceria com a KnowBe4 · Mundo (80% América do Norte) · 2016-08 a 2016-09
2017, ITIC, mais de 800 organizações: mais de US$ 300.00081%Mais de 800 organizações consultadas pela ITIC na sua 2017 Reliability and Hourly Cost of Downtime Trends Survey, abril/maio de 2017 · Mundo · 2017
2017, ITIC, empresas: US$ 1 milhão ou mais33%Mais de 800 organizações consultadas pela ITIC na sua 2017 Reliability and Hourly Cost of Downtime Trends Survey, abril/maio de 2017 · Mundo · 2017
2017, ITIC, empresas: menos de US$ 100.0002%Mais de 800 organizações consultadas pela ITIC na sua 2017 Reliability and Hourly Cost of Downtime Trends Survey, abril/maio de 2017 · Mundo · 2017
2017, ITIC, SMBs de 1 a 150 funcionários: mais de US$ 100.00047%Mais de 800 organizações consultadas pela ITIC na sua 2017 Reliability and Hourly Cost of Downtime Trends Survey, abril/maio de 2017 · Mundo · 2017
2018, ITIC (conforme reproduzido no seu post de 2019): mais de US$ 300.00081%Entrevistados da sondagem de 2018 da ITIC sobre o custo por hora da inatividade (amostra não informada no post de 2019) · Mundo · 2018
2019, ITIC, mais de 1.000 empresas: pelo menos US$ 100.00098%Mais de 1.000 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua 2019 Global Server Hardware, Server OS Reliability Survey, de novembro de 2018 a janeiro de 2019 · Mundo · 2019
2019, ITIC: US$ 300.000 ou mais86%Mais de 1.000 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua 2019 Global Server Hardware, Server OS Reliability Survey, de novembro de 2018 a janeiro de 2019 · Mundo · 2019
2019, ITIC: US$ 1 milhão ou mais34%Mais de 1.000 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua 2019 Global Server Hardware, Server OS Reliability Survey, de novembro de 2018 a janeiro de 2019 · Mundo · 2019
2020, ITIC, grandes empresas com mais de 1.000 funcionários: mais de US$ 100.00098%1.000 empresas consultadas pela ITIC de março a junho de 2020 (27% SMBs com até 200 usuários, 28% SMEs com 201 a 1.000 usuários, 45% grandes empresas com mais de 1.000 usuários) · Mundo · 2020
2020, ITIC, empresas: US$ 1 milhão ou mais40%1.000 empresas consultadas pela ITIC de março a junho de 2020 (27% SMBs com até 200 usuários, 28% SMEs com 201 a 1.000 usuários, 45% grandes empresas com mais de 1.000 usuários) · Mundo · 2020
2021, ITIC, 1.200 organizações: mais de US$ 300.00091%Mais de 1.200 organizações do mundo todo consultadas pela ITIC na sua Hourly Cost of Downtime Survey de 2021, de janeiro a julho de 2021 · Mundo · 2021
2021, ITIC, empresas: mais de US$ 1 milhão44%Mais de 1.200 organizações do mundo todo consultadas pela ITIC na sua Hourly Cost of Downtime Survey de 2021, de janeiro a julho de 2021 · Mundo · 2021
2022, ITIC, SMEs e grandes empresas: mais de US$ 300.00091%1.300 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua pesquisa Global Server Hardware Security de 2022 (números de custo reproduzidos da pesquisa mais recente da ITIC sobre o custo por hora da inatividade) · Mundo · 2022
2022, ITIC, empresas médias e grandes: mais de US$ 1 milhão44%1.300 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua pesquisa Global Server Hardware Security de 2022 (números de custo reproduzidos da pesquisa mais recente da ITIC sobre o custo por hora da inatividade) · Mundo · 2022
2024, ITIC, grandes empresas com mais de 1.000 funcionários: mais de US$ 100.00097%Mais de 1.000 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua Hourly Cost of Downtime Survey de 2024 (a 11ª), de novembro de 2023 a meados de março de 2024 (27% de SMBs, o restante de SMEs e de grandes empresas) · Mundo · 2024
2024, ITIC, empresas médias e grandes: mais de US$ 300.000mais de 90%Mais de 1.000 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua Hourly Cost of Downtime Survey de 2024 (a 11ª), de novembro de 2023 a meados de março de 2024 (27% de SMBs, o restante de SMEs e de grandes empresas) · Mundo · 2024
2024, ITIC, empresas: US$ 1 milhão ou mais41%Mais de 1.000 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua Hourly Cost of Downtime Survey de 2024 (a 11ª), de novembro de 2023 a meados de março de 2024 (27% de SMBs, o restante de SMEs e de grandes empresas) · Mundo · 2024
2024, ITIC, empresas: menos de US$ 100.0004%Mais de 1.000 empresas do mundo todo consultadas pela ITIC na sua Hourly Cost of Downtime Survey de 2024 (a 11ª), de novembro de 2023 a meados de março de 2024 (27% de SMBs, o restante de SMEs e de grandes empresas) · Mundo · 2024
Gráfico de linhas das pesquisas da ITIC de 2013 a 2024: a parcela que diz que uma hora de inatividade custa mais de US$ 300.000 subiu de pouco mais de 50% para mais de 90%; a parcela que diz mais de US$ 1 milhão subiu de 11% para 41%.
Nove em cada dez empresas hoje estimam uma hora de inatividade acima de US$ 300.000. Fonte: ITIC, pesquisas Hourly Cost of Downtime de 2013 a 2024 (estimativas dos entrevistados) · Dados: 2013-2024Baixar imagem (PNG)SVG
Quanto custou a interrupção mais recente, segundo a estimativa dos entrevistados do Uptime Institute, por ano da pesquisa
Ano da pesquisa e medidaNúmeroAbrangência
Pesquisa de 2019 (reproduzida no comunicado de 2022): falhas que custaram mais de US$ 100.00039%Interrupções relatadas por gerentes e operadores de data centers na pesquisa global de 2019 do Uptime Institute (n=420 na pergunta sobre custo, segundo a Figura 16 do relatório de 2023) · Mundo · pesquisa de 2019 (reproduzida em 2022)
Pesquisa de 2019: mais de US$ 1 milhão11%Interrupções relatadas por gerentes e operadores de data centers na pesquisa global de 2019 do Uptime Institute · Mundo · pesquisa de 2019 (reproduzida em 2022)
Pesquisa de 2019 (via The Register): custos de interrupções importantes abaixo de US$ 100.00060%Entrevistados da pesquisa global de 2019 do Uptime Institute que responderam à pergunta sobre o custo da interrupção mais recente (n=420) · Mundo · pesquisa de 2019 (reproduzida em 2023)
Pesquisas de 2019 e 2020: entrevistados que responderam à pergunta sobre custon=420 (2019), n=146 (2020)Entrevistados das Global Surveys of IT and Data Center Managers de 2019 e 2020 do Uptime Institute que tiveram um incidente de inatividade e responderam à pergunta sobre o custo total do seu incidente mais recente (bases mostradas no relatório de 2023) · Mundo · pesquisas de 2019 e 2020
Pesquisa de 2020: tiveram uma interrupção nos três anos anteriores3 em cada 4Operadores de data centers e gerentes de TI corporativa que responderam à pesquisa global de 2020 do Uptime Institute · Mundo · pesquisa de 2020 (publicada em 2021)
Pesquisa de 2020: a interrupção significativa mais recente custou mais de US$ 100.000mais da metadeEntrevistados da Global Survey of Data Center and IT Managers de 2020 do Uptime Institute que relataram uma interrupção nos três anos anteriores · Mundo · pesquisa de 2020 (publicada em 2021)
Pesquisa de 2020: US$ 1 milhão ou maisquase 1 em cada 3Entrevistados da Global Survey of Data Center and IT Managers de 2020 do Uptime Institute que relataram uma interrupção nos três anos anteriores · Mundo · pesquisa de 2020 (publicada em 2021)
Pesquisa de 2020: interrupção mais recente evitável com melhor gestão75%Entrevistados da pesquisa anual de 2020 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção nos três anos anteriores · Mundo · pesquisa de 2020 (publicada em 2021)
Pesquisa de 2021: tiveram uma interrupção nos três anos anteriores80%Gerentes e operadores de data centers que responderam à pesquisa global de 2021 do Uptime Institute · Mundo · pesquisa de 2021 (publicada em 2022)
Pesquisa de 2021: falhas que custaram pelo menos US$ 100.000mais de 60%Interrupções relatadas por gerentes e operadores de data centers na pesquisa global de 2021 do Uptime Institute (o comunicado não informa a base) · Mundo · pesquisa de 2021 (publicada em 2022)
Pesquisa de 2021: mais de US$ 1 milhão15%Interrupções relatadas por gerentes e operadores de data centers na pesquisa global de 2021 do Uptime Institute · Mundo · pesquisa de 2021 (publicada em 2022)
Pesquisa de 2022 (via The Register, que dá 78% para 2020 e 69% para 2021): tiveram uma interrupção nos três anos anteriores60%Entrevistados da pesquisa global anual de 2022 do Uptime Institute com gerentes de TI e de data centers · Mundo · pesquisa de 2022 (publicada em 2023)
Pesquisa de 2022: a interrupção mais recente custou mais de US$ 100.000mais de 2 em cada 3Entrevistados da Global Survey of IT and Data Center Managers de 2022 do Uptime Institute que tiveram um incidente de inatividade, respondendo a “Estime o custo total do seu incidente de inatividade mais recente (da interrupção à recuperação completa)” · Mundo · pesquisa de 2022 (publicada em 2023)
Pesquisa de 2022: entre US$ 100.000 e US$ 1 milhão45%Entrevistados da Global Survey of IT and Data Center Managers de 2022 do Uptime Institute que tiveram um incidente de inatividade, respondendo a “Estime o custo total do seu incidente de inatividade mais recente (da interrupção à recuperação completa)” · Mundo · pesquisa de 2022 (publicada em 2023)
Pesquisa de 2022: mais de US$ 1 milhão25%Entrevistados da Global Survey of IT and Data Center Managers de 2022 do Uptime Institute que tiveram um incidente de inatividade, respondendo a “Estime o custo total do seu incidente de inatividade mais recente (da interrupção à recuperação completa)” · Mundo · pesquisa de 2022 (publicada em 2023)
Pesquisa de 2023: a interrupção significativa, séria ou severa mais recente custou mais de US$ 100.00054%Entrevistados da pesquisa de data centers de 2023 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção significativa, séria ou severa, respondendo à pergunta sobre o custo da interrupção mais recente · Mundo · pesquisa de 2023 (publicada em 2024)
Pesquisa de 2023: mais de US$ 1 milhão16%Entrevistados da pesquisa de data centers de 2023 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção significativa, séria ou severa, respondendo à pergunta sobre o custo da interrupção mais recente · Mundo · pesquisa de 2023 (publicada em 2024)
Pesquisa de 2023: evitável com melhor gestão4 em cada 5Entrevistados da pesquisa de data centers de 2023 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção séria, perguntados se ela poderia ter sido evitada · Mundo · pesquisa de 2023 (publicada em 2024)
Pesquisa de 2024: mais de US$ 100.00054%Entrevistados da pesquisa anual de 2024 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção significativa, séria ou severa, respondendo à pergunta sobre o custo da interrupção mais recente (n=91, segundo a Figura 16 do relatório de 2026) · Mundo · pesquisa de 2024 (publicada em 2025)
Pesquisa de 2024: mais de US$ 1 milhão1 em cada 5Entrevistados da pesquisa anual de 2024 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção significativa, séria ou severa, respondendo à pergunta sobre o custo da interrupção mais recente (n=91, segundo a Figura 16 do relatório de 2026) · Mundo · pesquisa de 2024 (publicada em 2025)
Pesquisa de 2025: a interrupção importante ou com impacto mais recente custou mais de US$ 100.00057%Entrevistados da Global Data Center Survey 2025 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção com impacto, respondendo a “Estime o custo total deste incidente de inatividade (da interrupção à recuperação completa), incluindo custos diretos, de oportunidade e de reputação” (n=94) · Mundo · pesquisa de 2025 (publicada em 2026)
Pesquisa de 2025: mais de US$ 1 milhão1 em cada 5Entrevistados da Global Data Center Survey 2025 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção com impacto, respondendo a “Estime o custo total deste incidente de inatividade (da interrupção à recuperação completa), incluindo custos diretos, de oportunidade e de reputação” (n=94) · Mundo · pesquisa de 2025 (publicada em 2026)
Pesquisa de 2025: entrevistados que responderam à pergunta sobre custon=94Entrevistados da Global Data Center Survey 2025 do Uptime Institute que tiveram uma interrupção com impacto, respondendo a “Estime o custo total deste incidente de inatividade (da interrupção à recuperação completa), incluindo custos diretos, de oportunidade e de reputação” (n=94) · Mundo · pesquisa de 2025 (publicada em 2026)
Pesquisa de 2025: a última interrupção teve impactos sérios ou severos1 em cada 10Entrevistados da Global Data Center Survey 2025 do Uptime Institute · Mundo · pesquisa de 2025 (publicada em 2026)
Gráfico de linhas dos resultados das pesquisas do Uptime Institute de 2019 a 2025: a parcela das interrupções mais recentes que custaram mais de US$ 100.000 subiu de 39% para 57%, e a de mais de US$ 1 milhão, de 11% para 20%.
Uma interrupção em cada cinco já custa mais de US$ 1 milhão, em bases pequenas de entrevistados. Fonte: Uptime Institute, Annual Outage Analysis de 2022 a 2026 (anos de pesquisa de 2019 a 2025; bases pequenas) · Dados: 2019-2025Baixar imagem (PNG)SVG
Estudos do Ponemon Institute sobre o custo de interrupções em data centers, para a Emerson Network Power, por ano do estudo
Ano do estudo e medidaDólares americanosAbrangência
2010: custo médio de uma interrupção não planejadaUS$ 505.502Organizações de data center dos EUA avaliadas pelo Ponemon Institute para a Emerson Network Power (estudo de 2010; amostra não informada no comunicado de 2016) · Estados Unidos · 2010
2013: custo médio de uma interrupção não planejadaUS$ 690.204Organizações de data center dos EUA avaliadas pelo Ponemon Institute para a Emerson Network Power (estudo de 2013; amostra não informada no comunicado de 2016) · Estados Unidos · 2013
2016: custo médio de uma interrupção não planejadaUS$ 740.35763 organizações de data center dos EUA que tinham tido uma interrupção nos 12 meses anteriores, avaliadas pelo Ponemon Institute para a Emerson Network Power (hoje Vertiv) no estudo Cost of Data Center Outages de 2016 · Estados Unidos · 2016 (estudo publicado em janeiro de 2016)
2010: custo médio por minutoUS$ 5.617/minOrganizações de data center dos EUA avaliadas pelo Ponemon Institute para a Emerson Network Power (estudo de 2010) · Estados Unidos · 2010
2013: custo médio por minutoUS$ 7.908/minOrganizações de data center dos EUA avaliadas pelo Ponemon Institute para a Emerson Network Power (estudo de 2013) · Estados Unidos · 2013
2016: custo médio por minutoUS$ 8.851/min63 organizações de data center dos EUA que tinham tido uma interrupção nos 12 meses anteriores, avaliadas pelo Ponemon Institute para a Emerson Network Power (hoje Vertiv) no estudo Cost of Data Center Outages de 2016 · Estados Unidos · 2016 (estudo publicado em janeiro de 2016)
2016: a interrupção individual mais caraUS$ 2,4 milhões63 organizações de data center dos EUA que tinham tido uma interrupção nos 12 meses anteriores, avaliadas pelo Ponemon Institute para a Emerson Network Power (hoje Vertiv) no estudo Cost of Data Center Outages de 2016 · Estados Unidos · 2016 (estudo publicado em janeiro de 2016)
2016: data centers pesquisados63 data centers63 organizações de data center dos EUA que tinham tido uma interrupção nos 12 meses anteriores, avaliadas pelo Ponemon Institute para a Emerson Network Power (hoje Vertiv) no estudo Cost of Data Center Outages de 2016 · Estados Unidos · 2016 (estudo publicado em janeiro de 2016)

Fontes: IDC; Laplink and Intel; Gartner; Principled Technologies (2020); Symantec (2010); Techaisle (2014, 2018, 2020); Microsoft and Intel; Intel; Bloor Research (2007, 2011); Information Architecture Team; Spiceworks; ITIC (2013-2024); Uptime Institute (2021-2026); Ponemon Institute for Emerson Network Power; Enterprise Management Associates; Atlassian; Dotcom-Monitor; Adaptiva; Microsoft Australia and Intel; Techaisle and Microsoft; The Register

Como as migrações de dados se comparam com os projetos de TI em geral?

Estudos do setor sobre projetos de migração; nenhum destes números mede os produtos da Zinstall.

1 em cada 6 projetos de TI foi um “cisne negro”, com estouro médio de custo de 200%, num estudo de 1.471 projetos (Flyvbjerg e Budzier, 2011).

Gráfico de barras da parcela de projetos bem-sucedidos do Standish Group por ano dos dados, pela definição tradicional: 16,2% em 1994, 26% em 1998, 34% em 2002, 35% em 2006, 37% em 2010, 39% em 2012 e 36% em 2015.
Só cerca de um terço dos projetos de software é plenamente bem-sucedido, dizem três décadas de relatórios CHAOS. Fonte: The Standish Group, relatórios CHAOS (relatório de 1994; edições posteriores conforme tabuladas por Eveleens e Verhoef e no CHAOS Manifesto 2013 e no CHAOS Report 2015) · Dados: 1994-2015Baixar imagem (PNG)SVG
  • 19% dos projetos fracassaram por completo e 50% foram desafiados no relatório de 2020 do Standish Group.
  • Os grandes projetos de TI estouraram o orçamento em 45%, em média, e entregaram 56% menos valor que o previsto, num estudo de 2012.
  • 70% das transformações digitais ficaram aquém dos seus objetivos, numa pesquisa de 2020 com altos executivos.
  • 9,4% do investimento em projetos foi desperdiçado por mau desempenho em 2021, o último ano em que a medida foi publicada.
  • Apenas 19% das organizações entregavam projetos bem-sucedidos na maior parte do tempo, numa pesquisa de 2019 com gerentes de projetos.
Outros grandes estudos sobre projetos de TI e de transformação (seleção)
Estudo, ano e medidaNúmero
2012, McKinsey e Oxford: estouro médio de prazo7%
2012, McKinsey e Oxford: projetos que se tornaram cisnes negros17%
2011, Flyvbjerg e Budzier, 1.471 projetos: estouro médio de custo27%
2011, Flyvbjerg e Budzier: estouro médio de custo dos cisnes negros200%
2022, Flyvbjerg e outros, 5.392 projetos: razão média entre o custo real e o estimado1,8 vez
2021, PMI: projetos que atingiram as metas originais73%
2017, KPMG Nova Zelândia: entregam benefícios de forma consistente21%
AF 2008, GAO dos EUA, grandes projetos federais de TI: mal planejados ou com mau desempenho53%

Fontes: Harvard Business Review; ACM Queue; McKinsey and Company with the University of Oxford; Boston Consulting Group; Project Management Institute; KPMG, AIPM and IPMA; Journal of Management Information Systems; KPMG New Zealand; U.S. Government Accountability Office; The Standish Group (1994-2015)

Mais estatísticas (101)

1 em cada 6 projetos de TI (um em cada seis) foi um “cisne negro”, com estouro médio de custo de 200% e estouro de prazo de quase 70%, no estudo de Flyvbjerg e Budzier com 1.471 projetos de TI (Flyvbjerg e Budzier, 2011).

Coloque as pesquisas de migração ao lado do que se sabe sobre projetos de TI de todos os tipos e elas deixam de parecer excepcionais. O Standish Group classifica projetos como bem-sucedidos, desafiados (challenged) e fracassados desde meados dos anos noventa, e a sua taxa de sucesso ficou perto de um terço na maior parte desse tempo; o seu método é contestado por acadêmicos, e ele redefiniu o sucesso em 2015, duas coisas que os registros trazem. Os estudos com grandes amostras da McKinsey e de Oxford encontram estouros moderados na média e catastróficos numa minoria, e é por isso que os mesmos pesquisadores defenderam depois que um estouro médio de custo em TI simplesmente não existe. Os números das consultorias sobre projetos de transformação e a medida de desperdício do Project Management Institute completam o quadro. As famosas porcentagens de fracasso de projetos da Gartner, para CRM em 2001 e para ERP desde então, são previsões, e o próprio analista da Gartner disse isso sobre a de CRM.

  • 31% dos projetos foram bem-sucedidos no relatório CHAOS 2020: Beyond Infinity do Standish Group, conforme citado por Varajão e colegas na ACM Queue (ACM Queue, 2024).
  • 50% dos projetos foram classificados como desafiados no relatório CHAOS 2020: Beyond Infinity do Standish Group, conforme citado por Varajão e colegas na ACM Queue (ACM Queue, 2024).
  • 19% dos projetos fracassaram no relatório CHAOS 2020: Beyond Infinity do Standish Group, conforme citado por Varajão e colegas na ACM Queue (ACM Queue, 2024).
  • 16,2% dos projetos de software foram concluídos no prazo, dentro do orçamento e com todos os recursos especificados (Resolution Type 1, sucesso) na pesquisa CHAOS de 1994 do Standish Group com 365 executivos de TI que representavam 8.380 aplicações (Standish Group, 1994).
  • 189% da estimativa de custo original era o custo médio dos projetos de software desafiados e prejudicados, em empresas de todos os portes, na pesquisa CHAOS de 1994 do Standish Group (Standish Group, 1994).
  • 9% dos projetos de software em grandes empresas (receita acima de US$ 500 milhões) foram entregues no prazo e dentro do orçamento na pesquisa CHAOS de 1994 do Standish Group (Standish Group, 1994).
  • 2% era a chance de um projeto com mais de US$ 10 milhões em custo de mão de obra ser entregue no prazo e dentro do orçamento nos números de 2008 do Standish Group, contra 71% para projetos abaixo de US$ 750.000 (Standish Group, 2009).
  • 6% dos projetos de software de porte gigante foram bem-sucedidos e 43% fracassaram, contra 61% bem-sucedidos e 7% fracassados entre os projetos pequenos, no CHAOS Report 2015 do Standish Group (Standish Group, 2015).
  • 39% dos projetos de software ágeis foram bem-sucedidos, contra 11% dos projetos em cascata, e 9% contra 29% fracassaram, em mais de 10.000 projetos no CHAOS Report 2015 do Standish Group (Standish Group, 2015).
  • 7 pontos percentuais abaixo ficava a taxa de sucesso pela definição Modern Resolution do Standish Group (resultado satisfatório em vez de dentro da meta) em comparação com a sua definição Traditional, no CHAOS Report 2015 (Standish Group, 2015).
  • 10% dos projetos de software grandes foram bem-sucedidos, contra 76% dos projetos pequenos, no CHAOS Manifesto 2013 do Standish Group (Standish Group, 2013).
  • 76% dos projetos de software pequenos (menos de US$ 1 milhão em mão de obra) foram bem-sucedidos no CHAOS Manifesto 2013 do Standish Group, com 4% fracassados (Standish Group, 2013).
  • 45% acima do orçamento, em média, ficaram os grandes projetos de TI (orçamentos iniciais acima de US$ 15 milhões) no estudo da McKinsey e da Universidade de Oxford com mais de 5.400 projetos de TI (McKinsey, 2012).
  • 56% menos valor que o previsto foi entregue, em média, pelos grandes projetos de TI (orçamentos acima de US$ 15 milhões) no estudo da McKinsey e da Universidade de Oxford com mais de 5.400 projetos de TI (McKinsey, 2012).
  • 15% a mais de estouro de custo vinha com cada ano adicional de duração prevista de um projeto de TI, no estudo da McKinsey e da Universidade de Oxford com mais de 5.400 projetos de TI (McKinsey, 2012).
  • 200% foi o estouro médio de custo dos projetos de TI “cisnes negros”, um em cada seis, no estudo de Flyvbjerg e Budzier com 1.471 projetos de TI (Flyvbjerg e Budzier, 2011).
  • Quase 70% era o estouro médio de prazo dos projetos de TI “cisnes negros” no estudo de Flyvbjerg e Budzier com 1.471 projetos de TI (Flyvbjerg e Budzier, 2011).
  • Lei de potência (cauda pesada) era a distribuição dos estouros de custo dos projetos de TI encontrada em 5.392 projetos de TI concluídos de 2002 a 2014, de modo que uma pequena parcela dos projetos concentra estouros extremos e não existe uma média estável (Flyvbjerg et al., 2022).
  • 70% das transformações digitais ficaram aquém dos seus objetivos na pesquisa de 2020 do BCG, baseada numa sondagem com 825 altos executivos e no seu trabalho com 70 empresas (BCG, 2020).
  • 80% era a taxa de sucesso das transformações digitais que acertaram os seis fatores de sucesso do BCG, contra 30% no geral, na análise de 2020 do BCG sobre as transformações de 825 executivos (BCG, 2020).
  • 9,4% do investimento foi desperdiçado por mau desempenho dos projetos na pesquisa Pulse of the Profession 2021 do PMI com 3.950 profissionais de projetos, contra 11,4% em 2020 (PMI, 2021).
  • US$ 135 milhões a cada US$ 1 bilhão gasto num projeto fracassado eram perdidos “para sempre, sem recuperação”, segundo a pesquisa Pulse of the Profession 2013 do PMI com profissionais de projetos (PMI, 2013).
  • Cerca de 17% dos projetos fracassaram por completo e menos de dois terços atingiram as suas metas e a intenção de negócios, com as taxas de sucesso em queda desde 2008, no Pulse of the Profession 2013 do PMI (PMI, 2013).
  • 19% das organizações entregavam projetos bem-sucedidos pelo menos na maior parte do tempo na Project Management Survey 2019 da KPMG, do AIPM e da IPMA, com quase 500 entrevistados de 57 países (KPMG/AIPM/IPMA, 2019).
  • Mais da metade das empresas de capital aberto pesquisadas no mundo todo pela KPMG tinham sofrido um projeto de TI fracassado nos 12 meses anteriores, informou a Information Age em 26 de novembro de 2002 (Information Age, 2002).
  • “56% dos projetos de TI fracassam” foi como um parágrafo posterior do artigo de 2002 da Information Age apresentou a constatação da KPMG, que o seu primeiro parágrafo descreve como mais da metade das empresas pesquisadas com um projeto de TI fracassado em 12 meses, um deslocamento da parcela de empresas para a parcela de projetos (Information Age, 2002).
  • Mais de 50% de todas as implementações de CRM seriam vistas como fracassos do ponto de vista do cliente até 2006, previu a Gartner no seu CRM Summit em 10 de setembro de 2001; uma previsão, não uma medição (Gartner, 2001).
  • Nem um único estudo quantitativo estava por trás da previsão de 2001 da Gartner sobre fracassos em CRM, que o seu diretor de pesquisa Scott Nelson descreveu em 2002 como “pedaços de estudos juntados”, sem uma definição unificada de fracasso (CRM Magazine, 2002).
  • 80% era a taxa de fracasso de CRM que circulava em 2002 e que, segundo Scott Nelson, da Gartner, se aplicava apenas às implementações de automação da força de vendas, sendo “mais de 50 por cento” o número para o conjunto (CRM Magazine, 2002).
  • Mais de 70% das iniciativas de ERP implementadas recentemente não atingirão plenamente as suas metas de negócios originais até 2027, prevê a Gartner na sua página de pesquisa sobre ERP do analista Denis Torii; uma previsão, não uma medição (Gartner, 2024).
  • De 55% a 75% dos projetos de ERP não atingem os seus objetivos “segundo a Gartner”, afirma um post do blog do Rand Group sem citar nenhum documento da Gartner; nenhuma publicação da Gartner nesse sentido foi encontrada (Rand Group, 2024).
  • As pesquisas independentes não confirmavam, em geral, os números de fracasso do CHAOS do Standish, escreveu Robert Glass na Communications of the ACM em 2006, observando que o Standish se recusava a revelar o seu método (Glass, 2006).
  • O próprio relatório de 1994 do Standish descreve o recrutamento da sua amostra como um pedido aos executivos de TI para “compartilhar histórias de fracasso”, o que, segundo Glass, enviesa os números do CHAOS na direção do fracasso (Glass, 2006).
  • 189%, o número do Standish de 1994 que a revisão de Jorgensen e Molokken-Ostvold chama de “um estouro médio de custo de 189%”, é “alto demais para refletir a situação de 1994”, constatou a revisão, incompatível com outras pesquisas do período (Jorgensen e Molokken, 2006).
  • 50% de 50 documentos da web selecionados aleatoriamente descreviam o resultado de 1994 do Standish como um “estouro de custo de 189%”, 40% como “189% da estimativa original” e 10% como um “estouro de custo de 89%”, na revisão de Jorgensen e Molokken-Ostvold (Jorgensen e Molokken, 2006).
  • 1.211 projetos reais com 5.457 previsões passaram pelas definições do Standish nas mãos de Eveleens e Verhoef, que consideraram as definições enganosas, unilaterais, distorcedoras da prática de estimativa e geradoras de números sem sentido (Eveleens e Verhoef, 2010).
  • 413 projetos federais de TI, com pelo menos US$ 25,2 bilhões de gastos no ano fiscal de 2008, foram identificados pelo OMB e pelos órgãos como mal planejados, com mau desempenho ou as duas coisas, declarou o GAO em depoimento em 31 de julho de 2008 (GAO, 2008).
  • 365 executivos de TI, representando 8.380 aplicações, formaram a amostra da pesquisa CHAOS de 1994 do Standish Group, complementada por quatro grupos focais e entrevistas pessoais (Standish Group, 1994).
  • 222% da estimativa de prazo original era a duração média dos projetos de software desafiados e prejudicados na pesquisa CHAOS de 1994 do Standish Group (Standish Group, 1994).
  • 61% dos recursos e funções especificados originalmente foram entregues, em média, pelos projetos de software desafiados na pesquisa CHAOS de 1994 do Standish Group (Standish Group, 1994).
  • US$ 81 bilhões era a estimativa do Standish Group para o que as empresas e os órgãos públicos americanos gastariam com projetos de software cancelados em 1995, com base na sua pesquisa CHAOS de 1994 (Standish Group, 1994).
  • 24% dos projetos de software das empresas da Fortune 500 foram entregues no prazo e dentro do orçamento em 1998, contra 9% em 1994, na pesquisa CHAOS do Standish Group (Standish Group, 1999).
  • 23.000 projetos de aplicações em empresas americanas grandes, médias e pequenas tinham sido examinados pela pesquisa CHAOS do Standish Group desde 1994, segundo o seu relatório de 1999 (Standish Group, 1999).
  • 54% era o estouro médio de custo dos projetos de TI nos números de 2008 do Standish Group, contra 47% em 2006, com o pico de 84% em 2004 (Standish Group, 2009).
  • 24% dos projetos fracassaram no CHAOS Summary 2009 do Standish Group, o que o seu comunicado à imprensa de 23 de abril de 2009 chamou de a maior taxa de fracasso em mais de uma década (Standish Group, 2009).
  • 400 organizações foram pesquisadas para o CHAOS Summary 2009 do Standish Group, segundo a reportagem do CIO.com sobre as constatações (CIO.com, 2009).
  • Mais de 25.000 projetos de software, cerca de 5.000 por ano, formavam o novo banco de dados CHAOS do Standish Group para os anos fiscais de 2011 a 2015 (Standish Group, 2015).
  • 30% das transformações digitais atingiram ou superaram o valor-alvo com mudança sustentável (a “zona de vitória”) na pesquisa de 2020 do BCG com 825 altos executivos (BCG, 2020).
  • 26% das transformações digitais geraram menos da metade do valor-alvo, sem mudança sustentável (a “zona de fracasso”), na pesquisa de 2020 do BCG com 825 altos executivos (BCG, 2020).
  • Até 40% a 75% era a margem pela qual a maioria das empresas subestimaria os custos dos projetos de CRM até 2006, previu a Gartner em 11 de setembro de 2001, num segundo comunicado à imprensa do seu CRM Summit; uma previsão, não uma medição (Gartner, 2001).
  • Mais da metade de todas as empresas que implementavam sistemas de CRM veriam essas implementações como fracassos até 2006, conforme a KDnuggets reproduziu, três dias depois, a previsão de setembro de 2001 da Gartner (KDnuggets, 2001).
Taxas de resolução do CHAOS, do Standish Group, por ano dos dados (definição tradicional até 2012; depois, a definição “moderna” de 2015)
Ano dos dados, resolução e definiçãoParcela dos projetosAbrangência
1994: bem-sucedidos (365 executivos de TI, 8.380 aplicações)16,2%Executivos de TI de empresas e órgãos públicos dos EUA pesquisados pelo Standish Group (365 entrevistados representando 8.380 aplicações) · Estados Unidos · 1994
1994: desafiados52,7%Executivos de TI de empresas e órgãos públicos dos EUA pesquisados pelo Standish Group (365 entrevistados representando 8.380 aplicações) · Estados Unidos · 1994
1994: cancelados31,1%Executivos de TI de empresas e órgãos públicos dos EUA pesquisados pelo Standish Group (365 entrevistados representando 8.380 aplicações) · Estados Unidos · 1994
1996: bem-sucedidos (conforme tabulado por Eveleens e Verhoef)27%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group, números conforme publicados pelo Standish e reproduzidos em Eveleens e Verhoef, Tabela 1 · Mundo · 1996
1996: fracassados40%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group, números conforme publicados pelo Standish e reproduzidos em Eveleens e Verhoef, Tabela 1 · Mundo · 1996
1998: bem-sucedidos26%Projetos de desenvolvimento de aplicações em empresas americanas grandes, médias e pequenas no banco de dados CHAOS do Standish Group (23.000 projetos até 1999) · Estados Unidos · 1998
1998: fracassados (Eveleens e Verhoef)28%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group, números conforme publicados pelo Standish e reproduzidos em Eveleens e Verhoef, Tabela 1 · Mundo · 1998
2000: bem-sucedidos28%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group no ano indicado (amostra não informada para os anos anteriores) · Mundo · 2000
2000: fracassados23%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group no ano indicado (amostra não informada para os anos anteriores) · Mundo · 2000
2002: bem-sucedidos34%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group no ano indicado (amostra não informada para os anos anteriores) · Mundo · 2002
2002: fracassados15%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group no ano indicado (amostra não informada para os anos anteriores) · Mundo · 2002
2004: bem-sucedidos29%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group no ano indicado (amostra não informada para os anos anteriores) · Mundo · 2004
2004: fracassados18%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group no ano indicado (amostra não informada para os anos anteriores) · Mundo · 2004
2006: bem-sucedidos35%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group no ano indicado (amostra não informada para os anos anteriores) · Mundo · 2006
2006: fracassados19%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group no ano indicado (amostra não informada para os anos anteriores) · Mundo · 2006
2008: bem-sucedidos (400 organizações)32%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group (400 organizações pesquisadas para o resumo de 2009, segundo o CIO.com) · Mundo · 2008
2008: desafiados44%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group (400 organizações pesquisadas para o resumo de 2009, segundo o CIO.com) · Mundo · 2008
2008: fracassados24%Projetos de TI informados à pesquisa CHAOS do Standish Group (400 organizações pesquisadas para o resumo de 2009, segundo o CIO.com) · Mundo · 2008
2010: bem-sucedidos (CHAOS Manifesto 2013)37%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group (por período de referência, 60% dos EUA, 25% europeus, 15% do resto do mundo; os entrevistados são CIOs, vice-presidentes, diretores e gerentes de projetos de PMO) · Mundo · 2010
2010: fracassados21%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group (por período de referência, 60% dos EUA, 25% europeus, 15% do resto do mundo; os entrevistados são CIOs, vice-presidentes, diretores e gerentes de projetos de PMO) · Mundo · 2010
2012: bem-sucedidos (CHAOS Manifesto 2013)39%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group (por período de referência, 60% dos EUA, 25% europeus, 15% do resto do mundo; os entrevistados são CIOs, vice-presidentes, diretores e gerentes de projetos de PMO) · Mundo · 2012
2012: fracassados18%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group (por período de referência, 60% dos EUA, 25% europeus, 15% do resto do mundo; os entrevistados são CIOs, vice-presidentes, diretores e gerentes de projetos de PMO) · Mundo · 2012
AF 2011: bem-sucedidos, definição moderna (relatório de 2015, novo banco de dados)29%Projetos de software no novo banco de dados CHAOS do Standish Group, anos fiscais de 2011 a 2015 (mais de 25.000 projetos, cerca de 5.000 por ano) · Mundo · AF 2011
AF 2012: bem-sucedidos, definição moderna27%Projetos de software no novo banco de dados CHAOS do Standish Group, anos fiscais de 2011 a 2015 (mais de 25.000 projetos, cerca de 5.000 por ano) · Mundo · AF 2012
AF 2013: bem-sucedidos, definição moderna31%Projetos de software no novo banco de dados CHAOS do Standish Group, anos fiscais de 2011 a 2015 (mais de 25.000 projetos, cerca de 5.000 por ano) · Mundo · AF 2013
AF 2014: bem-sucedidos, definição moderna28%Projetos de software no novo banco de dados CHAOS do Standish Group, anos fiscais de 2011 a 2015 (mais de 25.000 projetos, cerca de 5.000 por ano) · Mundo · AF 2014
AF 2015: bem-sucedidos, definição tradicional36%Projetos de software no novo banco de dados CHAOS do Standish Group, anos fiscais de 2011 a 2015 (mais de 25.000 projetos, cerca de 5.000 por ano) · Mundo · AF 2015
AF 2015: bem-sucedidos, definição moderna29%Projetos de software no novo banco de dados CHAOS do Standish Group, anos fiscais de 2011 a 2015 (mais de 25.000 projetos, cerca de 5.000 por ano) · Mundo · AF 2015
AF 2015: desafiados, definição moderna52%Projetos de software no novo banco de dados CHAOS do Standish Group, anos fiscais de 2011 a 2015 (mais de 25.000 projetos, cerca de 5.000 por ano) · Mundo · AF 2015
AF 2015: fracassados, definição moderna19%Projetos de software no novo banco de dados CHAOS do Standish Group, anos fiscais de 2011 a 2015 (mais de 25.000 projetos, cerca de 5.000 por ano) · Mundo · AF 2015
2020: bem-sucedidos (relatório pago, via ACM Queue)31%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group, conforme o relatório CHAOS 2020: Beyond Infinity (mais de 50.000 perfis de projetos dos cinco anos anteriores, segundo a resenha de Henny Portman sobre o relatório) · Mundo · 2020
2020: desafiados50%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group, conforme o relatório CHAOS 2020: Beyond Infinity (mais de 50.000 perfis de projetos dos cinco anos anteriores, segundo a resenha de Henny Portman sobre o relatório) · Mundo · 2020
2020: fracassados19%Projetos no banco de dados CHAOS do Standish Group, conforme o relatório CHAOS 2020: Beyond Infinity (mais de 50.000 perfis de projetos dos cinco anos anteriores, segundo a resenha de Henny Portman sobre o relatório) · Mundo · 2020
Gráfico de linhas das taxas de resolução do CHAOS do Standish Group por ano dos dados: projetos bem-sucedidos pela definição tradicional, de 16,2% em 1994 a 36,0% em 2015; projetos fracassados, de 31,1% em 1994 a 19% em 2015; e projetos bem-sucedidos pela definição moderna, entre 27% e 31% de 2011 a 2020.
Três décadas de relatórios CHAOS: um terço dos projetos de TI é bem-sucedido, um quinto fracassa. Fonte: The Standish Group, relatórios CHAOS de 1994 a 2020 (edições e tabulações secundárias, conforme listadas nas fontes) · Dados: 1994-2020Baixar imagem (PNG)SVG
Outros grandes estudos sobre projetos de TI e de transformação
Estudo, ano, amostra e medidaNúmeroAbrangência
2012, McKinsey e Oxford, mais de 5.400 projetos de TI: estouro médio de custo dos projetos orçados acima de US$ 15 milhões45%Grandes projetos de TI (orçamentos iniciais acima de US$ 15 milhões) no banco de dados da McKinsey e da Universidade de Oxford (BT Centre for Major Programme Management) com mais de 5.400 projetos de TI, em junho de 2012 · Mundo · 2012
2012, McKinsey e Oxford: estouro médio de prazo7%Grandes projetos de TI (orçamentos iniciais acima de US$ 15 milhões) no banco de dados da McKinsey e da Universidade de Oxford (BT Centre for Major Programme Management) com mais de 5.400 projetos de TI, em junho de 2012 · Mundo · 2012
2012, McKinsey e Oxford: déficit de valor entregue56%Grandes projetos de TI (orçamentos iniciais acima de US$ 15 milhões) no banco de dados da McKinsey e da Universidade de Oxford (BT Centre for Major Programme Management) com mais de 5.400 projetos de TI, em junho de 2012 · Mundo · 2012
2012, McKinsey e Oxford: projetos que se tornaram cisnes negros17%Grandes projetos de TI (orçamentos iniciais acima de US$ 15 milhões) no banco de dados da McKinsey e da Universidade de Oxford (BT Centre for Major Programme Management) com mais de 5.400 projetos de TI, em junho de 2012 · Mundo · 2012
2011, Flyvbjerg e Budzier, 1.471 projetos: estouro médio de custo27%1.471 projetos de mudança em TI (ERP, sistemas de informações gerenciais, CRM; 92% de órgãos públicos, 83% com sede nos EUA; custo médio de US$ 167 milhões) no banco de dados do Oxford BT Centre for Major Programme Management · Mundo · 2011
2011, Flyvbjerg e Budzier: projetos que foram cisnes negros1 em cada 61.471 projetos de mudança em TI (ERP, sistemas de informações gerenciais, CRM; 92% de órgãos públicos, 83% com sede nos EUA; custo médio de US$ 167 milhões) no banco de dados do Oxford BT Centre for Major Programme Management · Mundo · 2011
2011, Flyvbjerg e Budzier: estouro médio de custo dos cisnes negros200%1.471 projetos de mudança em TI (ERP, sistemas de informações gerenciais, CRM; 92% de órgãos públicos, 83% com sede nos EUA; custo médio de US$ 167 milhões) no banco de dados do Oxford BT Centre for Major Programme Management · Mundo · 2011
2022, Flyvbjerg e outros, 5.392 projetos: razão média entre o custo real e o estimado1,8 vez5.392 projetos de TI concluídos entre 2002 e 2014 em 66 países, dos setores público e privado, custo total de US$ 56,5 bilhões (em dólares de 2015); 4.677 com custo estimado e custo real · Mundo · 2002-2014
2020, BCG, transformações digitais: ficaram aquém dos objetivos70%Transformações digitais avaliadas por 825 altos executivos na pesquisa do BCG, mais o trabalho do BCG com 70 empresas · Mundo · 2020
2021, PMI Pulse of the Profession: investimento em projetos desperdiçado9,4%Profissionais e líderes de gestão de projetos do mundo todo pesquisados para o Pulse of the Profession 2021 do PMI (3.950 profissionais de projetos responderam) · Mundo · 2021
2021, PMI: projetos que atingiram as metas originais73%Profissionais e líderes de gestão de projetos do mundo todo pesquisados para o Pulse of the Profession 2021 do PMI (3.950 profissionais de projetos responderam) · Mundo · 2021
2019, KPMG, AIPM e IPMA: entregam projetos bem-sucedidos na maior parte do tempo19%Quase 500 profissionais de gestão de projetos de 57 países pesquisados pela KPMG, pelo AIPM e pela IPMA em 2019 · Mundo · 2019
2017, KPMG Nova Zelândia: entregam benefícios de forma consistente21%188 entrevistados (profissionais de projetos, altos executivos e representantes das áreas de negócios) na Project Management Survey 2017 da KPMG Nova Zelândia · Nova Zelândia · 2017
AF 2008, GAO dos EUA, grandes projetos federais de TI: mal planejados ou com mau desempenho53%Grandes projetos federais de TI dos 24 principais órgãos dos EUA, ano fiscal de 2008 (778 grandes projetos; 810 projetos com orçamento de US$ 70,7 bilhões previsto para o ano fiscal de 2009) · Estados Unidos · AF 2008
2010 a 2013, Panorama, projetos de ERP: acima do orçamento54%192 entrevistados da pesquisa on-line da Panorama Consulting sobre implementações de ERP, de janeiro de 2013 a fevereiro de 2014 · Mundo · 2010-2013
2010 a 2013, Panorama, projetos de ERP: acima da duração planejada72%192 entrevistados da pesquisa on-line da Panorama Consulting sobre implementações de ERP, de janeiro de 2013 a fevereiro de 2014 · Mundo · 2010-2013
2005, Cutter Consortium, projetos de software: não cumpriram as metas de orçamento50%Projetos de software em mais de 200 organizações e 232 projetos concluídos recentemente no mundo todo, pesquisados pelo Cutter Consortium em 2005 · Mundo · 2005
Pesquisas da KPMG sobre gestão de projetos: organizações com um projeto fracassado no último ano e com entrega consistente, por edição
Pesquisa, ano e medidaNúmeroAbrangência
2002, KPMG (via Information Age): empresas com um projeto de TI fracassado nos 12 meses anterioresmais da metadeDezenas de empresas de capital aberto do mundo todo pesquisadas pela KPMG em 2002, conforme noticiado pela Information Age · Mundo · 2002
2002, manchete da Information Age para a mesma pesquisa: “dos projetos de TI fracassam”56%Formulação da Information Age para a pesquisa de 2002 da KPMG com empresas de capital aberto · Mundo · 2002
2003, KPMG (conforme reproduzido na cobertura de 2005): organizações com um projeto fracassado no ano anterior57%Organizações pesquisadas na pesquisa de gestão de programas de 2003 da KPMG, conforme reproduzido pelo ITWire · Mundo · 2003
2005, pesquisa global da KPMG, mais de 600 organizações em 22 países: pelo menos um projeto fracassado no último anoquase metadeMais de 600 organizações de 22 países pesquisadas pela KPMG (Global IT Project Management Survey 2005) · Mundo · 2005
2005 a 2008, folheto da KPMG Hong Kong: participantes com um projeto fracassado nos 12 meses anteriores49%Participantes de uma pesquisa recente de gestão de projetos da KPMG, conforme citado pela KPMG Hong Kong (o número da pesquisa global de 2005) · Mundo · 2005-2008
2010, KPMG Nova Zelândia: organizações com pelo menos um projeto fracassado no ano anteriormais de dois terçosOrganizações da Nova Zelândia na Project Management Survey 2010 da KPMG Nova Zelândia (cerca de 100 empresas, segundo a imprensa) · Nova Zelândia · 2010
2010, KPMG Nova Zelândia (via Computerworld): projetos bem-sucedidoscerca da metadeProjetos de organizações da Nova Zelândia na pesquisa de 2010 da KPMG Nova Zelândia, conforme lembrado em 2013 pelo autor do estudo, Perry Woolley · Nova Zelândia · 2010
Dados de 2012, KPMG Nova Zelândia, 208 organizações: entregam de forma consistente dentro do orçamento (48% em 2010)33%208 organizações da Nova Zelândia na Project Management Survey 2013, bienal, da KPMG Nova Zelândia (dados dos 12 meses até setembro de 2012) · Nova Zelândia · 2012
Dados de 2012, KPMG Nova Zelândia: entregam de forma consistente no prazo (36% em 2010)29%208 organizações da Nova Zelândia na Project Management Survey 2013, bienal, da KPMG Nova Zelândia (dados dos 12 meses até setembro de 2012) · Nova Zelândia · 2012
Dados de 2012, KPMG Nova Zelândia (via interest.co.nz): projetos que fracassaram2 em cada 3208 organizações da Nova Zelândia na pesquisa de 2013 da KPMG, conforme noticiado pelo interest.co.nz · Nova Zelândia · 2012
2017, KPMG Nova Zelândia, 188 entrevistados: com probabilidade de entregar dentro do orçamento (31% no prazo)29%188 entrevistados (profissionais de projetos, altos executivos e representantes das áreas de negócios) na Project Management Survey 2017 da KPMG Nova Zelândia · Nova Zelândia · 2017
2017, KPMG Nova Zelândia: entregam benefícios de forma consistente21%188 entrevistados (profissionais de projetos, altos executivos e representantes das áreas de negócios) na Project Management Survey 2017 da KPMG Nova Zelândia · Nova Zelândia · 2017
2019, KPMG, AIPM e IPMA: com probabilidade de entregar no prazo (36% dentro do orçamento)30%Quase 500 profissionais de gestão de projetos de 57 países pesquisados pela KPMG, pelo AIPM e pela IPMA em 2019 · Mundo · 2019
2019, KPMG, AIPM e IPMA: entregam projetos bem-sucedidos na maior parte do tempo19%Quase 500 profissionais de gestão de projetos de 57 países pesquisados pela KPMG, pelo AIPM e pela IPMA em 2019 · Mundo · 2019
Gráfico de linhas da parcela do investimento em projetos desperdiçada nas pesquisas Pulse of the Profession do PMI, de 12,0% em 2012 a 9,4% em 2021, sempre entre 9,4% e 13,5%.
Cerca de um dólar em cada dez investidos em projetos é desperdiçado, segundo as pesquisas do PMI. Fonte: Project Management Institute, Pulse of the Profession de 2012 a 2021 · Dados: 2012-2021Baixar imagem (PNG)SVG

Fontes: Harvard Business Review; ACM Queue; The Standish Group (1994-2015); McKinsey and Company with the University of Oxford; Journal of Management Information Systems; Boston Consulting Group; Project Management Institute (2013-2021); KPMG, AIPM and IPMA; Information Age; Gartner (2001, 2024); CRM Magazine; Rand Group; Communications of the ACM; Information and Software Technology; IEEE Software; U.S. Government Accountability Office; CIO.com; KDnuggets; KPMG New Zealand (2013, 2017); Panorama Consulting Solutions; Cutter Consortium; ITWire; KPMG; Computerworld New Zealand; interest.co.nz

Dados. Todas as 712 estatísticas desta página, cada uma com sua fonte, a citação literal e o localizador: CSV · JSON. Os gráficos e os números desta página podem ser reutilizados com um link para https://www.zinstall.com/pt/research/data-migration-failure-rate como fonte. Os créditos continuam sendo das organizações que publicaram os dados originais.

Dados de cada gráfico (CSV, 16 arquivos)

Metodologia

O que incluímos. Abrangência: todos os números desta página descrevem projetos de migração em todo o setor, medidos por estudos independentes, pesquisas de fornecedores e auditorias; nenhum mede transferências feitas com os produtos da Zinstall, e a página não publica nenhuma taxa de sucesso ou de falha do Zinstall. Esta página reúne todas as pesquisas sobre resultados de projetos de migração de dados que conseguimos baixar (Bloor Research 2007 e 2011 e os seus white papers, Information Architecture Team 2002, Experian e Data Migration Pro, Vision Solutions, WANdisco e Unisphere, Horvath, ISG, Xmateria, Caylent, Precisely), a cadeia de reproduções da afirmação “83% (Gartner)” com todas as aparições datadas que encontramos, os números publicados pela própria Gartner sobre assuntos relacionados, as pesquisas de nuvem (Flexera e RightScale por edição, Unisys, Accenture, IDC, Barclays via imprensa especializada, IHS Markit para a Fortinet, Nutanix, previsões da Gartner, Andreessen Horowitz, 37signals), as pesquisas e os testes de migração de PCs e de sistemas operacionais (Symantec, Cloudhouse, Microsoft App Assure, IDC para a Dell, Techaisle, Principled Technologies, Which?, Kroll Ontrack, Adaptiva, Ivanti, Spiceworks, Dell, Panasonic, ControlUp, Nexthink, Lansweeper, HP), os números de servidores, bancos de dados e sites (Spiceworks, Lansweeper, Rapid7, documentação da Microsoft, AWS, Microsoft Azure, EDB, W3Techs, Liquid Web, Duplicator, Google, BitTitan, ITIC, Uptime Institute, Ponemon) e as comparações com projetos de TI (Standish CHAOS por edição, McKinsey e Oxford, Flyvbjerg e Budzier, BCG, PMI, KPMG, GAO, Panorama, Cutter e as críticas acadêmicas ao Standish). Têm preferência as estatísticas oficiais, as publicações dos próprios serviços de medição, os documentos regulatórios e as transcrições das empresas e os relatórios revisados por pares ou de analistas; pesquisas de fornecedores e reportagens só entram quando não existe fonte melhor e são identificadas como tal no conjunto de dados.

Como cada número foi verificado. Cada registro traz a frase exata ou a célula de tabela da fonte (a citação) e o ponto em que ela aparece (o localizador). Um pesquisador conferiu cada um com o documento de origem; depois, um script baixou de novo todas as fontes em 13 de outubro de 2026 e procurou a citação em cada uma. Os registros que o script não conseguiu confirmar só são mantidos se a conferência do pesquisador foi completa, e ficam marcados para revisão humana no conjunto de dados. As reproduções (um veículo posterior que cita um número anterior) são registradas como reproduções, com o número original ao lado.

O que excluímos. Qualquer número cuja única fonte seja uma página de compilação ou uma página de fornecedor que não cita ninguém; o “83%” como fato; as estimativas da McKinsey de 2021 sobre migração para a nuvem e o número de tempo de inatividade da Gartner de 2014, cujos documentos não puderam ser baixados durante esta coleta (mantidos no arquivo de trabalho como não verificados, e não publicados); tamanhos de mercado além dos da Gartner e da IDC; e qualquer média calculada entre pesquisas com populações e definições diferentes. Quando uma fonte apresenta um número apenas numa forma que não conseguimos confirmar (por exemplo, um gráfico sem tabela de dados), o registro é marcado como não verificado e não é exportado.

Arredondamento e cálculos derivados. Os números são reproduzidos como foram publicados. Quando um serviço de medição publica duas casas decimais, as frases e as células das tabelas mostram uma casa decimal, com arredondamento da metade para cima, e o conjunto de dados mantém o valor publicado. Nas frases curtas do topo da página e de cada seção, contagens grandes e valores em dinheiro podem ser arredondados para dois ou três algarismos significativos; o número exato aparece nas frases completas da seção e no conjunto de dados. Os números derivados (uma variação entre dois meses, uma participação calculada a partir de duas contagens) dizem que são derivados e indicam os dados de partida. O número em negrito em cada frase é um auxílio de leitura, não uma alteração.

Atualizações. As fontes são conferidas de novo e novos números são acrescentados a cada trimestre, e as séries mensais dos serviços de medição são completadas à medida que saem; a próxima atualização está prevista para janeiro de 2027. Correções são bem-vindas pela página de contato.

A busca pelo documento da Gartner. Pesquisamos o gartner.com (sala de imprensa, índice de pesquisas e os resumos públicos das suas notas sobre migração de dados), a imprensa especializada de 2003 a 2012, o Google Livros e outros três mecanismos de busca, o índice da Wayback Machine das páginas de fornecedores mais antigas que trazem a afirmação, o site da Bloor Research em busca de qualquer citação da Gartner e os sites dos fornecedores a quem o número é atribuído com mais frequência. A aparição datada mais antiga é uma entrevista de março de 2005 numa revista especializada; o único documento da Gartner que alguma página nomeia é uma nota de pesquisa de fevereiro de 2009 cujo resumo público não traz nenhuma porcentagem e cujo corpo, conforme citado por três consultorias, não dá nenhuma. A nota em si é paga, por isso não se pode descartar que haja um número no seu corpo; ele seria quatro anos posterior à aparição de 2005. Os dez caminhos de busca e os seus resultados estão registrados no conjunto de dados de trabalho.

Cite esta página

Zinstall. “Taxas de falha em migrações de dados (quando feitas sem o Zinstall)”. https://www.zinstall.com/pt/research/data-migration-failure-rate. Atualizado em 2026-10-21.

Perguntas frequentes

A Gartner disse que 83% dos projetos de migração de dados falham?

Não encontramos nenhum documento da Gartner que diga isso. A aparição datada mais antiga da afirmação é uma entrevista de março de 2005 com o CEO de um fornecedor de migração de dados na revista CXO, que diz “segundo a Gartner” e não nomeia nenhum documento. O número da Gartner daquele ano que existe é uma previsão de que mais de 50% dos projetos de data warehouse teriam aceitação limitada ou fracassariam, e a nota da Gartner de 2009 que as páginas posteriores citam não traz nenhuma porcentagem no seu resumo público. Uma pesquisa de um fornecedor de armazenamento em 2005 constatou que 83% das migrações tiveram problemas, o que é uma medida diferente.

Essas taxas de falha se aplicam a transferências feitas com o Zinstall?

Não. Todos os números desta página vêm de estudos, pesquisas e auditorias independentes sobre projetos de migração em todo o setor, a maioria deles realizada com abordagens internas: três em cada quatro projetos na pesquisa de 2007 da Bloor Research. Nenhum desses estudos mediu transferências feitas com os produtos da Zinstall, e esta página não publica nenhuma taxa de sucesso ou de falha do Zinstall.

Que porcentagem dos projetos de migração de dados falha ou estoura prazo ou orçamento?

Depende da pesquisa e do que conta como falha. A Bloor Research encontrou 84% dos projetos fora do prazo ou do orçamento entre 43 grandes empresas em 2007 e 38% numa amostra diferente em 2011. A Experian e a Data Migration Pro constataram em 2017 que 36% dos projetos se mantiveram dentro do orçamento original e que 54% sofreram atraso. A Horvath constatou em 2025 que 8% das empresas que tinham concluído uma migração para o S/4HANA a terminaram dentro do cronograma, e 6% dos líderes de TI pesquisados pela Caylent disseram que a sua migração de banco de dados mais difícil terminou no prazo. Nenhum desses números é uma taxa geral de falha.

Por que as migrações de dados falham ou estouram prazos e orçamentos?

A má qualidade dos dados foi o motivo de estouro mais citado na pesquisa de 2011 da Bloor, e a definição do escopo foi apontada como culpada por mais de dois terços das empresas com estouros na sua pesquisa de 2007. O perfilamento dos dados antes de estimar o projeto é a prática com efeito medido: 68% dos projetos estavam dentro do cronograma quando os dados tinham sido perfilados antes, contra 55% quando não tinham. Em 2017, apenas 43% dos projetos tinham uma governança eficaz e 28% não tinham problemas de qualidade de dados depois da migração, segundo a Experian e a Data Migration Pro.

Com que frequência as migrações para a nuvem estouram o orçamento?

Nas pesquisas State of the Cloud da Flexera, os orçamentos de nuvem pública foram excedidos em média em 15% em 2024 e entre 13% e 24% nos cinco anos em que a Flexera publicou uma média; em 2026, 17% dos entrevistados disseram ter excedido o orçamento, e os entrevistados estimaram que 29% dos seus gastos com nuvem pública foram desperdiçados. Na pesquisa de 2020 da Accenture, 37% das empresas tinham obtido todo o valor que esperavam da nuvem.

Quanto tempo leva para migrar um PC?

A pesquisa da Symantec de 2010 com gerentes de TI chegou a uma média de cinco horas para migrar uma máquina existente para o Windows 7 e de quatro para uma instalação limpa. O estudo da IDC de 2012 para a Dell encontrou 1,66 hora de TI para implantar um PC novo, em média, e 2,9 nas organizações menos maduras. Num teste de laboratório de 2020 para a Dell, transferir 100 GB de um notebook mais antigo para um novo levou de 45 minutos a pouco menos de três horas e meia, conforme a ferramenta e o notebook. Em 2017, 57% dos entrevistados de TI corporativa disseram à Adaptiva que esperavam de duas a quatro horas por PC numa migração para o Windows 10.

O que conta como uma migração de dados que falhou?

Não existe uma definição comum, e é por isso que as taxas desta página não podem ser combinadas numa média. A Bloor Research contou os projetos que estouraram o prazo ou o orçamento. A definição tradicional do Standish Group só considerava bem-sucedido um projeto que terminasse no prazo, dentro do orçamento e com todos os recursos especificados, e a sua definição “moderna” de 2015 substituiu o critério dos recursos por um resultado satisfatório, o que reduziu a taxa de sucesso em cerca de sete pontos. A Vision Solutions perguntou a profissionais de TI se já tinham sofrido uma falha de migração de qualquer tipo, a Experian e a Data Migration Pro perguntaram se os projetos se mantiveram dentro do orçamento ou sofreram atraso, e a Kroll Ontrack contou as organizações que perderam dados no caminho.

Quais fontes devo citar para as taxas de falha em migrações de dados?

Cite a pesquisa, o ano e a amostra, e não uma porcentagem solta: a pesquisa de 2007 da Bloor Research (84% fora do prazo ou do orçamento, 43 empresas da Global 2000) e a de 2011 (38%, provisório, amostra diferente); o estudo de 2017 da Experian e da Data Migration Pro com 270 profissionais; para a nuvem, o State of the Cloud da Flexera por edição; para projetos de TI em geral, os relatórios CHAOS do Standish Group, indicando a mudança de definição de 2015. Evite o “83% (Gartner)”, a menos que tenha o documento, que não conseguimos encontrar.

Fontes: CXO magazine; Gartner (2005, 2009); IBM Global Technology Services; BCS; Bloor Research; Experian / Data Migration Pro (2017, 2018); CIO; Caylent; eWeek; Flexera (2024, 2026); Accenture; Symantec; IDC; Principled Technologies (2020); Adaptiva; The Standish Group; Nextgov; Kroll Ontrack

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Fontes

Todos os documentos de origem dos números desta página, listados pela organização que os publicou. A linha de fontes abaixo de cada seção liga cada organização ao seu documento, e o conjunto de dados traz a citação literal e o localizador de cada estatística.

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